Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Presidenciáveis classificaram o episódio como prejuízo à democracia e questionaram decisões do STF e do TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) condenaram as decisões do STF e do TSE que culminaram no cancelamento do debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite de 1º de outubro. Em entrevistas e nas redes sociais, ambos qualificaram o episódio de “atentado à democracia” e acusaram os ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha de interferir no processo eleitoral.
- Além da ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da desistência de Flávio Bolsonaro, a mudança nas regras de representação de candidatos ausentes e a inclusão de Renan Santos (Missão) foram apontadas como fatores que motivaram a suspensão. Caiado e Zema alertaram que a falta do confronto eleitoral representa prejuízo ao voto e à confiança dos quase 60 milhões de eleitores brasileiros.
Foto: Reprodução - TV Globo
Os candidatos à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) criticaram as decisões judiciais que contribuíram para o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º). Em entrevistas e manifestações nas redes sociais, os dois classificaram o episódio como um prejuízo à democracia e questionaram a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caiado chamou o cancelamento de “atentado à democracia brasileira” e afirmou que as decisões comprometeram o processo eleitoral. “Destruíram o processo eleitoral no país. Nós não tivemos a oportunidade de poder promover debates”, declarou. O candidato também utilizou a expressão “ditadura da toga” ao criticar decisões dos ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha. “As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, afirmou. Zema também criticou o cancelamento e disse que a ausência do confronto representa uma perda para o país. “Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, declarou. O ex-governador de Minas Gerais classificou a situação como “vergonha nacional” e mencionou reportagens da imprensa internacional sobre o STF. Ele ainda acusou o ministro Flávio Dino de atuar para beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o indicou ao Supremo. “Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, afirmou. Zema também declarou que manterá sua candidatura. A TV Globo anunciou o cancelamento após decisões judiciais alterarem regras previamente acordadas para o debate. Entre elas, uma determinação da ministra Estela Aranha, do TSE, sobre a representação de candidatos ausentes, e uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que assegurou a participação de Renan Santos (Missão). A ausência de Lula e a desistência de Flávio Bolsonaro (PL) também fizeram parte do contexto que levou à suspensão do evento.
TSE proíbe púlpito vazio de Lula, Gilmar obriga ida de Renan, Flávio desiste e Globo cancela debate
Decisões da ministra Estela Aranha, da Corte eleitoral, e de Gilmar Mendes, do STF, impõem mudanças em confronto televisivo entre presidenciáveis e emissora desiste de realizar debate
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Poucas horas antes do início do debate presidencial na TV Globo, decisões do TSE e do STF alteraram as regras: a ministra Estela Aranha proibiu a exibição do púlpito vazio de Lula, enquanto o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão do candidato Renan Santos (Missão). Com a recusa de Lula e a desistência do senador Flávio Bolsonaro, a emissora cancelou o evento, alegando interferência judicial e insegurança jurídica.
- Em nota, a Globo criticou as intervenções, afirmando que as decisões tomadas momentos antes do debate violam a liberdade editorial. Flávio Bolsonaro justificou sua ausência como censura, e Lula optou por participar de um podcast. O caso reacende o debate sobre a influência do poder judiciário nas transmissões eleitorais.
Foto: Manoella Mello | Globo
A duas horas do início do debate entre candidatos à presidência da República na TV Globo, duas decisões judiciais impuseram novas regras ao confronto entre os políticos. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Estela Aranha proibiu a emissora de exibir o púlpito vazido de Lula – o candidato do PT não quis comparecer ao debate. No Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes obrigou a TV a incluir o candidato Renan Santos (Missão) entre os debatedores. As mudanças de última hora já surtiram dois efeitos: o candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro anunciou que não iria mais comparecer ao debate; em função da desistência do senador e das interferências judiciais, a TV Globo cancelou o debate. Em nota, a emissora manifestou discordância com interferência nas regras acordadas. “A Globo recebeu há pouco duas notificações relacionadas à realização do debate presidencial programado para esta noite, que interferem nas regras previamente acordadas, e decidiu por seu cancelamento”, diz a nota. A Globo também afirmou que “as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa têm de organizar os debates eleitorais.” Antes do cancelamento do debate, Flávio Bolsonaro postou em rede social sua explicação para desistir de ir ao confronto: “Acabo de tomar a decisão de não ir ao debate da Globo em função da censura imposta ao evento pelo TSE. A imprensa tem que ser livre e as eleições limpas. Em breve mais detalhes”, justificou o candidato do PL nas redes sociais. Cerca de meia hora antes do anúncio, a ministra Estela Aranha concedeu uma liminar proibindo a TV Globo de exibir o púlpito vazio do presidente Lula e que os demais candidatos fizessem perguntas ao candidato ausente. O petista optou por não ir ao debate e decidiu participar de uma entrevista no podcast Flow no mesmo horário.
