Rodrigo Constantino chama Salvador de “lixo” e Bahia de “câncer”
Rodrigo Constantino chama Salvador de “lixo” e Bahia de “câncer”
Comentarista criticou Salvador, baianos e a reeleição de Jerônimo Rodrigues ao governo da Bahia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Rodrigo Constantino publicou um vídeo nas redes sociais criticando duramente a Bahia e Salvador, chamando o estado de “câncer do Brasil” e a capital de “lixo”. No material, ele relata episódios anedóticos envolvendo vendedores ambulantes e bares, usando‑os para questionar a disposição dos baianos ao trabalho, e encerra antecipando críticas de veículos como a Globo, alegando possíveis acusações de xenofobia.
- O economista também ataca o resultado das eleições de 2026 no estado, condenando a reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo e a vitória de Rui Costa e Jaques Wagner (PT) ao Senado, acusando os petistas de envolvimento em escândalos. O vídeo gerou polêmica nas redes, suscitando debates sobre discurso de ódio e liberdade de expressão no cenário político brasileiro.
Foto: Reprodução
O economista, escritor e comentarista político Rodrigo Constantino publicou um vídeo nas redes sociais neste domingo (4) com críticas à Bahia, a Salvador e ao resultado das eleições de 2026 no estado. Durante a gravação, Constantino fez declarações depreciativas sobre os baianos e afirmou que “Salvador é um lixo!”. Em seguida, classificou a Bahia como “o câncer do Brasil” e citou experiências pessoais para questionar o comportamento de parte da população. Entre os relatos, mencionou situações envolvendo familiares e vendedores ambulantes durante viagens pelo estado. Em um dos episódios, contou que uma pessoa teria pedido água de coco em uma praia e ouvido do vendedor que o responsável por retirar os cocos não havia comparecido naquele dia. “Um deles, a pessoa estava na praia e falou: ‘Tem água de coco?’. ‘Tem não’. Ela olhou em volta e tinha 300 coqueiros, como não tem? ‘É que o rapaz que tira o coco não veio hoje’”, contou. Constantino também relatou ter visto pessoas em bares durante uma manhã de segunda-feira e classificou esses episódios como “evidências anedóticas” para questionar a disposição de parte dos baianos para o trabalho. Na sequência, relacionou as críticas ao resultado das eleições no estado. Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador, enquanto Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) foram eleitos para as duas vagas ao Senado. “Baianos, com todas as boas exceções, em geral, vocês são uma vergonha para o Brasil”, declarou. Ao comentar a eleição dos três petistas, Constantino afirmou: “Dois senadores petistas eleitos envolvidos com Vorcaro, um governador petista, que papelão!”. No fim do vídeo, antecipou possíveis críticas às declarações e disse: “Vai vir a turma da Globo falar que é xenofobia, estou pouco me lixando para isso”.
Manifestações pedem aprovação do PL da Misoginia e combate à violência contra mulheres
Mobilização aconteceu em diversas cidades brasileiras para defender a aprovação de projeto que cria punições específicas para crimes motivados por ódio e discriminação contra mulheres.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Manifestações do movimento Levante Mulheres Vivas ocorreram em diversas cidades brasileiras para pressionar a Câmara dos Deputados a votar o Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. Já aprovada pelo Senado, a proposta altera a legislação nacional para incluir a misoginia entre os crimes de discriminação e preconceito, prevendo pena de dois a cinco anos de reclusão para quem praticar, incitar violência ou ofender a dignidade das mulheres em razão de sua condição de gênero.
- O movimento, que realizou atos em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, foca no combate ao aumento da violência de gênero e dos discursos de ódio, especialmente no ambiente virtual. Apoiadores defendem que a nova lei ajudará a enfrentar crimes digitais, como o compartilhamento de conteúdos que incitam violência sexual e a produção de imagens falsas de nudez, esperando sensibilizar os parlamentares para a votação do projeto após a retomada das sessões em agosto.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Cidades de todas as regiões do país receberam neste domingo (3) mobilizações do Levante Mulheres Vivas, movimento que cobra da Câmara dos Deputados a votação do Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. A proposta já foi aprovada pelo Senado e aguarda inclusão na pauta do plenário da Câmara. O projeto altera a Lei nº 7.716/1989 para incluir a misoginia entre os crimes de discriminação e preconceito. A proposta prevê pena de dois a cinco anos de prisão para quem praticar, incentivar ou incitar violência, restringir direitos ou ofender a dignidade de mulheres em razão de sua condição. O texto também amplia a proteção legal ao incluir a condição de mulher entre as hipóteses de injúria discriminatória. Segundo a cofundadora do movimento, Rachel Ripani, a mobilização reuniu mulheres, homens e representantes da sociedade civil preocupados com o aumento da violência de gênero e da disseminação de discursos de ódio contra mulheres nas redes sociais. Ela afirma que o objetivo da proposta é combater práticas criminosas, sem restringir a liberdade de opinião ou de expressão. Os organizadores também defendem que a nova legislação ajude a enfrentar crimes praticados no ambiente digital, como a divulgação de conteúdos que incentivem violência sexual, a produção de imagens falsas de nudez e outras formas de violência virtual contra mulheres e adolescentes. As manifestações ocorreram em cidades como Salvador, Juazeiro, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e João Pessoa. O movimento espera sensibilizar os deputados para que o projeto seja votado após a retomada das sessões deliberativas da Câmara, prevista para agosto. Segundo os organizadores, a aprovação da proposta é considerada uma medida importante para fortalecer o combate à violência e ao discurso de ódio contra as mulheres no Brasil.
























