Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Índice é o maior da série histórica iniciada em 2019; apenas 18% avaliam positivamente a atuação dos ministros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada em 26 de setembro de 2026 mostrou que a avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47%, o maior nível desde o início da série histórica em 2019. Apenas 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% a classificam como regular. Entre eleitores de Lula (PT), 32% dão avaliação positiva ao STF, ao passo que 24% são negativos; entre os de Flávio Bolsonaro (PL), apenas 6% dão nota positiva e 69% avaliam a atuação como ruim ou péssima.
- A pesquisa também revelou que 45% dos respondentes apoiam a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criar um Código de Ética e Conduta para a Corte. Além disso, 33% acreditam que a atuação do STF prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontam maior prejuízo à candidatura de Lula. O levantamento, com margem de erro de dois pontos percentuais, foi realizado com 2.002 eleitores em 125 municípios e está registrado no TSE sob o número BR-00304/2026.
Foto: Gustavo Moreno | STF
A avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47% e atingiu o maior nível da série histórica do Datafolha, iniciada em 2019. O resultado faz parte de pesquisa divulgada no sábado (26). Segundo o levantamento, 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% classificam o trabalho como regular. Outros 4% não souberam ou não responderam. Em maio deste ano, a avaliação negativa do STF era de 40%. Entre os eleitores que declararam voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 32% avaliaram positivamente o trabalho dos ministros, enquanto 24% fizeram uma avaliação negativa. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 6% consideraram a atuação do STF ótima ou boa e 69% a classificaram como ruim ou péssima. A pesquisa também perguntou sobre a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criação de um Código de Ética e Conduta para os integrantes da Corte. Ao todo, 45% são favoráveis à medida, sendo 23% totalmente a favor e 23% parcialmente a favor. Outros 33% são contrários, 5% não são a favor nem contra e 17% não souberam responder. O levantamento também abordou a percepção dos eleitores sobre a influência da atuação do STF na disputa presidencial. Para 33%, a atuação dos ministros prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontaram maior prejuízo à candidatura de Lula. A pesquisa Datafolha foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, em 125 municípios, entre os dias 22 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026.
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Presidente afirmou que as investigações devem alcançar todos os envolvidos, independentemente de cargo ou influência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta quinta‑feira (3) a necessidade de avançar nas investigações do escândalo envolvendo o Banco Master, afirmando que ninguém deve receber blindagem e que a apuração deve alcançar todos os envolvidos, “doa a quem doer”. Lula destacou a gravidade do caso, classificando‑o como um dos maiores escândalos já registrados no país e criticou o vazamento seletivo de informações que abala a confiança da população nas instituições.
- Sem citar nomes do STF, o presidente defendeu a criação de um código de ética para o Judiciário e cobrou medidas do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações. O tema segue em pauta no STF, com o ministro André Mendonça preparando discussão no plenário e a Procuradoria‑Geral questionando a legalidade dos procedimentos adotados.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta quinta-feira (3) o avanço das investigações sobre o Banco Master sem qualquer tipo de proteção a autoridades ou pessoas influentes. Em pronunciamento divulgado pela Presidência da República, ele afirmou que a apuração deve alcançar todos os envolvidos. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. Lula classificou o caso como um dos maiores escândalos já registrados no país e afirmou que a investigação envolve pessoas com influência política e econômica. O presidente também criticou o vazamento seletivo de informações e disse que esse tipo de prática compromete a confiança da população nas instituições. Sem citar nominalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Lula voltou a defender a criação de um código de ética para o Judiciário e afirmou que cabe ao presidente da Corte, Edson Fachin, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, adotar medidas para garantir a credibilidade das investigações. O caso segue em análise no STF. Enquanto o ministro André Mendonça deve levar o tema ao plenário da Corte, a Procuradoria-Geral da República questionou a legalidade do procedimento adotado na investigação.
























