Tanque Novo tem situação de emergência por estiagem reconhecida pelo Governo Federal
Reconhecimento permite que município do sudoeste da Bahia solicite recursos federais para ações de enfrentamento à seca e apoio à população afetada
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O município de Tanque Novo, no sudoeste da Bahia, recebeu o reconhecimento de situação de emergência pelo Governo Federal devido aos impactos da estiagem, oficializado por portaria no Diário Oficial da União em 15 de junho. Essa medida autoriza a prefeitura a solicitar recursos federais para ações emergenciais, como distribuição de água potável, cestas básicas e kits de higiene, visando atender famílias vulneráveis afetadas pela seca.
- Para liberar os repasses, a administração municipal deve cadastrar as necessidades e apresentar um plano de trabalho no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Técnicos da Defesa Civil Nacional analisarão as metas e valores solicitados, e, se aprovados, os recursos serão formalizados em nova publicação oficial, garantindo apoio logístico às equipes de resposta.
Foto: Divulgação | Governo de Tanque Novo
O município de Tanque Novo, no sudoeste da Bahia, teve a situação de emergência reconhecida pelo Governo Federal em razão dos impactos provocados pela estiagem. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (15) e abre caminho para o repasse de recursos destinados a ações emergenciais no município. Com o reconhecimento da Defesa Civil Nacional, a prefeitura passa a ter autorização para solicitar apoio financeiro da União para atender famílias afetadas pela falta de chuvas. Os recursos poderão ser utilizados em ações de assistência humanitária e no enfrentamento dos efeitos da seca, que tem atingido áreas urbanas e rurais da cidade. Entre as medidas que podem ser financiadas estão a distribuição de água potável por meio de carros-pipa, a entrega de cestas básicas e a aquisição de kits de higiene, limpeza e dormitório para a população em situação de vulnerabilidade. Os recursos também podem ser destinados ao apoio logístico das equipes envolvidas nas operações emergenciais. Para receber os repasses, a administração municipal deverá cadastrar as necessidades do município e apresentar um plano de trabalho no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), plataforma utilizada pelo Governo Federal para análise e liberação dos recursos. Após o envio da documentação, técnicos da Defesa Civil Nacional avaliarão as informações, incluindo metas e valores solicitados. Caso o pedido seja aprovado, a liberação dos recursos será formalizada por meio de nova publicação no Diário Oficial da União.
Prefeitura de Iuiu decreta emergência por estiagem e autoriza medidas contra falta de água
Decreto tem validade inicial de 180 dias e prevê ações para garantir abastecimento e atender famílias afetadas pela estiagem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Iuiu, no sudoeste da Bahia, decretou situação de emergência por causa da estiagem que agravou a escassez de água no município. O Decreto nº 127/2026, com validade inicial de 180 dias, destaca a redução drástica nos poços, reservatórios e barragens, afetando o abastecimento de famílias, animais e a produção da agricultura familiar e das áreas de pastagem, além de elevar riscos à saúde pública.
- Para enfrentar a crise, a administração municipal mobiliza a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC) e prevê a contratação de carros‑pipa, aquisição emergencial de insumos e ações de apoio às comunidades, incluindo campanhas de conscientização sobre o uso seguro da água.
Foto: Ruy Abrante
A Prefeitura de Iuiu decretou situação de emergência devido ao agravamento da estiagem no município, no sudoeste da Bahia. A medida consta no Decreto nº 127/2026, publicado no Diário Oficial, e terá validade inicial de 180 dias. Segundo a administração municipal, a irregularidade das chuvas provocou redução significativa da disponibilidade de água, principalmente na zona rural, com impactos no abastecimento de famílias e animais. O período prolongado de seca também afetou poços tubulares, reservatórios, aguadas e barragens, reduzindo a oferta de água utilizada pelas comunidades e pela atividade agropecuária. A produção da agricultura familiar e as áreas de pastagem estão entre as mais afetadas, com registro de perdas para produtores locais. A prefeitura também aponta possíveis consequências para a saúde pública. O clima seco e as temperaturas elevadas podem favorecer o aumento de problemas respiratórios, enquanto a menor disponibilidade de água eleva o risco de utilização de fontes sem tratamento adequado. O município classificou a ocorrência como desastre de Nível II, considerado de média intensidade. De acordo com o decreto, os danos provocados pela estiagem ultrapassam a capacidade financeira e operacional da administração municipal para serem enfrentados apenas com recursos próprios. Com o reconhecimento da emergência, órgãos municipais poderão ser mobilizados sob coordenação da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC). Entre as medidas previstas estão a contratação de carros-pipa, a aquisição emergencial de insumos e a realização de ações de apoio às comunidades atingidas. A prefeitura também poderá promover campanhas e outras iniciativas destinadas a reduzir os efeitos da escassez de água durante o período de emergência.
























