“Estão destruindo nossa reputação”: mulheres denunciam ataques virtuais em Urandi
Vítimas afirmam que imagens estão sendo usadas para espalhar acusações falsas e pedem que responsáveis sejam identificados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um grupo de cerca de 14 mulheres de Urandi, no sudoeste da Bahia, denunciou uma série de ataques difamatórios nas redes sociais, com publicações que utilizam imagens das vítimas para espalhar acusações de traição e supostos programas sexuais em troca de dinheiro. As mulheres afirmam que as ofensas começaram há três semanas, visando destruir sua reputação e causar problemas nos relacionamentos, e pedem que as autoridades investiguem e identifiquem os responsáveis.
- As vítimas já registraram boletim de ocorrência e relatam graves impactos na rotina, como vergonha de sair em público, crises depressivas e dificuldades de trabalho. Elas alertam a população a não compartilhar o conteúdo ofensivo e solicitam que informações sobre os autores sejam encaminhadas à polícia, reforçando que a divulgação não autorizada pode configurar crime cibernético.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia |Via WhatsApp
Um grupo formado por cerca de 14 mulheres denuncia uma série de ataques e acusações difamatórias nas redes sociais em Urandi, no sudoeste da Bahia, e pede investigação das autoridades para identificar os responsáveis. Segundo uma das vítimas, que preferiu não se identificar, as publicações começaram há cerca de três semanas e utilizam imagens das mulheres para disseminar informações falsas, com acusações de traição e até de realização de programas sexuais em troca de dinheiro. De acordo com ela, o objetivo seria atingir a reputação das vítimas e provocar problemas nos relacionamentos. “Peço que nossa voz não seja calada. Isso é crime cibernético. Estão denegrindo a nossa imagem e a nossa reputação. Urandi é uma cidade muito pequena e isso não pode ficar assim”, afirmou. As mulheres já registraram um boletim de ocorrência na delegacia local e buscam medidas para preservar seus direitos. A vítima relata que a exposição tem provocado consequências na rotina das envolvidas. “Como é que vamos encarar a sociedade no outro dia? Essas imagens estão indo longe, estamos com vergonha de sair na rua. Tenho amigas que não conseguem trabalhar e estão com crise depressiva em casa”, disse. O grupo afirma que pretende acompanhar as investigações e buscar responsabilização dos autores. “Vamos mover o mundo para que os responsáveis sejam descobertos”, declarou. A divulgação ou o compartilhamento de conteúdos ofensivos ou íntimos sem autorização pode configurar crime, dependendo das circunstâncias. As vítimas orientam que outras pessoas não compartilhem as publicações e que eventuais informações sobre os responsáveis sejam encaminhadas às autoridades competentes.
Casos de violência doméstica são registrados em sequência na noite de sexta-feira em Guanambi
Um dos suspeitos fugiu antes da chegada da viatura; no outro caso, a vítima optou por não representar contra o agressor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Duas ocorrências de violência doméstica foram registradas pela Polícia Militar em Guanambi na noite de sexta‑feira (4). No Bairro Beija‑Flor I, uma mulher de 35 anos e sua filha foram ameaçadas e agredidas por um homem embriagado, que fugiu antes da chegada da viatura. As vítimas foram orientadas a registrar a ocorrência na Delegacia Territorial e a solicitar medidas protetivas de urgência.
- Pouco depois, no Bairro Monte Pascoal, uma adolescente de 15 anos relatou ter sido agredida com um tapa no rosto pelo marido de 20 anos. Ela recebeu informações sobre a Lei Maria da Penha e os procedimentos legais, mas decidiu não representar criminalmente contra o companheiro no momento. Ambas as ocorrências foram formalizadas pela Polícia Militar, reforçando a necessidade de ação rápida e apoio às vítimas.
Foto: Reprodução
Duas ocorrências de violência doméstica foram registradas pela Polícia Militar em menos de uma hora na noite de sexta-feira (4), em Guanambi. O primeiro caso aconteceu no Bairro Beija-Flor I, onde uma mulher de 35 anos e a filha relataram terem sido ameaçadas e agredidas por um homem que estava embriagado. O suspeito fugiu antes da chegada da viatura. As vítimas foram orientadas a registrar a ocorrência na Delegacia Territorial e solicitar medidas protetivas de urgência, além de acionar imediatamente o 190 em caso de novas agressões. Pouco depois, no Bairro Monte Pascoal, os policiais atenderam uma adolescente de 15 anos que afirmou ter sido agredida com um tapa no rosto pelo marido, de 20 anos, após uma discussão. A jovem recebeu orientações sobre os direitos garantidos pela Lei Maria da Penha e os procedimentos legais, mas informou que não pretendia representar criminalmente contra o companheiro naquele momento. As duas ocorrências foram registradas pela Polícia Militar.
























