Inema destrói nove fornos clandestinos em área de desmatamento em Condeúba
Inema destrói nove fornos clandestinos em área de desmatamento em Condeúba
Fiscalização encontrou nove fornos usados na produção ilegal de carvão e embargou toda a propriedade rural.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma operação do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) resultou na descoberta de uma área de aproximadamente 30 hectares de vegetação nativa desmatada ilegalmente em uma propriedade rural em Condeúba, no sudoeste da Bahia. A fiscalização, motivada por uma denúncia anônima e confirmada por imagens de satélite, localizou nove fornos clandestinos utilizados para a produção ilegal de carvão, que foram prontamente destruídos pelos agentes.
- A propriedade foi totalmente embargada e o proprietário foi identificado e autuado pelo crime ambiental. Ele responderá a um processo administrativo, estará sujeito ao pagamento de multa proporcional ao dano causado e será obrigado a apresentar um plano de recuperação para a área degradada, cuja extensão equivale a cerca de 30 campos de futebol.
Foto: Divulgação - INEMA
Uma área de aproximadamente 30 hectares de vegetação nativa foi desmatada para a produção ilegal de carvão em uma propriedade rural de Condeúba, no sudoeste da Bahia. A irregularidade foi descoberta nesta sexta-feira (14) durante uma operação do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). A fiscalização foi realizada após uma denúncia anônima. Antes da ação, técnicos do órgão confirmaram a ocorrência por meio de imagens de satélite, utilizadas no monitoramento da supressão de vegetação nativa no estado. No local, os agentes encontraram nove fornos clandestinos utilizados para a produção de carvão. A estrutura foi destruída e a propriedade rural foi totalmente embargada. A área devastada corresponde a cerca de 30 hectares, extensão equivalente a aproximadamente 30 campos de futebol. O proprietário do local foi identificado e autuado pelos órgãos ambientais. Ele deverá responder a um processo administrativo e será obrigado a apresentar um plano de recuperação da área degradada. Além da recuperação ambiental, o responsável estará sujeito ao pagamento de multa administrativa, cujo valor será calculado de acordo com a extensão do dano causado à vegetação nativa.























