André Mendonça pede afastamento de Alexandre de Moraes do STF
André Mendonça pede afastamento de Alexandre de Moraes do STF
Pedido foi encaminhado ao presidente do STF após novos desdobramentos do caso Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro do STF André Mendonça solicitou ao presidente da Corte, Edson Fachin, o afastamento do ministro Alexandre de Moraes, em meio à escalada da crise envolvendo as investigações do Banco Master. O pedido surge após a divulgação de um relatório da Polícia Federal que aponta mensagens entre Moraes e o ex‑controlador Daniel Vorcaro, levando a Corte a abrir novo processo de análise.
- Em retaliação, Moraes encaminhou um pedido para que Mendonça seja investigado por supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento político nos casos Banco Master e INSS. Fachin concedeu prazo de cinco dias para que os envolvidos – incluindo o procurador‑geral da República e o diretor da Polícia Federal – apresentem esclarecimentos, mantendo o foco nas investigações em curso.
Foto: Antônio Augusto | STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, o afastamento do ministro Alexandre de Moraes das funções no Supremo. O pedido foi apresentado em meio ao agravamento da crise envolvendo as investigações relacionadas ao Banco Master. A solicitação ocorreu após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal que cita mensagens e contatos entre Moraes e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em resposta, Alexandre de Moraes encaminhou a Fachin um pedido para que André Mendonça seja investigado por supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento político na condução de investigações ligadas aos casos Banco Master e INSS. Os dois pedidos agora estão sob análise da Presidência do STF. Edson Fachin determinou prazo de cinco dias para que André Mendonça, Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, apresentem esclarecimentos sobre os fatos investigados.
























