Homem é detido após tentar pagar serviço com falsa nota de R$ 100
Homem é detido após tentar pagar serviço com falsa nota de R$ 100
Papéis tinham propaganda financeira e imagem semelhante a cédulas de R$ 100, segundo a PM.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Na noite de 7 de setembro, um homem tentou pagar um serviço no valor de R$ 250 no bairro São José, em Guanambi (BA), usando papéis que imitavam cédulas de R$ 100. A tentativa foi denunciada ao 17º BPM pelo CICOM.
- Ao ser abordado, o suspeito foi contido antes de fugir; os papéis eram panfletos de propaganda financeira e a tentativa de pagamento com cartão foi recusada. O caso foi encaminhado à Delegacia Territorial de Guanambi para as providências legais.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
Um homem foi conduzido à Delegacia Territorial de Guanambi após tentar pagar um serviço no valor de R$ 250 com papéis que imitavam cédulas de dinheiro, na noite desta quarta-feira (7), no bairro São José. Segundo a Polícia Militar, uma equipe do 17º BPM foi acionada pelo CICOM por volta das 18h59 para atender a uma denúncia de fraude em um estabelecimento comercial na Rua Amazonas. No local, a vítima e uma testemunha relataram aos policiais que o homem havia solicitado um serviço e, ao final do atendimento, jogou no chão dois papéis que aparentavam ser cédulas de R$ 100 e tentou deixar o local. Ele foi contido antes de fugir. Conforme a PM, os materiais eram, na verdade, panfletos de propaganda financeira com a impressão de uma cédula na parte da frente. O homem ainda tentou realizar o pagamento com cartão de crédito, mas a transação foi recusada. As partes envolvidas e os materiais foram encaminhados à Delegacia Territorial de Guanambi para as providências cabíveis.
“PIX fantasma”: homem é suspeito de dar golpe de R$ 2 mil em restaurante de Guanambi
Segundo a denúncia, suspeito apresentava comprovantes de agendamento e depois cancelava as transferências.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O PIX virou dor de cabeça para a proprietária de um bar e restaurante de Guanambi, após um homem ser levado à delegacia suspeito de aplicar um golpe que causou um prejuízo de aproximadamente R$ 2 mil. O suspeito frequentava o local havia sete meses e realizava pagamentos em PIX, mas os comprovantes indicavam transferências agendadas que posteriormente eram canceladas.
- A situação chamou a atenção da Polícia Militar, que realizou uma busca no veículo do suspeito e encontrou uma faca de caça. O caso serve como alerta para comerciantes para conferir se o valor realmente foi creditado antes de liberar produtos ou serviços.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
O PIX virou dor de cabeça — e prejuízo — para a proprietária de um bar e restaurante de Guanambi, no sudoeste da Bahia. Um homem de 30 anos foi levado à Delegacia Territorial neste domingo (9), suspeito de aplicar um golpe que teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 2 mil ao estabelecimento. Segundo a denúncia feita à Polícia Militar, o suspeito frequentava o local havia cerca de sete meses. O esquema, conforme o relato da proprietária, funcionava de maneira simples: ele consumia no estabelecimento e apresentava comprovantes de PIX como se o pagamento tivesse sido realizado. O problema é que o dinheiro não chegava. De acordo com a proprietária, os comprovantes apresentados pelo homem indicavam transferências agendadas, que posteriormente eram canceladas. Com isso, os produtos e serviços eram consumidos, mas os pagamentos não eram efetivamente concluídos. A situação chamou a atenção e terminou com a intervenção da Polícia Militar. Durante a ocorrência, os policiais também realizaram uma busca no Ford Fiesta prata utilizado pelo suspeito. E a história ganhou mais um capítulo: uma faca de caça foi encontrada debaixo do banco do passageiro do veículo. O homem, o carro e o objeto foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Guanambi, onde o caso foi apresentado à autoridade policial. Agora, a Polícia Civil deverá investigar os pagamentos, verificar os comprovantes apresentados e apurar se houve fraude intencional. O suspeito foi apresentado como suspeito, e a responsabilidade criminal será definida após a investigação. O caso serve também de alerta para comerciantes: comprovante de PIX não significa, necessariamente, dinheiro na conta. Antes de liberar o produto ou serviço, é fundamental conferir se o valor realmente foi creditado.
























