Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Dados da Pnad mostram crescimento da participação feminina na renda das famílias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As mulheres já são referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo a PNAD atualizada pela pesquisadora Janaína Feijó (FGV). O número de famílias chefiadas por mulheres dobrou desde 2012, atingindo 42,1 milhões em 2026, embora a taxa de ocupação seja de 53,5% – bem abaixo dos 73% dos homens – e o rendimento médio masculino ainda supere o feminino em 25%.
- Esses dados ganham relevância nas eleições de 2026, já que as mulheres constituem a maioria do eleitorado. O Datafolha aponta que Lula tem 47% das intenções de voto entre as chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro, mas as prioridades políticas variam conforme região, profissão e condição econômica.
Foto: Reprodução
As mulheres passaram a ser referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo dados da Pnad atualizados pela pesquisadora Janaína Feijó, da FGV. O número de famílias chefiadas por mulheres mais que dobrou desde 2012 e chegou a 42,1 milhões em 2026. Apesar do avanço, elas ainda enfrentam desigualdades no mercado de trabalho: a taxa de ocupação é de 53,5%, contra 73% entre os homens, e o rendimento médio masculino é 25% maior. O cenário também ganha importância nas eleições de 2026, já que as mulheres são maioria do eleitorado. Segundo o Datafolha citado pela reportagem, Lula aparece com 47% das intenções de voto entre mulheres chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro. Entrevistas realizadas pela Folha mostram, porém, que as prioridades e escolhas políticas variam entre mulheres de diferentes regiões, profissões e condições econômicas.
Mais de 52% dos eleitores são mulheres, aponta perfil do eleitorado de 2026
Mais de 52% dos eleitores são mulheres, aponta perfil do eleitorado de 2026
Envelhecimento do eleitorado deve influenciar campanhas e propostas dos candidatos, avaliam especialistas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As mulheres continuam a dominar o eleitorado brasileiro, representando 52,84% dos 158.745.463 eleitores aptos a votar em outubro de 2026, um pouco mais que nas eleições de 2022.
- O perfil etário também mudou: a faixa de 40 a 44 anos concentra o maior número de eleitores (10,08% do total), enquanto a população idosa cresceu em 4,5 milhões, elevando sua participação de 21,02% para 23,60%. Entre os mais velhos, cerca de 15 milhões têm mais de 70 anos, idade em que o voto é facultativo, e especialistas como Carlos Oliveira e Mayra Goulart apontam que essa tendência pode influenciar as estratégias eleitorais, com candidatos direcionando discursos e propostas às demandas desse segmento.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
As mulheres continuam sendo a maioria do eleitorado brasileiro para as Eleições 2026. Elas representam 52,84% dos 158.745.463 eleitores aptos a votar em outubro, percentual ligeiramente superior ao registrado nas eleições gerais de 2022. Os dados também mostram uma mudança no perfil etário dos votantes. A faixa de 40 a 44 anos concentra o maior número de eleitores, correspondendo a 10,08% do total. No entanto, o crescimento mais expressivo ocorreu entre a população idosa. Nos últimos quatro anos, mais de 4,5 milhões de brasileiros passaram a integrar a faixa etária acima dos 60 anos. Com isso, a participação desse grupo no eleitorado aumentou de 21,02% para 23,60%. Entre eles, cerca de 15 milhões têm mais de 70 anos, idade em que o voto é facultativo. Para o cientista político Carlos Oliveira, o interesse pela participação democrática tende a permanecer entre os eleitores mais velhos. Segundo ele, quem já acompanha a política e se sente representado continua exercendo o direito ao voto mesmo com o avanço da idade. A coordenadora do Laboratório de Partidos, Eleições e Política Pública Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mayra Goulart, avalia que o envelhecimento da população deverá influenciar as estratégias eleitorais. Segundo a pesquisadora, o aumento da participação de pessoas idosas tende a levar candidatos e partidos a direcionarem discursos e propostas voltados às demandas desse segmento da população.
























