Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Presidente afirmou que as investigações devem alcançar todos os envolvidos, independentemente de cargo ou influência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta quinta‑feira (3) a necessidade de avançar nas investigações do escândalo envolvendo o Banco Master, afirmando que ninguém deve receber blindagem e que a apuração deve alcançar todos os envolvidos, “doa a quem doer”. Lula destacou a gravidade do caso, classificando‑o como um dos maiores escândalos já registrados no país e criticou o vazamento seletivo de informações que abala a confiança da população nas instituições.
- Sem citar nomes do STF, o presidente defendeu a criação de um código de ética para o Judiciário e cobrou medidas do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações. O tema segue em pauta no STF, com o ministro André Mendonça preparando discussão no plenário e a Procuradoria‑Geral questionando a legalidade dos procedimentos adotados.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta quinta-feira (3) o avanço das investigações sobre o Banco Master sem qualquer tipo de proteção a autoridades ou pessoas influentes. Em pronunciamento divulgado pela Presidência da República, ele afirmou que a apuração deve alcançar todos os envolvidos. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. Lula classificou o caso como um dos maiores escândalos já registrados no país e afirmou que a investigação envolve pessoas com influência política e econômica. O presidente também criticou o vazamento seletivo de informações e disse que esse tipo de prática compromete a confiança da população nas instituições. Sem citar nominalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Lula voltou a defender a criação de um código de ética para o Judiciário e afirmou que cabe ao presidente da Corte, Edson Fachin, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, adotar medidas para garantir a credibilidade das investigações. O caso segue em análise no STF. Enquanto o ministro André Mendonça deve levar o tema ao plenário da Corte, a Procuradoria-Geral da República questionou a legalidade do procedimento adotado na investigação.
























