Advogado é investigado por uso de documentos falsos em ao menos 217 processos judiciais na Bahia
Na ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão
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Foto: Reprodução | MP-BA
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) deflagrou, nesta quarta-feira (25), uma operação para investigar um advogado suspeito de um esquema criminoso que envolve falsificação e uso de documento falso. Segundo o órgão, o homem teria agido em, pelo menos, 217 processos judiciais. Na ação, batizada de “Operação Fatura”, foi cumprido um mandado de busca e apreensão expedido pela 2ª Vara Criminal Especializada da Comarca de Salvador. Conforme as investigações do MP, o advogado falsificava a própria fatura de consumo de serviço de televisão a cabo para utilizá-la em processos judiciais. Até o momento, foi apurado que, desde 2018, 217 ações judiciais foram propostas com a utilização de documentos falsos, sendo que 36 foram contra uma única empresa de telefonia. Através de decisões judiciais ou expedição de alvarás, o integrante da Ordem dos Advogados secção Bahia (OAB-BA), teria chegado a receber R$ 304.846,96, dos quais R$ 58.264,84 referentes a ações que envolvem a mesma empresa de telefonia. Há ainda indícios de que algumas ações foram ajuizadas sem o conhecimento dos supostos beneficiários A operação é realizada com o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e a 19ª Promotoria de Justiça Criminal de Salvador (1º promotor de Justiça), em conjunto com a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão ao Estelionato e Outras Fraudes (Dreof).
Estudante de medicina é preso em Barreiras por falsificar documentos para entrar no curso
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | G1
Um estudante de medicina foi preso nesta quarta-feira (27), na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia, por falsificar documentação para poder ingressar na faculdade de medicina. A informação é do site G1, que não divulgou o nome do estudante e nem a instituição de ensino. Além da prisão na Bahia, a Polícia Civil realizou mais 18 prisões de estudantes no estado de Goiás que falsificaram documentos no processo de transferência externa. “Grande parte dos suspeitos estudava no Paraguai e falsificou documentos de faculdades no Brasil para transferência para outras faculdades também no país. As instituições que foram alvo da falsificação informaram que eles nunca estudaram lá”, declarou o delegado responsável pelo caso, Danilo Fabiano.
Pré-selecionados do Prouni têm até amanhã para comprovar dados
Lista com nomes e cronograma pode ser acessada no site do programa
Por: Pedro Peduzzi
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Foto: Reprodução
- Os candidatos pré-selecionados na lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni), relativo ao segundo semestre, têm até amanhã (27) para comprovar as informações apresentadas durante a inscrição no certame. A lista com o nome dos selecionados e o cronograma do programa podem ser acessadas no site do ProUni. No segundo semestre de 2021, o programa oferece 134.329 bolsas de estudo - 69.482 integrais e 64.847 parciais - em mais de 10 mil cursos de quase mil instituições particulares de ensino superior. O ProUni é o programa do governo federal que oferece bolsas de estudo. Para obter a bolsa integral, o interessado precisa comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. No caso de bolsas parciais (50%), é preciso comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa da família, de até três salários mínimos. As informações são do site Agência Brasil.
Bahia e Maranhão apresentam novos documentos para importar a Sputnik V
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Os governos da Bahia e do Maranhão apresentaram à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) novos documentos dentro de um processo de pedido de importação de doses da vacina Sputnik V. A informação é da Agência Brasil. Os dois estados entraram com a solicitação baseados na legislação que permite a importação pelo Brasil, em caráter excepcional, de vacinas permitidas por outras autoridades sanitárias. A Sputnik V já foi autorizada em diversos países, entre eles, a Rússia. A nova requisição foi apresentada depois que um pedido anterior, feito pelos governos do Maranhão, da Bahia, do Ceará, de Sergipe e de Pernambuco, foi negado pela Diretoria Colegiada da Anvisa em abril. Segundo a diretoria da agência, não houve comprovação de segurança e eficácia, especialmente que não houve evidência de que o adenovírus usado na fabricação do imunizante não teria capacidade de replicação no corpo dos pacientes.