Foto: Reprodução
No entendimento da magistrada, a previsão de que o lugar destinado ao candidato ausente seja filmado durante o debate gera desequilíbrio na disputa eleitoral. “Em análise preliminar, a medida tem potencial para criar situação de desequilíbrio entre o participantes, conferindo espaço autônomo para referências a candidato ausente sem observância da dinâmica dialética que caracteriza o instituto do debate eleitoral”. A dinâmica em que os púlpitos de todos os candidatos convidados eram expostos na transmissão consta do regulamento do debate da própria emissora, cujas normas foram previamente acordadas. Aranha, contudo, destaca que a participação é facultativa e que a ausência não pode acarretar em dano a Lula. “Assim, mesmo que o candidato tenha se comprometido previamente com o regulamento, isso não transforma a participação em obrigatória. A consequência jurídica da ausência é simplesmente que ele perde a oportunidade de participar daquela rodada, enquanto o debate continua segundo as regras previamente acordadas.” Em outra frente, o ministro Gilmar Mendes determinou que a Globo inclua Renan Santos no debate presidencial. O magistrado tomou a decisão em uma reclamação do partido Solidariedade, que já estava com sua relatoria desde maio. “No caso concreto, de fato me parece que a exclusão do candidato Renan Santos (Missão) do debate presidencial a ser realizado pela Rede Globo se mostra indevida”, escreveu Gilmar Mendes, ressaltando que a liberdade de expressão dá ao eleitor o direito de comparar propostas de campanha.
Lula informa Globo que não participará do último debate presidencial antes do 1º turno
Candidato à reeleição se ausentou em todos os outros debates; equipe de Flávio Bolsonaro monitorava constantemente situação do petista nos bastidores
Por: Levy Teles
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou que não participará do último debate presidencial do primeiro turno, marcado para quinta‑feira, 1º, conforme comunicado à Globo. A decisão deixa fora da disputa candidatos como Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), e reforça a estratégia da campanha de Lula de evitar confrontos diretos, especialmente com Flávio Bolsonaro, que tem exigido a presença do petista no debate da Globo.
- A equipe de Lula indicou que o presidente só consideraria um modelo de debate que permitisse respostas rápidas, o que não foi atendido. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro reafirmou seu interesse em debater, e o debate será conduzido por César Tralli, com blocos temáticos e de livre discussão, incluindo a participação de Romeu Zema após decisão liminar.
Foto: Wilton Junior | Estadão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não irá para o último debate presidencial no primeiro turno, a ser realizado nesta quinta-feira, 1º. A equipe de Lula informou a Globo na tarde desta quarta-feira, 30. Até então, estão confirmados os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo). Com a decisão, Lula não participará de nenhum debate durante esse primeiro turno. Lula queixou-se a aliados de que estaria cercado de adversários, enquanto a campanha prefere já fazer o confronto direto entre ele e Flávio. Edinho Silva, presidente nacional do PT e coordenador da campanha, sinalizou que Lula quer fazer esse enfrentamento. “Se for um modelo de debate onde o presidente Lula faz uma pergunta e fica meia hora esperando para fazer a segunda, evidente que esse confronto de ideias não vai acontecer, esse confronto de projetos não vai acontecer”, disse, em entrevista à rádio TMC, na segunda-feira (28). Em comício no domingo, 27, Flávio antecipou o desejo de participar do debate da Globo. “Vamos no debate da Globo. Está confirmado aqui. Ele (Lula) que lute. Eu quero ir para lá para poder debater com ele. Então, estou chamando Lula para o debate. ‘Lula, eu quero você no debate da Globo. Vem debater comigo porque eu vou esfregar verdade na sua cara’”, disse Flávio em entrevista a jornalistas. Até então, Flávio não participou de nenhum debate e estabeleceu a presença de Lula como condição para que comparecesse aos programas. Integrantes da equipe do candidato do PL sondavam nos bastidores a possibilidade de o petista comparecer na quinta-feira. Logo no início da campanha, figuras do entorno do presidente já tinham sinalizado que ele evitaria participar de quase todos os debates – a única exceção em potencial seria na Globo. Quando anunciou que não participaria do debate da Band (o primeiro da campanha) no começo de agosto, Lula queixou das presenças de Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão). Zema estará no debate da Globo após decisão liminar provisória concedida pelo ministro Kassio Nunes Marques. O debate da quinta-feira será mediado pelo jornalista César Tralli e terá quatro blocos de perguntas e respostas e considerações finais. A metade desses blocos será para temas específicos – a outra parte será em tema livre.
Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Candidato do PL confirmou participação após carreata em Goiânia e convocou o presidente para o confronto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate televisivo promovido pela TV Globo na quinta‑feira (1º), mesmo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareça. Durante uma carreata em Goiânia, o candidato prometeu usar o confronto para “desmascarar” Lula, abordando temas como a crise no STF e a proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, três dias antes do primeiro turno das eleições de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou neste domingo (27) que participará do debate da TV Globo, marcado para quinta-feira (1º), e convocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o confronto. A declaração foi dada após uma carreata em Goiânia (GO). Flávio afirmou que pretende participar do encontro mesmo se Lula não comparecer e disse que quer confrontar o petista durante o debate. “Eu quero ir para esse debate só para desmascarar esse mentiroso, esse assassino da esperança do Brasil”, declarou. O candidato também afirmou que pretende questionar Lula sobre temas como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e a proposta de anistia para envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O debate será realizado três dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Até o momento, a campanha de Lula não havia confirmado a participação do presidente no encontro.
Flávio Bolsonaro diz que Lula é seu único adversário e critica governo durante debate da Band
Candidato do PL não participou do debate da Band e divulgou vídeo nas redes sociais durante a transmissão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band, em que afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula, e o governador Romeu Zema (Novo) desistiu da participação pouco antes do início do programa.
- No vídeo, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida, citando a redução de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e a suposta elevação de impostos pelo governo federal. Ele também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band neste domingo (23). Na gravação, ele afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula (PT). O governador Romeu Zema (Novo), que também estava previsto para o encontro, desistiu da participação pouco antes do início do programa. No vídeo, o candidato declarou que Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) não representam seus principais adversários na disputa. "Os que vão debater hoje não são meus adversários. Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem tá no poder e tá destruindo o Brasil", afirmou. Ao longo da gravação, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida. Ele citou a redução da quantidade de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e afirmou que o governo federal estaria elevando impostos para ampliar a arrecadação. O presidenciável também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, relacionadas a supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Debate da Band reúne só três candidatos e vira palco de críticas aos ausentes
Debate da Band reúne só três candidatos e vira palco de críticas aos ausentes
Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury participaram; Cury anunciou desistência antes da transmissão, mas voltou atrás
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O debate presidencial da TV Bandeirantes, realizado na noite de domingo (23), contou apenas com Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury, enquanto Lula, Bolsonaro e Zema faltaram, o que dominou a discussão. Cury, que inicialmente se recusou a participar, mudou de ideia e entrou no estúdio, mas o debate foi marcado por críticas e acusações de “covardes” contra os ausentes.
- Durante o evento, Lula concedeu uma entrevista simultânea à TV Record, abordando temas como segurança pública, economia e investigações envolvendo seu filho, enquanto os demais candidatos criticaram a ausência dos concorrentes e pediram explicações públicas.
Foto: Divulgação | TV Bandeirantes
O debate presidencial da TV Bandeirantes, realizado na noite deste domingo (23), teve apenas três dos seis candidatos convidados no estúdio. Participaram Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram, ausência que dominou o tom das discussões. Horas antes da transmissão, o debate ganhou um episódio inesperado: Augusto Cury anunciou que não participaria. Minutos depois, após falar com a imprensa na área externa, o candidato mudou de posição e decidiu entrar no estúdio. Durante os três blocos, Renan Santos abriu o debate com críticas duras aos adversários ausentes, chamando Lula e Flávio Bolsonaro de “covardes”. Em outro momento, fez declarações polêmicas sobre o eleitorado lulista, o que levou Augusto Cury a reagir e pedir menos agressividade no debate. Ronaldo Caiado também direcionou críticas aos candidatos que não compareceram, destacando sua trajetória política e afirmando nunca ter sido envolvido em escândalos. O goiano questionou a ausência dos adversários e cobrou explicações públicas. Enquanto o debate acontecia, Lula concedia entrevista à TV Record, exibida simultaneamente. Em cerca de 20 minutos, o presidente respondeu perguntas sobre segurança pública, economia, violência contra a mulher e as investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Lula afirmou que “se alguém está agindo de forma equivocada, esse alguém vai ter que ser investigado”.
























