Eduardo Hagge diz que ACM Neto "não tem nada a oferecer" durante comício com Jerônimo
Hagge consolidou a mudança de grupo político após deixar a base de ACM Neto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge (MDB), atacou o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), em comício na sexta‑feira (4), ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e dos candidatos ao Senado Rui Costa e Jaques Wagner (PT). Hagge afirmou que ACM “não tem nada a oferecer” e que votar em Jerônimo será fácil, criticando a falta de ações na região sudoeste quando Neto era deputado.
- O discurso marca a ruptura de Hagge com a oposição, já que em 2022 apoiou ACM Neto e Jair Bolsonaro, mas após as eleições municipais de 2024 passou a apoiar o governo petista. A mudança gerou atrito familiar, afastando-o do sobrinho Rodrigo Hagge, ex‑prefeito aliado de ACM Neto.
Foto: Reprodução
O prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge (MDB), fez duras críticas ao candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), durante um comício realizado na noite de sexta-feira (4). Ao lado do governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT), além dos candidatos ao Senado Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), o emedebista afirmou que o ex-prefeito de Salvador "não tem nada a oferecer" e declarou que, desta vez, votar em Jerônimo "será fácil". No discurso, Hagge destacou que, quando ACM Neto era deputado, a região sudoeste não recebeu ações relevantes e elogiou a atuação do atual governador. "Agora temos um governador que é um verdadeiro amigo do sudoeste baiano", afirmou. As declarações reforçam a mudança de posicionamento político do prefeito, que nas eleições de 2022 apoiou ACM Neto e o ex-presidente Jair Bolsonaro. A aproximação com o governo petista ocorreu após as eleições municipais de 2024 e marcou o rompimento com o grupo de oposição. A decisão também provocou o afastamento político entre Eduardo Hagge e o sobrinho, o ex-prefeito Rodrigo Hagge, que permaneceu aliado de ACM Neto e rejeitou integrar a base do governo estadual.
Justiça Eleitoral mantém mandatos do prefeito e da vice de Pindaí após rejeitar ação por supostas irregularidades
Decisão aponta falta de provas e confirma a validade da reeleição de João Veiga e Graça Amaral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral julgou improcedente a ação que pedia a cassação dos mandatos do prefeito reeleito de Pindaí, João Evangelista Veiga Pereira, e da vice-prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro. A decisão foi tomada após análise do processo por parte da juíza Lázara Cristina Gonçalves Tavares de Souza, que concluiu que não houve provas suficientes para demonstrar a participação direta ou o conhecimento do prefeito e da vice nas condutas apontadas.
- A justificativa da juíza foi que a cassação de um mandato eletivo exige provas consistentes e não pode ser baseada apenas em suspeitas ou acusações sem comprovação, tornando a decisão definitiva e encerrando o processo com julgamento do mérito.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Justiça Eleitoral julgou improcedente a ação que pedia a cassação dos mandatos do prefeito reeleito de Pindaí, João Evangelista Veiga Pereira, e da vice-prefeita Maria das Graças Amaral da Silva Pinheiro, conhecida como Graça Amaral. A decisão foi assinada pela juíza Lázara Cristina Gonçalves Tavares de Souza, da 117ª Zona Eleitoral de Urandi, e publicada na quarta-feira (30). A ação havia sido proposta pelo ex-candidato a prefeito Ionaldo Aurélio Prates, que acusava os gestores de suposta compra de votos e abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2024. Entre as alegações estavam distribuição de dinheiro, entrega de materiais de construção, promessas de cargos públicos e movimentações bancárias consideradas suspeitas. Ao analisar o processo, a magistrada concluiu que as acusações não foram comprovadas. Segundo a sentença, não houve provas suficientes para demonstrar a participação direta ou o conhecimento do prefeito e da vice nas condutas apontadas. A juíza também negou o pedido de quebra de sigilo bancário de terceiros, por entender que não havia elementos concretos que justificassem a medida. Com a decisão, a Justiça Eleitoral manteve os mandatos de João Veiga e Graça Amaral e encerrou o processo com julgamento do mérito, reforçando que a cassação de um mandato eletivo exige provas consistentes e não pode ser baseada apenas em suspeitas ou acusações sem comprovação.
























