Janja diz que misoginia não tem lado e presta apoio a Michelle Bolsonaro
Janja diz que misoginia não tem lado e presta apoio a Michelle Bolsonaro
Primeira-dama afirmou que a violência contra as mulheres deve ser combatida sem distinção de posicionamento político. Declaração repercutiu entre parlamentares conservadoras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A primeira-dama Rosângela da Silva afirmou que mulheres devem ser apoiadas quando são vítimas de ataques, independentemente de posicionamentos políticos. Ela fez esta declaração após ataques virtuais contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que afirmou ter sido tratada de forma desrespeitosa pelo senador Flávio Bolsonaro. A violência contra as mulheres é um tema que vem sendo discutido por diferentes setores da sociedade e por representantes de diversas correntes políticas.
- As reações às declarações de Janja variaram, com algumas mulheres ligadas ao campo conservador avaliando positivamente a manifestação da primeira-dama, enquanto outras consideraram que o combate à violência contra as mulheres deve superar disputas ideológicas.
Foto: Reprodução
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, afirmou que mulheres devem ser apoiadas quando são vítimas de ataques, independentemente de posicionamentos políticos. A declaração foi feita durante entrevista concedida ao programa Frente a Frente, parceria entre a Folha de S.Paulo e o UOL, e repercutiu entre parlamentares da oposição. Ao comentar os ataques direcionados à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e à senadora Damares Alves (Republicanos-DF), Janja disse que a violência contra as mulheres não está restrita a um grupo político. "Qualquer mulher agredida não pode ter a mão solta. Não importa qual seja o campo ideológico. A misoginia não tem lado. Não tem direita, esquerda, conservador ou progressista. Ela atinge todas nós igualmente", afirmou. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, mulheres ligadas ao campo conservador avaliaram positivamente a manifestação da primeira-dama. Mesmo mantendo divergências políticas, deputadas e senadoras ouvidas pela publicação, sob reserva, consideraram a declaração um gesto de respeito e defenderam que o combate à violência contra as mulheres deve superar disputas ideológicas. A repercussão ocorre após Michelle Bolsonaro relatar ter sido alvo de ataques nas redes sociais depois da divulgação de um vídeo em que afirmou ter sido tratada de forma desrespeitosa pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Conforme a reportagem, a ex-primeira-dama chegou a dizer a aliados que cogitou deixar a vida política diante da repercussão dos ataques virtuais. O episódio reacendeu o debate sobre a violência política de gênero e a disseminação de discursos de ódio contra mulheres em ambientes digitais, tema que vem sendo discutido por diferentes setores da sociedade e por representantes de diversas correntes políticas.























