Alcolumbre reúne senadores e tende a não pautar PEC da Segurança Pública antes da eleição
Presidente do Senado prefere que a proposta seja discutida após o período eleitoral
Por: Victor Ohana
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), se reuniu com senadores nesta segunda‑feira (19) e indicou que a PEC da Segurança Pública não será pauta antes das eleições de 25 de outubro, preferindo que o tema seja debatido após o pleito. Alcolumbre tem discutido a decisão ao longo do dia, sinalizando que não haverá sessão deliberativa sobre a proposta nesta semana.
- A PEC, iniciativa do governo Lula, visa ampliar a competência da União na segurança pública, mas gerou divergências internas ao incluir discussões sobre a redução da maioridade penal. Enquanto aliados de Flávio Bolsonaro propõem a diminuição para 14 anos, o líder do PT no Senado, Camilo Santana, sugeriu 16 anos para crimes hediondos, apesar da posição histórica do partido contra a medida. Lula, por sua vez, defendeu a redução em entrevista à TV Globo.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reuniu-se com senadores nesta segunda-feira (19), e tende a não pautar a PEC da Segurança Pública antes da eleição de 25 de outubro, disseram fontes ao Broadcast Político. Conforme apurou a reportagem, Alcolumbre ainda discute a decisão com parlamentares ao longo do dia. Segundo relatos, a base governista recebeu de Alcolumbre o indicativo de que não haverá convocação de sessão deliberativa sobre a PEC da Segurança Pública nesta semana, por preferir que o tema seja apreciado depois do período eleitoral. Fontes afirmam que o presidente do Senado debate com senadores desde a manhã se haverá sessão ou não nesta semana e qual será a pauta. A PEC da Segurança Pública é de autoria do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tem como mote geral a ampliação dos poderes da União sobre a segurança pública, que atualmente é de competência dos governadores. Porém, o campo governista rachou após aliados de Flávio Bolsonaro (PL) terem apresentado uma emenda que estabelece a redução da maioridade para 14 anos. Embora a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), seja contrária à redução da maioridade penal, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE), decidiu apresentar uma emenda com a proposta de redução para 16 anos em casos de crime hediondo. Historicamente, o PT é contra a redução da maioridade penal, mas a ala de Camilo sustenta que marcar essa posição agora pode fazer Lula perder votos. Segundo apurou o Broadcast Político do Jornal Estadão, Camilo ainda vai insistir com Alcolumbre para que paute a votação da PEC da Segurança Pública nesta semana. Lula defendeu a redução da maioridade penal na sabatina da TV Globo na semana passada, após o líder do PT ter apresentado a emenda.
Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Mudanças ocorrem após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição, incorporando figuras de peso do Nordeste: o ex‑governador da Bahia, Rui Costa, assumiu atribuições estratégicas; o ex‑governador do Ceará, Camilo Santana, ficou responsável pela articulação política; e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, passou a atuar nas discussões de comunicação. A mudança visa ampliar a presença de aliados regionais e reforçar a coordenação da campanha após críticas de desorganização no primeiro turno.
- Lula também passou a controlar diretamente a estratégia eleitoral, incluindo a pré‑análise de programas de TV e a aprovação de roteiros de caminhadas e atos públicos, enquanto membros da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, perderão espaço nas decisões. A nova estrutura busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição e ampliou o espaço de aliados do Nordeste em funções estratégicas. Entre os nomes estão o ex-governador da Bahia Rui Costa, que assumiu atribuições relacionadas à agenda do presidente, o ex-governador do Ceará Camilo Santana, responsável pela articulação política, e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, que passou a atuar nas discussões sobre comunicação. As mudanças ocorreram após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno, quando ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL) na votação. O presidente também decidiu ampliar o controle direto sobre a estratégia eleitoral, incluindo a análise prévia dos programas de televisão e a aprovação dos roteiros de caminhadas e outros atos públicos. Com a reformulação, integrantes da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, devem perder espaço nas decisões. Na quarta-feira (7), Lula afirmou que esta foi a campanha “menos organizada” de que participou desde 1989. A nova estratégia busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
Lula chama Jerônimo para núcleo da campanha no segundo turno
Lula chama Jerônimo para núcleo da campanha no segundo turno
Governador da Bahia foi escolhido para integrar núcleo que discutirá estratégias da campanha presidencial no segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), foi anunciado como integrante do núcleo de articulação da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições de 2026. A informação, divulgada pelo colunista Luís Costa Pinto (ICL Notícias), destaca que Jerônimo e o senador cearense Camilo Santana (PT) participarão da nova estrutura estratégica, após Lula expressar insatisfação com a condução do primeiro turno e buscar reforçar a comunicação com o eleitorado.
