Carreata de Jerônimo Rodrigues reúne lideranças políticas em Caetité
Carreata de Jerônimo Rodrigues reúne lideranças políticas em Caetité
Prefeito Valtécio Aguiar, Rui Costa, Jaques Wagner, Félix Mendonça Júnior e Ivana Bastos participaram da mobilização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Jerônimo Rodrigues, governador e candidato à reeleição, participou de uma carreata em Caetité, no sudoeste da Bahia, destacando investimentos em saúde, especialmente a implantação do Hospital Estadual de Oncologia Alto Sertão, que ampliou o acesso ao tratamento oncológico para 23 municípios da região.
- Durante o evento, o governador ressaltou a parceria entre os governos estadual e federal, enquanto o deputado federal Félix Mendonça Júnior agradeceu o apoio do prefeito Valtécio Aguiar e enfatizou as ações de saúde realizadas em Caetité. A comitiva também visitou Rio do Antônio, Caculé e Ibiassucê, encerrando a agenda de campanha com um comício em Guanambi.
Foto: Reprodução
O governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT) participou, no fim da tarde de sábado (29), de uma carreata em Caetité, no sudoeste da Bahia. A agenda de campanha reuniu o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT), os candidatos ao Senado Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), o prefeito Valtécio Aguiar (PDT), a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos (PSD), além de prefeitos, vereadores e outras lideranças políticas. Durante o evento, Jerônimo destacou investimentos do Governo do Estado na área da saúde, com ênfase na implantação do Hospital Estadual de Oncologia Alto Sertão, instalado em Caetité. Segundo o governador, a unidade ampliou o acesso ao tratamento oncológico para moradores de 23 municípios da região, reduzindo a necessidade de deslocamentos para outras cidades. Ao discursar, Jerônimo afirmou que a estrutura representa um avanço na oferta de serviços de alta complexidade no interior da Bahia e ressaltou a parceria entre os governos estadual e federal para viabilizar o atendimento. O deputado federal Félix Mendonça Júnior também discursou durante o ato e agradeceu o apoio do prefeito Valtécio Aguiar ao projeto político liderado por Jerônimo Rodrigues. Em sua fala, afirmou acreditar na vitória do governador e destacou ações realizadas na área da saúde em Caetité. A passagem por Caetité integrou a agenda de campanha de Jerônimo no sudoeste baiano. Antes, a comitiva percorreu os municípios de Rio do Antônio, Caculé e Ibiassucê. O roteiro foi encerrado na noite de sábado com um comício em Guanambi.
TRE‑BA cassa mandato do vereador Diogo Azevedo por unanimidade em Vitória da Conquista
Decisão ainda depende da publicação do acórdão; suplente Alisson da Educação é cotado para assumir vaga
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) decidiu casser o mandato do vereador Diogo Azevedo, de Vitória da Conquista, por unanimidade. A decisão foi tomada durante julgamento do processo, mas só terá efeito após a publicação do acórdão, que definirá os próximos passos.
- A defesa de Diogo Azevedo alegou perseguição política e discriminação pessoal, mas os desembargadores eleitorais entenderam que não houve comprovação de justa causa para a desfiliação. O caso já havia passado por reviravoltas em julho, quando uma liminar chegou a suspender o mandato de Diogo e autorizou a posse de Alisson da Educação.
