Lula publica imagens sobre fome e desemprego e faz referência a Flávio Bolsonaro
Lula publica imagens sobre fome e desemprego e faz referência a Flávio Bolsonaro
Post nas redes sociais relembra a crise de 2021 e critica o período do governo Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nesta terça‑feira (15) uma série de imagens no Instagram com a frase "Se o pai fez isso, imagina o filho", direcionada ao candidato Flávio Bolsonaro (PL). A montagem reúne cenas da crise econômica e sanitária de 2021 – ossos de animais, cemitério, áreas desmatadas, filas em agências de emprego – e fotos do ex‑presidente Jair Bolsonaro, reforçando a crítica de Lula ao legado da família Bolsonaro.
- Na legenda, Lula alerta para a possibilidade de "fome, desemprego e crise sanitária sem precedentes" se a candidatura de Flávio avançar, usando o histórico da pandemia de covid‑19 como referência. O post, que mistura conteúdo visual impactante e mensagem política, intensifica o debate eleitoral e a disputa de narrativas entre os candidatos à presidência.
Foto: Reprodução - redes sociais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou, na terça-feira (15), uma série de imagens no Instagram com a frase “Se o pai fez isso, imagina o filho”, em referência a Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário na corrida presidencial. A montagem relembra episódios da crise econômica e sanitária de 2021, durante a pandemia de covid-19, e inclui imagens de ossos e carcaças de animais, de um cemitério, de uma área desmatada e de pessoas em fila em uma agência de emprego, além de fotografias do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na legenda, Lula escreveu: “Fome, desemprego e uma crise sanitária sem precedentes. O Brasil já passou por isso. Não podemos permitir que aconteça de novo”. A publicação faz uma crítica política ao governo Bolsonaro e associa o período retratado à candidatura de seu filho, Flávio.
Brasil alcança maior índice de desenvolvimento humano
Brasil alcança maior índice de desenvolvimento humano
Relatório aponta avanço histórico do IDH brasileiro em 2024
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Brasil alcançou o patamar de muito alto desenvolvimento humano, de acordo com o Radar IDHM 2026. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) brasileiro subiu de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024, com avanços nas áreas de longevidade, educação e renda. No entanto, as desigualdades raciais ainda são significativas no país.
- O estudo aponta que as diferenças regionais persistem, com as unidades federativas do Norte, Nordeste, Sul e Sudeste apresentando resultados distintos em termos de desenvolvimento humano. A renda é um dos principais desafios do país, com o IDHM relacionado à renda tendo crescido menos do que os demais indicadores.
Foto: Divulgação
O Brasil atingiu pela primeira vez o patamar de muito alto desenvolvimento humano, segundo dados do relatório Radar IDHM 2026, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O levantamento mostra que o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) brasileiro saltou de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024, alcançando o maior nível da série histórica. O indicador avalia três dimensões principais: longevidade, educação e renda. O estudo utiliza dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e foi elaborado em parceria com a Fundação João Pinheiro. Segundo o relatório, houve avanço nas três áreas analisadas, com destaque para a educação, que apresentou o maior crescimento médio anual ao longo do período. Mesmo com a melhora dos indicadores, o estudo aponta que as desigualdades raciais continuam significativas no país. Entre a população branca, o índice passou de 0,804 para 0,851 entre 2012 e 2024. Já entre negros, o avanço foi de 0,694 para 0,774. Apesar da redução da diferença entre os grupos, o levantamento destaca que negros e mulheres ainda permanecem em faixa inferior de desenvolvimento humano quando comparados à média nacional. O relatório também analisou o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Ajustado à Desigualdade, que considera diferenças internas de renda, educação e acesso a oportunidades. Nesse recorte, o Brasil saiu da classificação de baixo desenvolvimento humano em 2012 para médio desenvolvimento humano em 2024. O estudo aponta ainda que a renda segue como um dos principais desafios do país. O IDHM relacionado à renda apresentou crescimento menor que os demais indicadores e sofreu impacto direto da crise econômica iniciada em 2015 e da pandemia de Covid-19. Entre os estados brasileiros, todas as unidades federativas alcançaram patamar de alto ou muito alto desenvolvimento humano em 2024. Ainda assim, permanecem diferenças regionais importantes entre Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. O relatório destaca que a expectativa de vida, renda domiciliar e acesso ao ensino superior continuam apresentando diferenças expressivas entre os estados brasileiros, especialmente entre o Distrito Federal e unidades do Norte e Nordeste.
