- Jerônimo, reeleito com 55,41% dos votos válidos, esteve em Brasília para reunião com Lula e outros aliados, afirmando estar à disposição e seguir as orientações da campanha. A decisão ocorre também com a inclusão dos governadores reeleitos Elmano de Freitas (Ceará) e Rafael Fonteles (Piauí), embora ainda não estejam definidas as funções específicas de cada membro na nova estrutura.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), deve integrar o núcleo de articulação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (5) pelo colunista Luís Costa Pinto, do ICL Notícias, e também repercutida por veículos baianos. Segundo o relato, Jerônimo e o senador cearense Camilo Santana (PT) terão participação na nova estrutura responsável por discutir as estratégias da campanha presidencial. A definição ocorre após Lula demonstrar insatisfação com a condução do primeiro turno e defender mudanças na comunicação com o eleitorado. De acordo com Costa Pinto, o presidente citou como referência a atuação de Jerônimo, além dos governadores reeleitos Elmano de Freitas, do Ceará, e Rafael Fonteles, do Piauí. Jerônimo foi reeleito governador da Bahia no primeiro turno deste domingo (4), com 55,41% dos votos válidos, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta segunda-feira, o governador foi a Brasília para uma reunião com Lula e outros aliados. Em declaração a jornalistas, Jerônimo afirmou que está à disposição do presidente e que seguirá as orientações para a campanha. As funções que ele e Camilo Santana exercerão na nova estrutura ainda estão sendo definidas.
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Ministro da Educação é apontado como principal nome para assumir a articulação do governo na Casa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Educação, Camilo Santana, é apontado para assumir a liderança do governo no Senado em caso de saída do senador Jaques Wagner. A discussão ganhou força após operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio a Wagner, mas Camilo Santana é visto como alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado.
Foto: MEC
O ministro da Educação, Camilo Santana, tem sido apontado nos bastidores do governo como o principal nome para assumir a liderança do governo no Senado caso o senador Jaques Wagner deixe o cargo. A discussão ganhou força após a repercussão da operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político. Nesta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio ao senador ao fazer um gesto positivo durante um evento em Belo Horizonte, ao ser questionado sobre a permanência do aliado no posto. Em entrevista, Jaques Wagner afirmou que continua na liderança e que só deixará a função caso receba um pedido direto de Lula. A declaração, no entanto, não foi bem recebida por alguns interlocutores do presidente, que consideram que o episódio aumentou a pressão sobre o Palácio do Planalto. Nos bastidores, Camilo Santana é visto como uma alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado. Com mandato de senador até 2030, ele não precisaria disputar eleições em 2026, embora também seja citado como possível candidato ao governo do Ceará. A avaliação dentro do governo é que a liderança no Senado será estratégica nos próximos meses, especialmente diante das negociações com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Lula anuncia Leonardo Barchini como novo ministro da Educação
Lula anuncia Leonardo Barchini como novo ministro da Educação
Camilo Santana deixa o cargo para disputar eleições; governo destaca obras e avanço na conectividade escolar
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Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira (30) que o atual secretário-executivo do Ministério da Educação, Leonardo Barchini, será o novo titular da pasta. Ele substituirá Camilo Santana, que deixará o cargo para participar da campanha eleitoral deste ano.O anúncio foi feito durante evento de balanço do MEC, em Brasília, onde também foram inauguradas simultaneamente 107 obras na área da educação. Segundo o governo federal, os investimentos somam R$ 413,49 milhões, com recursos do Novo PAC e do próprio ministério. Na mesma agenda, o governo informou que 99.005 escolas públicas já contam com conectividade adequada, o equivalente a 71,7% das unidades do país. A meta é atingir 100% das escolas da educação básica até o fim de 2026, beneficiando cerca de 24 milhões de estudantes.O Ministério das Comunicações anunciou ainda a contratação de serviços para ampliar o acesso à internet em mais 16,7 mil escolas. O avanço é mais expressivo em regiões como o Norte e em áreas rurais, além de comunidades indígenas e quilombolas. No balanço de obras, o MEC informou que há cerca de 9,7 mil intervenções em andamento ou concluídas em todo o país, incluindo creches, escolas e institutos federais, além de ampliações e melhorias em unidades já existentes.
