Ex-diretora de presídio cobra reconhecimento de paternidade de filha com ex-deputado
Segundo ela, a criança, com pouco mais de um ano, ainda não foi registrada, apesar de um exame de DNA ter confirmado a paternidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, investigada por suposta facilitação de fuga de detentos, publicou um vídeo nas redes sociais cobrando o ex-deputado federal Uldurico Junior pelo reconhecimento de paternidade de sua filha de pouco mais de um ano. Segundo a ex-diretora, mesmo com o teste de DNA confirmando o vínculo biológico, a criança permanece sem o registro civil devido a contestações na Justiça promovidas pelo ex-parlamentar.
- Durante o desabafo, ela alegou que o ex-deputado estaria utilizando o processo judicial como forma de retaliação por estar preso em decorrência de uma delação premiada firmada por ela junto ao Ministério Público da Bahia. A ex-diretora reforçou que busca apenas garantir os direitos básicos da menor, como registro de nascimento, filiação e pensão alimentícia, enquanto Uldurico Junior não se manifestou publicamente sobre as acusações até o momento.
Foto: Reprodução
A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, investigada por supostamente facilitar a fuga de 16 detentos em dezembro de 2024, divulgou um vídeo nas redes sociais em que cobra do ex-deputado federal Uldurico Junior (PSDB) o reconhecimento dos direitos da filha do casal. Segundo ela, a criança, com pouco mais de um ano, ainda não foi registrada, apesar de um exame de DNA ter confirmado a paternidade. No vídeo, a ex-diretora afirma que a filha continua sem o registro civil, mesmo após a comprovação do vínculo biológico. "Minha filha ainda continua sem ser registrada, mesmo com a paternidade comprovada por teste realizado pelo genitor. Um direito básico da minha filha continua sem ser reconhecido", declarou. Ela também acusa o ex-parlamentar de contestar judicialmente o processo de reconhecimento de paternidade e de utilizar medidas judiciais como forma de retaliação após sua prisão. Conforme a ex-diretora, o ex-deputado estaria preso em decorrência de uma investigação relacionada à delação premiada firmada por ela junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA). Durante o desabafo, a ex-diretora afirmou que busca apenas garantir os direitos da filha, incluindo o registro civil, o reconhecimento da filiação e o pagamento de pensão alimentícia. "O genitor vem contestando o processo, transformando uma questão que é do direito da minha filha para me atingir porque ele está preso. O que eu quero é o direito das minhas filhas: registro, reconhecimento da filiação e uma pensão alimentícia justa", afirmou. Até o momento, o ex-deputado Uldurico Junior não havia se manifestado publicamente sobre as declarações da ex-diretora.























