Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação Havana desarticula grupo e prende líder em Conquista
Operação apreendeu armas, drogas, dinheiro, cheques, veículos e equipamentos eletrônicos utilizados nas investigações.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato. A ação ocorreu em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal, resultando na prisão em flagrante de um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, e no cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão.
- As investigações, iniciadas no fim de 2025, indicam que os cigarros eletrônicos eram introduzidos ilegalmente do Paraguai e há indícios de envolvimento da organização em crimes como falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada e lavagem de dinheiro. No local onde o líder foi detido, foram apreendidos munições, mais de R$ 500 mil em cheques, um veículo de luxo, diversas armas de fogo e drogas. O suspeito foi autuado e as investigações prosseguem para identificar outros envolvidos.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Havana para desarticular uma organização criminosa investigada por atuar no comércio clandestino de cigarros eletrônicos e na prática de estelionato em Vitória da Conquista e municípios da região. Um homem de 42 anos, apontado como líder do grupo, foi preso em flagrante. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais e comerciais localizados em Vitória da Conquista, Anagé e Tremedal. As investigações tiveram início no fim de 2025 e apontam que os cigarros eletrônicos vendidos pelo grupo eram introduzidos ilegalmente no país a partir do Paraguai. Segundo a Polícia Civil, também há indícios da participação da organização em crimes de falsificação de documentos, tráfico de drogas, associação criminosa armada, lavagem de dinheiro, posse ilegal de armas de fogo e estelionato. O investigado foi localizado em uma residência no bairro Ibirapuera, em Vitória da Conquista. No imóvel, os policiais apreenderam munições, mais de R$ 500 mil em cheques e um veículo de luxo. Durante a operação, também foram encontrados uma pistola calibre 9 milímetros, uma pistola calibre .22, dois rifles calibre .22, duas espingardas calibre .22, uma espingarda calibre 12, uma espingarda calibre .38, além de uma arma com numeração suprimida, duas armas de ar comprimido e cerca de 500 munições de diversos calibres sem registro. As equipes ainda apreenderam aproximadamente R$ 20 mil em dinheiro, cigarros eletrônicos e convencionais, porções de ecstasy, celulares, notebooks e documentos que serão periciados. O suspeito foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, tráfico de drogas e falsificação de documentos. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa.
Cigarro eletrônicos conquistam 690 mil novos adeptos no Brasil
Cigarro eletrônicos conquistam 690 mil novos adeptos no Brasil
Em seis anos, a incidência dos chamados vapes ou e-cigs saltou de 0,3% da população para 1,8%
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Foto: Reprodução
- Os cigarros eletrônicos conquistaram 690 mil novos adeptos (uma Aracaju, em Sergipe) neste ano e o país já totaliza 2,9 milhões de fumantes, o equivalente à população do Distrito Federal. É o que mostra a mais recente pesquisa Ipec sobre o tema. Em seis anos, a incidência dos chamados vapes ou e-cigs saltou de 0,3% da população para 1,8%. De acordo com o levantamento, chamou atenção a expansão desse tipo de cigarro em Mato Grosso do Sul, onde os fumantes passaram de 1,8% da população para 4% somente, alta de 122% entre 2023 e 2022. O estado foi seguido por Goiás (alta de 107%), Minas Gerais (100%) e Paraná (32,4%). No Distrito Federal, houve queda de 18%, mas é o local com mais incidência dos dispositivos por habitante (um a casa 4,5). Já a ANVISA (Agência de Vigilância Sanitária) discute se mantém a proibição ou regulamenta o consumo, o mercado clandestino se estabeleceu no país. Um estudo feito pela Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), estima que o mercado movimenta R$ 7,5 bilhões por ano. A maioria das mercadorias vem da China e do Paraguai. Somente em impostos, a União perde R$ 2,2 bilhões e o país a criação de 110 mil empregos.
























