Aneel mantém bandeira amarela na conta de luz em setembro
Aneel mantém bandeira amarela na conta de luz em setembro
A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária de setembro será amarela, resultando em um acréscimo de R$ 1,885 por cada 100 kWh consumidos, efeito que já estava em vigor desde maio.
- A bandeira amarela indica um cenário de geração de energia menos favorável, exigindo o uso de fontes com custos de produção mais elevados. Em resposta, a Aneel recomenda que os consumidores adotem medidas simples de redução de consumo para controlar o valor da conta de luz.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária de setembro será amarela. Com isso, os consumidores terão um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A cobrança adicional está em vigor desde maio. O sistema de bandeiras tarifárias permite indicar aos consumidores as condições e os custos envolvidos na geração de energia elétrica no país. Quando há aumento no custo de produção, uma taxa adicional é incluída automaticamente na fatura de energia. De acordo com a Aneel, a bandeira amarela para setembro está relacionada a um cenário menos favorável para a geração de energia, que exige o acionamento de fontes com custos de produção mais elevados. Diante desse contexto, a agência recomenda que os consumidores adotem medidas para reduzir o consumo de eletricidade. Mudanças simples nos hábitos cotidianos podem contribuir para diminuir o gasto de energia e, consequentemente, ajudar no controle do valor da conta de luz.
Produtores de banana fazem mobilização em Bom Jesus da Lapa contra baixa no preço da fruta
Agricultores do Projeto Formoso afirmam que valor pago pela caixa da banana não cobre os custos de produção e pedem definição de um preço de referência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Produtores de banana do Projeto Formoso, em Bom Jesus da Lapa, Bahia, mobilizaram nesta quinta-feira (27) bloqueando temporariamente a saída de caminhões para pressionar o mercado por revisão dos preços pagos aos agricultores. O protesto destaca que o valor atual de R$ 35 por caixa de banana de primeira qualidade está abaixo do custo de produção, que gira em torno de R$ 50, gerando prejuízos.
- Os líderes, como José Sabino, presidente da Fruta do Oeste, defendem a criação de uma tabela de preços de referência para unificar os valores praticados pelos produtores, evitando negociações individuais e fortalecendo o poder de negociação do setor. Espera-se que representantes dos agricultores e do comércio se encontrem ainda nesta quinta-feira para discutir um novo parâmetro de comercialização da banana na região.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Produtores de banana do Projeto Formoso, em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, realizaram uma mobilização nesta quinta-feira (27) e interromperam temporariamente a saída de caminhões que transportam a fruta. O protesto tem como principal objetivo pressionar o mercado por uma revisão dos preços pagos aos agricultores. Considerada uma das principais regiões produtoras de banana do país, Bom Jesus da Lapa enfrenta, segundo os produtores, um cenário de desvalorização da fruta. A categoria afirma que o valor praticado atualmente está abaixo do custo de produção, o que tem provocado prejuízos para os agricultores. De acordo com José Sabino, presidente da Fruta do Oeste e um dos líderes do movimento, a caixa da banana de primeira qualidade é comercializada por cerca de R$ 35, enquanto o custo para produzi-la gira em torno de R$ 50. Os produtores defendem a criação de uma tabela de preços de referência para a comercialização da fruta. A proposta é unificar os valores praticados pelos agricultores do Projeto Formoso, evitando negociações individuais por preços inferiores e fortalecendo o poder de negociação do setor. A expectativa é que representantes dos produtores e do setor comercial se reúnam ainda nesta quinta-feira (27) para discutir um acordo que possa estabelecer um novo parâmetro para a comercialização da banana na região.
























