Jerônimo adia anúncio da chapa majoritária para abril
Governador diz que estratégia busca evitar disputas internas
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Foto: Marcelle Bittencourt | Metropress
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta segunda-feira (9) que o anúncio da chapa majoritária para as eleições deste ano pode ficar apenas para o mês de abril. A declaração foi feita durante entrevista à imprensa no Palácio de Ondina, em Salvador.Inicialmente previsto para dezembro, o anúncio já havia sido adiado para o fim de janeiro e, posteriormente, para março. Segundo o governador, a nova projeção tem como objetivo evitar conflitos internos e garantir maior clareza no processo político.“Não quero ninguém com um pé no governo e a cabeça na candidatura”, disse Jerônimo, ao defender que secretários e ocupantes de cargos no Executivo estadual definam previamente sua situação antes de entrarem oficialmente na disputa eleitoral.O governador afirmou que o governo avalia a participação dos partidos aliados na composição da chapa majoritária e, ao mesmo tempo, trabalha para fortalecer as chapas proporcionais. De acordo com ele, a prioridade do grupo político é ampliar a representação na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara dos Deputados.“O meu foco é garantir o aumento da bancada federal e estadual”, declarou. Jerônimo acrescentou que o grupo também busca preservar mandatos já existentes e abrir espaço para a eleição de novas lideranças.Segundo o governador, as negociações estão em fase avançada e a definição será anunciada assim que houver segurança política para todos os envolvidos. “Estamos considerando tudo”, concluiu.
Existe consenso dentro do PT e da base aliada sobre candidatura de Lula em 2026, diz Haddad
O ministro da Fazenda também descartou a possibilidade de se tornar o sucessor do presidente
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Foto: Reprodução
- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, descartou a possibilidade de concorrer à Presidência em 2026 e disse que o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua sendo a aposta do PT para a eleição de 2026. A afirmação foi feita pelo chefe da pasta nesta terça-feira (2), em entrevista ao jornal O Globo. “Acredito que existe consenso dentro do PT e da base aliada sobre a candidatura do presidente Lula em 2026. Na minha opinião, é uma coisa que está bem pacificada. Não se discute”, disse Haddad. Ao ser questionado se pretendia virar o sucessor do mandatário, Haddad também descartou a possibilidade e explicou o motivo pelo qual decidiu se candidatar anteriormente. “Só passou pela minha cabeça em 2018 porque era uma situação em que ninguém queria ser vice do Lula. E aí, um dia, ele falou: ‘Haddad, acho que vamos sobrar só nós dois’. Dentro da cadeia. Eu disse: ‘Pense bem antes de me convidar, porque vou aceitar’. E acabou acontecendo”, afirmou o ministro. O petista também falou sobre as divergências que enfrenta dentro do PT e entre demais ministros. “Há debates, às vezes, mais acalorados, às vezes, menos acalorados. Mas há a noção de que primeiro tem um árbitro. Já leva a informação organizada e aguarda o presidente tomar a decisão. Não considero ruim que haja divergências. É natural”, acrescentou.