Com a presenças de Rui e Camilo, Programa Pé-de-Meia é lançado na Bahia
Com a presenças de Rui e Camilo, Programa Pé-de-Meia é lançado na Bahia
Evento de adesão aconteceu na Arena Fonte Nova, em Salvador, e contou ainda com a presença de membros do governo
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Foto: Gov/BA
- O programa Pé-de-Meia, que cria um poupança para estudantes do ensino médio estadual, foi lançado nesta segunda-feira (11) na Bahia. O ato de adesão do estado aconteceu na Arena Fonte Nova, em Salvador, e contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ao lado do ministro de Educação, Camilo Santana, e do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Segundo informações da Rádio Metropole, de Salvador, o ministro da Casa Civil explicou a iniciativa. "É um grande programa de apoio financeiro. Ele visa reduzir as taxas de abandono das nossas escolas do país interio. Muitos jovens infelizmente deixam a escola porque precisam trabalhar, ajudar colocar comida em casa, e nós queremos que eles se dediquem aos seus estudos", afirmou. O programa é um incentivo financeiro-educacional, desenvolvido pelo Governo Federal, que tem como principal intuito promover a permanência e conclusão escolar de estudantes matriculados em instituições públicas. O Pé-de-Meia pode beneficiar mais de 283 mil estudantes e conta com um investimento estimado em R$ 820 milhões. Para receber a poupança, o estudante de 14 a 24 anos precisa apenas ter Cadastro de Pessoa Física (CPF) e matrícula em série do ensino médio público com registro em até dois meses após início das aulas. O programa irá pagar mensalmente R$ 200 que podem ser sacados a qualquer momento, além de outros mil reais depositados a cada ano concluído.
Piso nacional dos professores sobe para R$ 4.420,55
Piso nacional dos professores sobe para R$ 4.420,55
Portaria foi assinada pelo ministro da Educação, Camilo Santana
Por: Agência Brasil
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Foto: MEC
O piso nacional dos professores subirá para R$ 4.420,55 em 2023, um reajuste de 15% em relação ao piso do ano passado, que era de R$ 3.845,63. A portaria com o novo valor foi assinada hoje (16) à noite pelo ministro da Educação, Camilo Santana. "A valorização dos nossos profissionais da educação é fator determinante para o crescimento do nosso país", escreveu o ministro, ao anunciar o novo valor nas redes sociais. O piso nacional do magistério representa o salário inicial das carreiras do magistério público da educação básica para a formação em nível médio. O valor considera uma jornada de 40 horas semanais na modalidade normal de ensino. A cada ano, o piso do magistério deve ser corrigido todos os anos pelo crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, estabelecido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para 2023, o Fundeb estabelecia o reajuste de 15% no valor.
























