Alvo de operações da Polícia Federal, prefeito de Riacho de Santana busca brecha para disputar nova eleição
João Vitor Laranjeira tenta viabilizar juridicamente candidatura apesar de investigações e impedimento por terceiro mandato consecutivo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Riacho de Santana, João Vitor Martins Laranjeira, tenta uma saída jurídica para disputar novamente a eleição municipal, apesar de já ter sido alvo de operações da Polícia Federal e responder a investigações por irregularidades na administração pública. Ele viajou a Brasília para consultar advogados e avaliar possibilidades legais, após ter sido afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) durante fases da Operação Overclean. A busca por brecha jurídica mexe com o tabuleiro eleitoral da região e abre nova disputa com a oposição, que acompanha de perto os desdobramentos das investigações e da tentativa de reeleição.
- O futuro político de Riacho de Santana agora depende da análise técnica da Justiça Eleitoral, que precisará interpretar o caso de um gestor que tenta contornar a regra que impede o terceiro mandato consecutivo. A oposição está de olho nos desdobramentos das investigações e da tentativa de reeleição do prefeito, que pode ter consequências importantes para o cenário político local.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O cenário político de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia, ganhou novo capítulo após o prefeito João Vitor Martins Laranjeira admitir que tenta uma saída jurídica para disputar novamente a eleição municipal. O gestor, que já foi alvo de operações da Polícia Federal e responde a investigações por irregularidades na administração pública, afirmou em entrevista à Rádio Cidade FM que viajou a Brasília para consultar advogados e avaliar possibilidades legais. João Vitor assumiu a prefeitura em abril de 2024, quando era vice, após a renúncia do então prefeito Tito Eugênio. Meses depois, concorreu ao cargo e venceu o pleito de outubro do mesmo ano. Agora, tenta disputar mais uma vez — o que, pela legislação eleitoral, configuraria terceiro mandato consecutivo, situação proibida pela Constituição. Operações e investigações em curso - O prefeito já foi afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) durante fases da Operação Overclean, que apura irregularidades na gestão municipal. As investigações envolvem suspeitas de improbidade administrativa, terceirização ilícita de mão de obra e uso indevido de verbas federais do SUS, conforme inquéritos instaurados pelo Ministério Público Federal (MPF) . Entre os pontos investigados está a contratação da empresa JFS Serviços Combinados, realizada por meio de adesão a uma ata de registro de preços de um município do Maranhão. O MPF apura indícios de burla a concurso público, irregularidades no processo licitatório e possível crime de responsabilidade. Busca por brecha jurídica - Apesar do histórico de investigações e do impedimento legal, João Vitor afirmou que recebeu “grande esperança” após consultas com especialistas em direito eleitoral na capital federal. A defesa aposta em decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que beneficiaram vice‑prefeitos que assumiram o cargo perto das eleições e, mesmo assim, puderam concorrer. No entanto, até o momento, nenhuma consulta formal foi protocolada na Justiça Eleitoral. A possibilidade de candidatura depende de interpretação jurídica específica e validação dos magistrados. Impacto no cenário político - A movimentação do prefeito mexe com o tabuleiro eleitoral da região e abre nova disputa com a oposição, que acompanha de perto os desdobramentos das investigações e da tentativa de reeleição. O futuro político de Riacho de Santana agora depende da análise técnica da Justiça Eleitoral — e de como os tribunais vão interpretar o caso de um gestor que, além de já ter sido alvo de operações federais, tenta contornar a regra que impede o terceiro mandato consecutivo.
Justiça Eleitoral de Guanambi define ordem em veiculação de propaganda eleitoral no rádio; transmissão começa na próxima sexta (9)
Por: Willian Silva
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Foto: TSE
Em reunião virtual realizada na manhã desta segunda-feira (5), a Justiça Eleitoral da 64ª Zona Eleitoral - Guanambi promoveu o sorteio da ordem de veiculação da propaganda eleitoral no rádio. O sorteio contou com a presença de representantes dos partidos políticos que estão concorrendo as eleições, bem como representantes das emissoras de rádio como no caso da 106FM, representanda pelo diretor de programação e produção Sérgio Pereira e do jornalista Willian Silva. Em primeiro, ficou definido que as emissoras que serão geradoras do horário gratuito eleitoral serão a Rádio 106FM e Rádio 96FM, repetindo a mesma fórmula executada em 2016 e, obrigatoriamente, as demais emissoras com concessão pública deverão retransmitir. A 106FM transmitirá de 9 a 25 de outubro e a 96FM gerará a programação eleitoral de 26 de Outubro a 12 de Novembro. O horário será às 7h e ao meio-dia, com duração de 10 minutos e começará na sexta-feira (9) e encerrará no dia 12 de novembro.
O sorteio, na presença dos representantes, ficou assim definido em Guanambi, na chapa majoritária (Prefeito)
1 - Coligação "A Força do Povo" - Valda ACS/Dr. Luia com tempo de rádio de 02:35m
2 - Coligação "O Time do Avanço" - Jairo Magalhães/Vandilson Medeiros com tempo de rádio de 01:41m
3 - Coligação "O Trabalho é a Nossa Marca" Nilo Coelho/Nau Azevedo com tempo de rádio de 05:43m.
No sorteio para a chapa proporcional (vereadores), a ordem de veiculação da propaganda eleitoral no rádio seguirá a seguinte ordem: 1 - Republicanos / 2 - Avante / 3 - PSDB / 4 - PDS / 5 - DEM / 6 - PC do B / 7 - PT / 8 - PV.
