Foto: Reprodução
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE‑BA) decidiu, nesta quinta‑feira (13), casssar o mandato do vereador Diogo Azevedo, de Vitória da Conquista, por unanimidade. A decisão foi tomada durante julgamento do processo, mas só terá efeito após a publicação do acórdão, que definirá os próximos passos. O suplente Alisson Roberto Seles Sá, conhecido como Alisson da Educação, já aparece como o nome mais cotado para assumir a cadeira na Câmara Municipal e, segundo aliados, articula nos bastidores a possibilidade de posse. A ação foi movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que defendeu a perda do mandato ao entender que Diogo Azevedo não comprovou justa causa para deixar o partido durante o exercício da função. O órgão afirmou que as alegações de perseguição política e discriminação pessoal apresentadas pelo vereador não foram acompanhadas de provas. O MPE também pediu a rejeição das preliminares apresentadas pela defesa, sustentando que divergências internas ou conflitos partidários não configuram, por si só, grave discriminação capaz de justificar a mudança de legenda sem perda de mandato. Durante o processo, a defesa de Diogo alegou perseguição dentro do União Brasil, mas os desembargadores eleitorais entenderam que não houve comprovação de justa causa para a desfiliação. O caso já havia passado por reviravoltas em julho, quando uma liminar chegou a suspender o mandato de Diogo e autorizou a posse de Alisson da Educação. A cerimônia chegou a ser marcada, mas outra decisão suspendeu os efeitos da liminar dias depois, mantendo o vereador no cargo até o julgamento definitivo. Com o resultado desta quinta‑feira, o mandato de Diogo Azevedo foi cassado por unanimidade. Agora, a expectativa gira em torno da publicação do acórdão, que vai definir se a decisão terá efeito imediato e se Alisson da Educação poderá assumir automaticamente a vaga. Caso o acórdão confirme a execução imediata, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista deverá ser notificada para dar posse ao suplente. Ainda assim, a defesa de Diogo poderá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eleito em 2024 com 6.017 votos, Diogo Azevedo se tornou o vereador mais votado da história do município e é pré‑candidato a deputado federal pelo PSDB nas eleições de 2026.
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Presidente do PL teria articulado convite antes da escolha do deputado Alfredo Gaspar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada a integrar a chapa de Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República, mas decidiu recusar a proposta. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores.
- Entre os principais motivos da recusa de Michelle Bolsonaro estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.
Foto: Reprodução
Antes da definição do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada para integrar a composição, mas decidiu recusar a proposta. A informação foi divulgada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Segundo a publicação, o convite partiu do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, com o apoio de integrantes da cúpula do partido e de aliados próximos da família Bolsonaro. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores. De acordo com uma fonte ouvida pela jornalista, Michelle e o ex-presidente Jair Bolsonaro avaliaram, em conjunto, que a participação na disputa seria inviável. Entre os principais motivos estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar. Ainda conforme a reportagem, um interlocutor da ex-primeira-dama afirmou que os cuidados com a saúde do ex-presidente tiveram peso decisivo na escolha. "Como ela iria fazer campanha? Impossível. Quem cuidaria do Jair? Na prática, a Michelle também está em prisão domiciliar", declarou a fonte ao O Globo. Com a recusa de Michelle Bolsonaro, o PL definiu o deputado federal Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República.
Vice de Flávio pede à Justiça agilidade em exame de DNA para afastar suspeita de estupro
Alfredo Gaspar diz que está "indignado" e que vai provar inocência cientificamente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro, solicitou à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal a aceleração de um exame de DNA que pode afastar a suspeita de estupro de vulnerável.
- A acusação é feita por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, que alegam ter provas de que Gaspar cometeu o crime com uma menina de 13 anos em 2018.
Foto: Bruno Spada | Câmara dos Deputados
Candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) a aceleração de um exame de DNA que, segundo sua defesa, pode afastar a suspeita de estupro de vulnerável. O material genético do parlamentar foi coletado em 23 de abril, após decisão da Justiça de Alagoas atendendo a um pedido feito pela própria defesa. Em manifestação enviada à PGR, os advogados afirmam que a perícia científica deverá comprovar que a acusação é "falsa, descabida e acintosa". No pedido encaminhado ao STF, a defesa requer que o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, estabeleça um prazo de 72 horas para o início das providências necessárias à realização do exame. O caso - A apuração chegou ao Supremo após a Polícia Federal encaminhar uma notícia-crime apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que pedem a investigação da suspeita envolvendo Alfredo Gaspar. Em seguida, Gilmar Mendes remeteu o caso à PGR, responsável por decidir se solicita ou não a abertura formal de investigação contra autoridades com foro privilegiado. Antes de se manifestar, o órgão determinou diligências complementares, entre elas um pedido para que a senadora apresente mais informações que sustentem a acusação. Na notícia-crime, Lindbergh e Soraya sustentam que existem "registros documentais e conversas" que, em tese, apontam para "a prática do crime de estupro de vulnerável contra uma menina que, ao tempo dos fatos, contava 13 anos de idade". Segundo os parlamentares, dessa suposta relação teria nascido uma criança.
