Em depoimento à PF, Bolsonaro alega que postou vídeo golpista que questionava eleição “sem querer”
Os investigadores avaliam se uma postagem feita no dia 11 de janeiro por Bolsonaro é suficiente para o classificar como autor intelectual dos ataques
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- O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acompanhado de sua defesa, depôs no inquérito dos atos golpistas de 8 de janeiro na manhã desta quarta-feira (26). No depoimento de duas horas, o ex-mandatário diz que compartilhou "sem querer" um vídeo que questionava as eleições de 2022. As informações foram apuradas pela TV Globo. O depoimento foi por uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na semana passada. Moraes atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República. Os investigadores avaliam se a postagem feita no dia 11 de janeiro por Bolsonaro o classifica como autor intelectual dos ataques à sede dos Três Poderes. A postagem em questão colocava em dúvida o sistema eleitoral. A PGR pediu o depoimento quando o ex-presidente ainda estava nos Estados Unidos.
Bolsonaro presta depoimento à PF sobre caso das joias sauditas
O depoimento do ex-presidente da República ocorreu na sede da PF, em Brasília, nesta quarta-feira (5)
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- O ex-presidente Jair Bolsonaro se apresentou à Polícia Federal (PF), por volta das 14h20 desta quarta-feira (5), para prestar depoimento sobre a entrada ilegal das joias presenteadas ao governo da Arábia Saudita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Em 29 de março, um dia antes da data prevista para o retorno do ex-mandatário ao Brasil, ele foi intimado pela PF. O tenente-coronel Mauro Cid, então ajudante de ordens de Bolsonaro, também foi intimado e prestou depoimento nesta quarta (5). Além do ex-presidente e do tenente-coronel, outras oito pessoas estavam previstas para serem ouvidas simultaneamente, inclusive o ex-assessor especial, Marcelo Câmara, e o ex-chefe da Receita Federal, Julio Cesar Vieira. A informação foi divulgada pela jornalista Andréia Sadi.
PM suspeito de matar indígenas na Bahia permanece calado em depoimento
Ele foi preso depois de se apresentar à Polícia Civil, acompanhado de dois advogados, em Teixeira de Freitas
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O policial militar suspeito de matar dois jovens indígenas no município de Itabela foi interrogado na noite de quinta-feira (30) e permaneceu calado. Ele foi preso depois de se apresentar à Polícia Civil, acompanhado de dois advogados, em Teixeira de Freitas. Identificado como Laércio Maia Santos, de 31 anos, o policial militar prestava serviço de segurança privada na região no dia do crime. Ele é suspeito de matar os indígenas Nawir Brito de Jesus, 16 anos, e Samuel Cristiano do Amor Divino, de 21, no dia 17 de janeiro. Após ser preso, ele foi transferido para Eunápolis, onde prestou depoimento. Agora, ele deve ser encaminhado ao Batalhão de Choque da PM, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, onde vai ficar custodiado. O militar estava sendo procurado por equipes da Força Integrada (FI) de Combate a Crimes Comuns envolvendo Povos e Comunidades Tradicionais. No último sábado (28), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) anunciou que já havia identificado o suspeito. Em um imóvel utilizado pelo suspeito na na zona rural de Porto Seguro, a polícia havia apreendido armas, celulares, rádios comunicadores, entre outros dispositivos eletrônicos.
CPI aprova convocação de Luciano Hang e marca depoimento para quarta-feira
Presidente do colegiado, o senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou ter certeza de que empresário bolsonarista vai “colaborar muito” com as investigações
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- A CPI da Covid-19 aprovou nesta quinta-feira (23) a convocação do empresário bolsonarista Luciano Hang, proprietário da rede de lojas Havan. O depoimento dele está marcado para ocorrer já na próxima quarta-feira (29). Presidente do colegiado, o senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou ter certeza de que Hang vai “colaborar muito” com as investigações da CPI. “Ele, como um patriota, como um brasileiro que demonstra ser, e que participou ativamente nas discussões de tratamento precoce, com certeza ficará muito feliz em vir aqui na CPI para contribuir na investigação”, disse o senador.























