“PIX fantasma”: homem é suspeito de dar golpe de R$ 2 mil em restaurante de Guanambi
Segundo a denúncia, suspeito apresentava comprovantes de agendamento e depois cancelava as transferências.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O PIX virou dor de cabeça para a proprietária de um bar e restaurante de Guanambi, após um homem ser levado à delegacia suspeito de aplicar um golpe que causou um prejuízo de aproximadamente R$ 2 mil. O suspeito frequentava o local havia sete meses e realizava pagamentos em PIX, mas os comprovantes indicavam transferências agendadas que posteriormente eram canceladas.
- A situação chamou a atenção da Polícia Militar, que realizou uma busca no veículo do suspeito e encontrou uma faca de caça. O caso serve como alerta para comerciantes para conferir se o valor realmente foi creditado antes de liberar produtos ou serviços.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
O PIX virou dor de cabeça — e prejuízo — para a proprietária de um bar e restaurante de Guanambi, no sudoeste da Bahia. Um homem de 30 anos foi levado à Delegacia Territorial neste domingo (9), suspeito de aplicar um golpe que teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 2 mil ao estabelecimento. Segundo a denúncia feita à Polícia Militar, o suspeito frequentava o local havia cerca de sete meses. O esquema, conforme o relato da proprietária, funcionava de maneira simples: ele consumia no estabelecimento e apresentava comprovantes de PIX como se o pagamento tivesse sido realizado. O problema é que o dinheiro não chegava. De acordo com a proprietária, os comprovantes apresentados pelo homem indicavam transferências agendadas, que posteriormente eram canceladas. Com isso, os produtos e serviços eram consumidos, mas os pagamentos não eram efetivamente concluídos. A situação chamou a atenção e terminou com a intervenção da Polícia Militar. Durante a ocorrência, os policiais também realizaram uma busca no Ford Fiesta prata utilizado pelo suspeito. E a história ganhou mais um capítulo: uma faca de caça foi encontrada debaixo do banco do passageiro do veículo. O homem, o carro e o objeto foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Guanambi, onde o caso foi apresentado à autoridade policial. Agora, a Polícia Civil deverá investigar os pagamentos, verificar os comprovantes apresentados e apurar se houve fraude intencional. O suspeito foi apresentado como suspeito, e a responsabilidade criminal será definida após a investigação. O caso serve também de alerta para comerciantes: comprovante de PIX não significa, necessariamente, dinheiro na conta. Antes de liberar o produto ou serviço, é fundamental conferir se o valor realmente foi creditado.