Quem é Alfredo Gaspar, escolhido como vice de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência
Nascido em Maceió, única capital nordestina onde Bolsonaro teve maioria de votos em 2022, Alfredo Gaspar ganhou projeção política em Alagoas antes de ser escolhido como vice
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, do PL-AL, foi anunciado como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. Gaspar, natural de Maceió, é advogado e ex-promotor de Justiça, e tem uma longa história de atuação em cargos públicos em Alagoas. Ele foi presidente da Secretaria de Segurança Pública e comandou a CPI do INSS, ganhando projeção nacional.
- A escolha de Gaspar pelo PL ocorreu após mudanças de estratégia do partido e semanas de negociações para formar a chapa presidencial. Outros nomes, como Tereza Cristina e Daniella Marques, foram considerados para a vaga de vice antes da escolha final de Alfredo Gaspar.
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Anunciado nesta quarta-feira (5) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), o deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça Neto (PL-AL), de 55 anos, é advogado, ex-promotor de Justiça e representante de Alagoas na Câmara dos Deputados. Natural de Maceió, capital de Alagoas, Alfredo Gaspar tem pós-graduação em Direito Público. A cidade onde nasceu também se tornou um símbolo da força do bolsonarismo no Nordeste: Maceió foi a única capital da região em que Jair Bolsonaro (PL) obteve maioria dos votos no segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Antes de ingressar na política, Gaspar atuou por mais de 20 anos como promotor de Justiça no Ministério Público de Alagoas. Durante a carreira, ocupou cargos como procurador-geral de Justiça do estado e presidente do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas. Na área da segurança pública, comandou a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas em dois períodos: entre 2015 e 2016 e, posteriormente, entre 2021 e 2022. Também presidiu o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas, ligado ao Conselho Nacional de Procuradores-Gerais. Eleito deputado federal em 2022, Gaspar assumiu o primeiro mandato na Câmara dos Deputados em 2023. No Congresso, integrou comissões como a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), Relações Exteriores e Defesa Nacional e Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. O parlamentar também coordenou a comissão externa criada para acompanhar o afundamento do solo em bairros de Maceió, provocado pela exploração de sal-gema na capital alagoana. O caso afetou milhares de moradores e levou à desocupação de áreas da cidade. CPMI do INSS - Gaspar ganhou projeção nacional ao atuar como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, criada para investigar suspeitas de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. A atuação reforçou sua aproximação com o grupo de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além da CPMI do INSS, o deputado participou de outras investigações no Congresso, como as CPIs das Pirâmides Financeiras e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Antes de se aproximar do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ocupou posições de liderança no União Brasil e em blocos parlamentares de centro. Mudança de estratégia - A escolha de Gaspar para a vice-presidência ocorreu após uma mudança de estratégia do PL. Durante a madrugada desta quarta-feira, o deputado havia anunciado nas redes sociais que disputaria uma vaga ao Senado por Alagoas. Horas depois, porém, o cenário mudou e ele foi confirmado como companheiro de chapa de Flávio Bolsonaro na corrida pelo Palácio do Planalto. A definição encerra semanas de negociações do partido para formar a chapa presidencial. Nomes como a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques (Republicanos) chegaram a ser cotados para ocupar a vaga de vice antes da escolha final por Alfredo Gaspar.
João Leão é levado a hospital após passar mal em Salvador
João Leão é levado a hospital após passar mal em Salvador
Deputado federal licenciado foi avaliado por médicos, realizou exames de rotina e deve retomar as atividades nos próximos dias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O secretário de Governo de Salvador e deputado federal licenciado, João Leão, passou mal durante o expediente na manhã desta segunda-feira (13). Por precaução, o político foi encaminhado a uma unidade de saúde para a realização de exames de rotina e avaliação médica, recebendo alta e retornando para sua residência no início da tarde.
- Em nota oficial, João Leão tranquilizou familiares e apoiadores ao afirmar que seu estado de saúde é estável e agradeceu as mensagens de carinho recebidas. A expectativa da assessoria é de que ele retome sua agenda de compromissos políticos nos próximos dias, após cumprir o período de repouso recomendado pelos médicos.
