Falso médico é investigado por forjar solicitações para crianças autistas em Vitória da Conquista
O homem, que ainda não teve o nome divulgado, teria reproduzido assinaturas e dados profissionais de um médico da cidade
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem está sendo investigado em Vitória da Conquista (BA) por suposta falsificação de solicitações de tratamentos para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Na quinta‑feira (10), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na residência do suspeito, apreendendo notebook e celular que serão analisados pela perícia.
- A investigação começou após denúncia de um médico, que afirmou que seus dados profissionais estavam sendo usados indevidamente. A fraude inclui a reprodução da assinatura do profissional, a criação de um carimbo com seus dados e a emissão de laudos e solicitações de exames sem indicação médica, o que já havia sido apontado por uma operadora de plano de saúde no início do ano. Até o momento, ninguém foi preso e o nome do investigado não foi divulgado.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um homem é investigado por suspeita de falsificar solicitações de tratamentos para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A Polícia Civil cumpriu, nesta quinta-feira (10), mandados de busca e apreensão na casa do suspeito. Durante a ação, foram apreendidos um notebook e um celular, que serão submetidos à perícia. A investigação foi iniciada após um médico denunciar que seus dados profissionais estariam sendo utilizados sem autorização. Segundo a Polícia Civil, o suspeito teria reproduzido a assinatura do profissional em laudos e solicitações de exames, além de confeccionar um carimbo com os dados do médico. A suspeita de falsificação já havia sido levantada no início deste ano por uma operadora de plano de saúde, que identificou irregularidades em documentos encaminhados para faturamento. Entre os problemas encontrados estavam a cobrança de valores elevados e solicitações de tratamentos sem indicação médica convencional. Uma análise posterior também apontou alterações nas datas registradas nos documentos. Até o momento, ninguém foi preso. O nome do investigado não foi divulgado.
























