GCM apreende dinheiro falso e detém grupo em balneário de Luís Eduardo
Grupo foi detido durante patrulhamento da Guarda Civil Municipal em balneário de Luís Eduardo Magalhães. Um dos suspeitos usava tornozeleira eletrônica.
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Foto: Divulgação | GCM Luís Eduardo Magalhães
Quatro homens foram presos no último sábado (11), em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, por suspeita de porte de notas falsas. A prisão ocorreu durante uma ação de patrulhamento preventivo da Guarda Civil Municipal (GCM) no Balneário Rio das Pedras. Segundo a GCM, ao perceberem a aproximação dos agentes, os suspeitos tentaram se misturar entre os frequentadores do local, na tentativa de despistar a fiscalização. Um dos homens utilizava tornozeleira eletrônica, o que chamou ainda mais a atenção da guarnição.Durante a abordagem, os agentes localizaram R$ 4.200 em cédulas falsas de R$ 100 no interior do veículo utilizado pelo grupo. A posse de moeda falsificada configura crime federal, com pena prevista de 3 a 12 anos de reclusão. Além do dinheiro, os agentes apreenderam um cigarro de maconha, cinco aparelhos celulares, dois relógios, quatro correntes e uma carteira.Os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Luís Eduardo onde foram autuados em flagrante. Todo o material apreendido também foi apresentado na delegacial para os procedimentos legais.
PF deflagra operação para combater circulação de dinheiro falso na Bahia
Mandados estão sendo cumpridos em Itabuna/BA, Camamu/BA e Camacan/BA
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Foto: Polícia Federal
- A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (14), a Operação Notas Fakes com o objetivo de combater a aquisição e introdução na circulação de cédulas falsas. Estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Itabuna/BA, Camamu/BA e Camacan/BA Em janeiro deste ano a PF já havia cumprido 01 mandado de busca na cidade de Itabuna em razão do mesmo crime. Os crimes investigados (adquirir, vender, trocar, ceder, emprestar, guardar ou introduzir na circulação moeda falsa) preveem penas que podem chegar a 12 (doze) de anos de reclusão e multa. As investigações começaram a partir de um trabalho de monitoramento pela Coordenação de Segurança Corporativa dos Correios que noticiou suspeitas de encomendas contendo cédulas falsas à Unidade Especial de Repressão à Falsificação de Moeda Falsa da Polícia Federal.