Foto: Reprodução
O secretário de Governo de Salvador e deputado federal licenciado, João Leão, passou mal no fim da manhã desta segunda-feira (13) durante o expediente. Por precaução, ele foi encaminhado a uma unidade de saúde, onde passou por avaliação médica e realizou exames de rotina. Após os procedimentos, o político recebeu alta no início da tarde e retornou para casa. De acordo com a orientação da equipe médica, ele permanecerá em repouso nos próximos dias para garantir uma recuperação adequada. Em nota, João Leão tranquilizou familiares, amigos, aliados e apoiadores, afirmando que seu estado de saúde é estável. O secretário também agradeceu as mensagens de solidariedade recebidas ao longo do dia. Segundo o comunicado, a expectativa é de que João Leão retome normalmente sua agenda de compromissos nos próximos dias, após cumprir o período de descanso recomendado pelos médicos. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a causa do mal-estar, e a assessoria do secretário informou apenas que os exames realizados fazem parte da avaliação clínica de rotina após o atendimento.
Justiça condena Gustavo Gayer a pagar R$ 20 mil por postagem sobre facada em Bolsonaro
Deputado terá de pagar R$ 20 mil em indenização ao PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi condenado a pagar R$ 20 mil por danos morais após uma publicação em redes sociais que atribuía ao PT a responsabilidade pelo atentado a faca contra Jair Bolsonaro em 2018.
- A decisão, de primeira instância, foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, que entendeu que a publicação não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade parlamentar não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas.
Foto: Reprodução
A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, após uma publicação em redes sociais que atribuía ao Partido dos Trabalhadores (PT) a responsabilidade pelo atentado a faca contra o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018. A decisão é de primeira instância e foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira. Cabe recurso. Na publicação, o parlamentar divulgou um vídeo afirmando que “o PT mandou Adélio Bispo matar o até então candidato à Presidência Bolsonaro”. Ele também pediu que o conteúdo fosse compartilhado, alegando que a imprensa tentaria “abafar” a informação. O PT acionou a Justiça alegando que a declaração era falsa e que as investigações oficiais já haviam descartado qualquer envolvimento do partido no ataque. Em 2024, a Polícia Federal concluiu o inquérito e reafirmou que Adélio Bispo agiu sozinho no atentado ocorrido em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral de 2018. Na defesa apresentada no processo, Gayer afirmou que sua publicação estava protegida pela liberdade de expressão e pela imunidade parlamentar. No entanto, o juiz entendeu que a postagem não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas. Na decisão, o magistrado destacou que a publicação não teve caráter informativo ou de crítica política, mas sim de difusão de fato desconectado da realidade. Ele também afirmou que o conteúdo teve grande alcance nas redes sociais e contribuiu para a disseminação da informação. O juiz acrescentou ainda que agentes públicos devem ter responsabilidade ao se manifestar em redes sociais, especialmente quando suas publicações podem alcançar milhões de pessoas, reforçando que a liberdade de expressão não permite abuso nem divulgação de fake news.
Pastor Sargento Isidório vai à sessão vestido de operário na Câmara
Pastor Sargento Isidório vai à sessão vestido de operário na Câmara
Deputado federal baiano participou de reunião da comissão especial da Câmara usando capacete e colete de construção civil para defender mudanças na jornada de trabalho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou a atenção na Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (25), ao se manifestar em defesa da jornada de trabalho 5x2. Durante sessão da comissão especial que discute o fim da escala 6x1 em Brasília, o parlamentar compareceu vestido com capacete e colete laranja de operário da construção civil, carregando uma placa com sua reivindicação.
- A manifestação de Isidório ocorreu no âmbito dos debates sobre uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa alterar o modelo atual de carga horária semanal no país, buscando encerrar a jornada 6x1, que ele categoriza como "escravocrata" em redes sociais. Não é a primeira vez que o deputado utiliza tal figurino para o tema, e a proposta tem gerado amplos debates entre parlamentares, trabalhadores e empresários, com a relatoria a cargo do deputado baiano Leo Prates (Republicanos-BA).
