EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
Medida entrou em vigor nesta sexta-feira e abre caminho para sanções financeiras e novas ações de cooperação internacional contra as facções brasileiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A decisão do governo dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente, ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília.
- A medida permitirá que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional, o que pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública.
Foto: Casa Branca | Tia Dufour
A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente nesta sexta-feira (5), ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília e abrindo uma nova frente de debate sobre soberania, segurança pública e possíveis impactos econômicos. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano no fim de maio e entrou em vigor após a publicação formal nos registros oficiais do governo dos EUA. A classificação permite que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos de combate financeiro e operacional contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional. O governo brasileiro reagiu de forma crítica à decisão. Integrantes do Palácio do Planalto argumentam que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio da cooperação internacional entre os países, sem interferências que possam ser interpretadas como violação da soberania nacional. Especialistas ouvidos por veículos nacionais e internacionais avaliam que a classificação pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública. Entre as preocupações estão possíveis restrições financeiras, maior rigor em transações internacionais e impactos indiretos sobre empresas e instituições que operam em regiões sob influência das facções criminosas. O tema ganhou ainda mais repercussão diante do cenário político brasileiro. A decisão foi anunciada em meio à aproximação de lideranças da oposição com integrantes do governo norte-americano e ocorre em um contexto de forte polarização política no país. Além das questões relacionadas à segurança, autoridades brasileiras acompanham possíveis reflexos econômicos da medida. Nos últimos dias, surgiram discussões envolvendo comércio exterior, sistema financeiro e relações bilaterais entre os dois países, embora não exista até o momento qualquer anúncio oficial de sanções diretas ao Brasil em decorrência da classificação das facções. Enquanto Washington sustenta que a decisão busca ampliar o combate ao crime organizado transnacional, o governo brasileiro defende que o enfrentamento das facções deve ocorrer por meio do fortalecimento da cooperação policial e judicial, sem medidas que possam abrir precedentes para intervenções externas. O tema promete permanecer no centro das discussões diplomáticas e políticas nas próximas semanas.
CBF decide que Carlo Ancelotti será o novo técnico da Seleção Brasileira a partir de 2024
Decisão foi tomada após dois encontros entre Carlo Ancelotti e o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues
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Foto: Reprodução
- A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu que o italiano Carlo Ancelotti será o novo técnico da Seleção Brasileira, a partir de 2024. A informação foi divulgada pelo Sportv nesta segunda-feira (19). O italiano só começará a comandar a Seleção - que atualmente é comandada interinamente por Ramon Menezes - em janeiro, quando encerra o vínculo com o Real Madrid. A decisão foi tomada após dois encontros entre Carlo Ancelotti e o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, que ocorreram na semana passada, na Espanha. Apesar da espera, a entidade disse já ter garantias do negócio, uma delas é de que Ancelotti vai indicar alguém para fazer a transição na Seleção, até sua chegada. Aos 64 anos, o italiano acumula em seu currículo quatro Champions League, duas delas com o Real Madrid nas temporadas 2013-14 e 2021-22 e outras duas com o Milan nas temporadas 2002-03 e 2006-07.























