Prestadores denunciam cinco meses de atraso em pagamentos da Prefeitura de Guanambi
Categoria afirma que serviços continuam ativos mesmo sem repasses e cobra posicionamento do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Prestadores de serviços contratados pela Prefeitura de Guanambi, na Bahia, denunciam que estão há cinco meses sem receber os pagamentos referentes à locação de carros-pipa e outros veículos utilizados pelas secretarias municipais. De acordo com a categoria, os repasses estão atrasados desde fevereiro de 2026, o que compromete o sustento dos motoristas e inviabiliza a manutenção dos veículos devido à perda de crédito em oficinas locais.
- Mesmo com a falta de pagamento, os profissionais mantêm o abastecimento essencial de água nas comunidades da zona rural do município. Os trabalhadores cobram uma resposta do prefeito Nal Azevedo, que seria o responsável direto pela autorização dos pagamentos, e criticam a Câmara de Vereadores pela falta de fiscalização do caso. Até o momento, a prefeitura não se manifestou sobre a regularização dos débitos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Prestadores de serviços contratados pela Prefeitura de Guanambi, no sudoeste da Bahia, afirmam que estão há cinco meses sem receber pelos contratos de locação de carros‑pipa e outros veículos usados por secretarias municipais. Segundo eles, não houve pagamento referente aos meses de fevereiro a junho de 2026. Os profissionais dizem que a última liberação ocorreu em 26 de maio, quando foram quitadas faturas que já acumulavam quatro meses de atraso. Desde então, nenhum novo repasse foi feito, o que, segundo a categoria, compromete o funcionamento das empresas e o sustento de motoristas e proprietários. Mesmo sem receber, os prestadores afirmam que seguem trabalhando em serviços considerados essenciais, como o abastecimento de água em comunidades da zona rural. Eles relatam que o crédito em oficinas e lojas de autopeças acabou, dificultando reparos e manutenção dos veículos. Os contratados também dizem que, conforme informação repassada pela Secretaria Municipal da Fazenda, pagamentos só seriam liberados com autorização direta do prefeito Nal Azevedo, o que, segundo eles, torna o processo mais lento. Além de cobrar o Executivo, a categoria critica a atuação da Câmara Municipal, alegando falta de fiscalização diante dos atrasos. Os prestadores rejeitam propostas de pagamento parcial e defendem a quitação integral dos valores. A Prefeitura de Guanambi ainda não se manifestou sobre os atrasos e a previsão de regularização.
TCM rejeita pedido para suspender licitação de aquisião de quadros da Câmara de Guanambi
Conselheiro entende que denúncia não apresentou provas suficientes e mantém andamento de pregão eletrônico
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) negou o pedido de suspensão de uma licitação realizada pela Câmara Municipal de Guanambi para a aquisição de quadros de vidro e fotografias impressas. A representação, formulada por um cidadão que alegava exigências excessivas no edital do Pregão Eletrônico nº 003/2026PE, foi indeferida pelo conselheiro Paulo Rangel por falta de provas de irregularidades e ausência de identificação do denunciante.
- Com a decisão, o processo licitatório do Legislativo municipal segue em andamento regular. Contudo, o Tribunal de Contas destacou que, apesar de negar a medida cautelar de urgência, o mérito das acusações apresentadas na denúncia ainda será devidamente analisado durante a tramitação do processo no órgão fiscalizador.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) negou o pedido de suspensão de uma licitação realizada pela Câmara Municipal de Guanambi. A decisão foi assinada pelo conselheiro Paulo Rangel e publicada nesta quinta-feira (30), mantendo o andamento do Pregão Eletrônico nº 003/2026PE. A representação foi apresentada pelo cidadão Douglas Fabiano de Melo, que questionou a contratação para aquisição de quadros de vidro e fotografias impressas destinadas ao Legislativo municipal. Segundo a denúncia, o edital teria exigências consideradas excessivas e especificações que, na avaliação do autor, não seriam compatíveis com os padrões do mercado. Ao analisar o pedido de medida cautelar, o relator concluiu que não havia elementos suficientes para determinar a suspensão imediata do processo licitatório. Conforme a decisão, o pedido não apresentou provas que demonstrassem irregularidades capazes de justificar uma intervenção urgente. O conselheiro também destacou que a documentação apresentada não atendia aos requisitos necessários para a concessão da medida cautelar, incluindo a ausência de documentos de identificação do denunciante. Com a decisão, a licitação da Câmara de Guanambi continua normalmente. O Tribunal de Contas informou, no entanto, que o mérito da denúncia ainda será analisado durante a tramitação regular do processo.