Foto: Reprodução
O deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou atenção durante a sessão da comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6x1, nesta segunda-feira (25), em Brasília. Vestido com capacete e colete laranja de operário da construção civil, o parlamentar participou da reunião carregando uma placa em defesa da jornada de trabalho 5x2. A manifestação ocorreu durante os debates sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende alterar o modelo atual de carga horária semanal no país. Antes da sessão, Isidório publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que viajaria à capital federal para “garantir a 5x2, dando fim à escala escravocrata de 6x1”. Não é a primeira vez que o deputado utiliza o figurino durante discussões sobre o tema. Em 10 de maio, ele já havia comparecido a outra reunião da comissão vestido da mesma forma. A proposta em análise na Câmara tem provocado debates entre parlamentares, representantes de trabalhadores e setores empresariais. O texto prevê mudanças na jornada semanal de trabalho e será analisado pela comissão especial antes de seguir para votação. A relatoria da proposta está sob responsabilidade do deputado baiano Leo Prates (Republicanos-BA).
Disputa por emendas entre Charles Fernandes e Otto Filho trava recursos
Disputa por emendas entre Charles Fernandes e Otto Filho trava recursos
Ministro do STJ entendeu que suplente não pode alterar destino das emendas após renúncia voluntária de Otto Alencar Filho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Charles Fernandes sofreu um revés no Superior Tribunal de Justiça após decisão que suspendeu alterações em emendas parlamentares do ex-deputado Otto Alencar Filho referentes ao orçamento de 2026. A decisão liminar bloqueia o remanejamento de R$ 40,2 milhões destinados a municípios baianos.
- A decisão é resultado de uma disputa que começou após Otto Alencar Filho renunciar ao mandato na Câmara para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado da Bahia. Charles Fernandes assumiu a vaga e solicitou acesso ao sistema de orçamento do governo federal para alterar os municípios que receberiam os recursos.
Foto: Reprodução
O deputado federal Charles Fernandes sofreu um revés no Superior Tribunal de Justiça após decisão que suspendeu alterações em emendas parlamentares do ex-deputado Otto Alencar Filho referentes ao orçamento de 2026. A decisão liminar foi assinada pelo ministro Benedito Gonçalves e bloqueia o remanejamento de R$ 40,2 milhões destinados a municípios baianos. A disputa começou após Otto Alencar Filho renunciar ao mandato na Câmara para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado da Bahia. Com isso, Charles Fernandes assumiu a vaga de deputado federal e solicitou acesso ao sistema de orçamento do governo federal para alterar os municípios que receberiam os recursos. Segundo a decisão, as mudanças chegaram a ser registradas no sistema após parecer favorável da Casa Civil. Otto Filho, no entanto, acionou a Justiça alegando que as alterações ocorreram sem autorização e com uso indevido do seu nome. Ao analisar o caso, o ministro Benedito Gonçalves entendeu que a legislação só permite a transferência do controle das emendas em situações de perda de mandato por decisão judicial ou legislativa, o que não ocorreu no caso de Otto Filho, que deixou o cargo por renúncia voluntária. Com a decisão, os recursos permanecem temporariamente bloqueados até julgamento definitivo do processo. A disputa também expôs um desgaste interno dentro do Partido Social Democrático na Bahia. Nos bastidores, aliados do partido apontam tensão entre os grupos políticos envolvidos. Procurado para comentar a decisão e os desdobramentos do caso, Charles Fernandes não se manifestou até o fechamento da reportagem.
Arthur Maia diz ter retirado apoio a proposta que adia fim da escala 6×1
Arthur Maia diz ter retirado apoio a proposta que adia fim da escala 6×1
Deputado federal afirmou nas redes sociais que retirou apoio à proposta que adia por dez anos o fim da escala 6×1 no Brasil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Arthur Oliveira Maia anunciou que retirou sua assinatura da emenda que propõe adiar em dez anos o fim da escala 6×1 no Brasil. A decisão foi tomada após a repercussão negativa nas redes sociais pelo seu apoio à proposta de adiar as mudanças na jornada de trabalho, previstas para valer em 2036.
