Suspeitos de desviar carnes nobres e vender como carne de segunda são presos em Vitória da Conquista
Segundo a Polícia Civil, esquema teria durado seis meses e envolvido dois homens.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil de Vitória da Conquista (BA) está investigando um esquema que teria causado prejuízo de cerca de R$ 100 mil a um supermercado local. Na última quinta‑feira, mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências de dois suspeitos, de 28 e 38 anos, e um celular foi apreendido para perícia. O caso, iniciado em maio, surgiu após o proprietário denunciar o desvio frequente de carnes nobres do açougue.
- Segundo a delegacia, o esquema consistia em registrar cortes de primeira qualidade com etiquetas e notas fiscais de carnes de segunda categoria, permitindo a venda a preços menores que o mercado. A fraude teria durado aproximadamente seis meses, e a investigação segue sob a responsabilidade da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, que buscará esclarecer a participação de cada investigado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma investigação da Polícia Civil apura um esquema que teria causado prejuízo de aproximadamente R$ 100 mil a um supermercado de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Nesta quinta-feira (8), policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão nas casas de dois homens, de 28 e 38 anos, investigados por suspeita de envolvimento na fraude. Um celular foi apreendido. Segundo a Polícia Civil, o caso começou a ser investigado em maio, depois que o proprietário do estabelecimento denunciou o desvio frequente de carnes nobres do açougue. A suspeita surgiu quando o gerente percebeu que um cliente comprava grandes quantidades de carne várias vezes ao dia e era atendido sempre pelo mesmo funcionário. Conforme as investigações, cortes de primeira qualidade eram registrados com etiquetas e notas fiscais correspondentes a carnes de segunda categoria, permitindo que os produtos fossem vendidos por valores inferiores aos praticados no mercado. A polícia suspeita que o esquema tenha funcionado durante cerca de seis meses. O celular apreendido será submetido à perícia e à extração de dados, mediante autorização judicial, para auxiliar no esclarecimento dos fatos. A investigação é conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Vitória da Conquista. Os dois homens são investigados, e a participação de cada um deverá ser esclarecida ao longo do inquérito.
























