TSE suspende candidatura de Renan Santos, do Missão, nas eleições 2026
TSE suspende candidatura de Renan Santos, do Missão, nas eleições 2026
Decisão do ministro Dias Toffoli impede atos de campanha na internet, repasses do fundo eleitoral e participação do candidato em debates.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República, impedindo a campanha na internet, o recebimento de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates.
- A decisão, confirmada pelo porta-voz do Movimento Brasil Livre, foi motivada pela falta de informação dos endereços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens utilizados na divulgação da candidatura, violando a legislação eleitoral que exige a comunicação desses canais no registro ou em até 24 horas após sua criação.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, nesta segunda-feira (31), a candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República. A medida afeta atos de campanha na internet, o recebimento de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates. A decisão foi confirmada por Ricardo Almeida, porta-voz e coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL). Segundo ele, Renan Santos deve realizar uma coletiva de imprensa às 17h desta segunda para comentar a determinação. O processo é relatado pelo ministro Dias Toffoli. De acordo com a decisão, a candidatura foi suspensa porque a campanha não teria informado à Justiça Eleitoral os endereços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens utilizados na divulgação da candidatura. A legislação eleitoral determina que os canais digitais já existentes sejam informados no momento do registro da candidatura. No caso de novas contas, a comunicação à Justiça Eleitoral deve ser feita em até 24 horas após a criação. Com a decisão, a campanha de Renan Santos fica impedida de utilizar os canais digitais não regularizados, além de sofrer restrições relacionadas ao financiamento eleitoral e à participação do candidato em debates. O caso ainda poderá ter novos desdobramentos na Justiça Eleitoral.
























