Avaliação negativa do governo Lula sobe para 43%, aponta pesquisa
Avaliação negativa do governo Lula sobe para 43%, aponta pesquisa
Levantamento Ipsos-Ipec mostra aumento de cinco pontos percentuais desde junho e desaprovação de 53% à maneira como o presidente conduz o país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Ipsos‑Ipec divulgada em 16 de setembro mostrou que a avaliação negativa do governo de Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 38 % em junho para 43 % em setembro, atingindo o maior índice registrado desde junho de 2025. Ao mesmo tempo, a desaprovação sobre a condução do país aumentou para 53 % e a aprovação recuou para 42 %. Apenas 33 % dos entrevistados consideram a gestão boa ou ótima, enquanto 23 % a classificam como regular.
- Na esfera econômica, 45 % dos respondentes acreditam que a situação piorou nos últimos seis meses, embora a expectativa de melhora para o próximo semestre tenha subido para 42 %. A pesquisa, feita presencialmente entre 9 e 13 de setembro com 2 mil eleitores em 130 municípios, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95 %.
Foto: Reprodução
A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu de 38% em junho para 43% em setembro, segundo pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta quarta-feira (16). O índice de entrevistados que consideram a gestão ruim ou péssima é o maior registrado pelo instituto desde junho de 2025. Já 33% avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 23% o consideram regular. A desaprovação à maneira como Lula conduz o país também aumentou, passando de 50% para 53%. A aprovação recuou de 44% para 42%. Sobre a confiança no presidente, 57% afirmaram não confiar nele, enquanto 40% disseram confiar. A percepção sobre o desempenho da administração também piorou: 45% consideram que o governo está sendo pior do que esperavam, ante 42% em junho. Outros 28% avaliam que está dentro das expectativas, e 24% dizem que está melhor. Na economia, 45% dos entrevistados afirmaram que a situação piorou nos últimos seis meses, contra 41% na pesquisa anterior. A parcela que percebeu melhora caiu de 25% para 23%, enquanto 29% consideraram o cenário estável. Apesar da avaliação negativa do período recente, as expectativas para os próximos seis meses ficaram mais positivas. O percentual dos que esperam melhora na economia subiu de 36% para 42%, enquanto os que preveem piora recuaram de 32% para 25%. A pesquisa foi realizada presencialmente entre 9 e 13 de setembro, com 2 mil eleitores em 130 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os resultados refletem a percepção dos entrevistados durante o período da coleta e estão sujeitos à margem de erro do levantamento.
