- A proposta em discussão no Congresso prevê alterações nas regras da jornada semanal e debate o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos com um dia de descanso.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Após assinar, com mais oito deputados baianos, a proposta de adiar a PEC da escala 6x1, deputado federal Arthur Oliveira Maia afirmou nesta quarta-feira (20) que retirou sua assinatura da emenda que propõe adiar em dez anos o fim da escala 6×1 no Brasil. A declaração foi feita após a repercussão negativa envolvendo o nome do parlamentar entre os apoiadores da proposta protocolada na Câmara dos Deputados. O texto prevê que as mudanças na jornada de trabalho só passem a valer em 2036. Nas redes sociais, Arthur Maia respondeu diretamente a uma internauta que criticou sua posição sobre o tema. “Você ser contra a escala 6×1 e ser a favor de postergar por 10 anos uma decisão que pode mudar a vida dos baianos que trabalham em escala 6×1, isso sim é vergonhoso”, escreveu a usuária. Em resposta, o deputado declarou: “Já retirei a minha assinatura”. O nome de Arthur Maia aparecia entre os parlamentares que apoiaram a emenda apresentada dentro da comissão especial que analisa a PEC 221/2019, proposta que trata da redução da jornada semanal de trabalho. A repercussão nas redes sociais gerou uma onda de cobranças ao parlamentar baiano nas últimas horas, com milhares de comentários criticando o apoio ao adiamento das mudanças na escala de trabalho. A proposta em discussão no Congresso prevê alterações nas regras da jornada semanal e também debate o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos com um dia de descanso. A comissão especial responsável pela análise da matéria tem como relator o deputado baiano Léo Prates, e a expectativa é que o relatório seja votado ainda neste mês.
Câmara de Vereadores de Livramento concede Título de Cidadão Livramentense ao deputado federal José Rocha
Em Livramento de Nossa Senhora, no último pleito, José Rocha obteve 6216 votos
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Institucional
- Em um dia marcado por homenagens a pessoas que prestaram contribuição de grande valor ao município de Livramento de Nossa Senhora, a Câmara de Vereadores concedeu ao deputado federal José Rocha (União), o Título de Cidadão Livramentense. A cerimônia de entrega contou com a presença do prefeito Ricardinho Ribeiro (REDE), de diversos secretários de governo, da primeira dama Leila, e da população em geral, que lotou o auditório Dona Didi Azevedo. Em seu discurso, José Rocha ressaltou a integridade de sua longeva vida pública e agradeceu a Casa Legislativa Livramentense pela honraria. “Quero agradecer aos vereadores, ao povo de Livramento, pois para mim é uma honra muito grande e uma emoção também, pois estou na vida pública há 40 anos com mandato. Estou no oitavo mandato de deputado federal, sem ter na minha vida uma única denúncia, muito menos um processo na minha atividade pública”, salientou José Rocha. Ainda em sua fala, o parlamentar disse acreditar no trabalho coletivo, reconheceu os avanços da gestão Ricardinho, prometeu compromisso para com a população local, mas admitiu que a cidade tem deficiências históricas, a exemplo da falta de uma universidade pública. “Nós políticos, temos esta responsabilidade, que é está bem com o povo e com as comunidades. E para isso, nós temos que ter muita dedicação, e ter pessoas ao nosso lado, Ricardinho, para que nos dê a força necessária para trabalhar. E nós somos comprometidos com seu trabalho para poder conseguir os recursos e transformá-los em obras importantes para a comunidade de Livramento. Olha, Ricardinho, você fez muito pelo município, mas eu ainda vejo duas necessidades, aliás três: uma é uma universidade pública, e nós devemos lutar por uma universidade pública, a outra, sei que você está nesta luta, que é o Hospital Regional para dar um suporte à saúde pro povo de Livramento, e também um projeto voltado para a irrigação, para a fruticultura, que movimenta a economia do município, mas faz parte da vocação de Livramento”, elencou Rocha que não deixou de reconhecer a votação expressiva dos livramentenses, que conferiram ao parlamentar 6216 votos. O Título de Cidadão Livramentense ao deputado federal José Rocha foi autoria do vereador Joaquim Silva (PL).
























