Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Mudanças ocorrem após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição, incorporando figuras de peso do Nordeste: o ex‑governador da Bahia, Rui Costa, assumiu atribuições estratégicas; o ex‑governador do Ceará, Camilo Santana, ficou responsável pela articulação política; e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, passou a atuar nas discussões de comunicação. A mudança visa ampliar a presença de aliados regionais e reforçar a coordenação da campanha após críticas de desorganização no primeiro turno.
- Lula também passou a controlar diretamente a estratégia eleitoral, incluindo a pré‑análise de programas de TV e a aprovação de roteiros de caminhadas e atos públicos, enquanto membros da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, perderão espaço nas decisões. A nova estrutura busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição e ampliou o espaço de aliados do Nordeste em funções estratégicas. Entre os nomes estão o ex-governador da Bahia Rui Costa, que assumiu atribuições relacionadas à agenda do presidente, o ex-governador do Ceará Camilo Santana, responsável pela articulação política, e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, que passou a atuar nas discussões sobre comunicação. As mudanças ocorreram após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno, quando ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL) na votação. O presidente também decidiu ampliar o controle direto sobre a estratégia eleitoral, incluindo a análise prévia dos programas de televisão e a aprovação dos roteiros de caminhadas e outros atos públicos. Com a reformulação, integrantes da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, devem perder espaço nas decisões. Na quarta-feira (7), Lula afirmou que esta foi a campanha “menos organizada” de que participou desde 1989. A nova estratégia busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
























