Caixa inicia pagamento de julho do Bolsa Família nesta segunda
Caixa inicia pagamento de julho do Bolsa Família nesta segunda
Beneficiários com NIS final 1 são os primeiros a receber; repasses seguem até 31 de julho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Caixa Econômica Federal inicia o pagamento da parcela de julho do Bolsa Família em 20 de julho, começando com os beneficiários cujo Número de Identificação Social (NIS) termine em 1. O calendário de depósitos continua até 31 de julho, garantindo que todas as famílias sejam contempladas nos últimos dez dias úteis do mês.
- O programa é reservado para famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa, desde que estejam inscritas no Cadastro Único e atendam às exigências do programa, incluindo a manutenção de crianças na escola, a vacinação em dia e o acompanhamento pré-natal para gestantes. O Bolsa Família garante um pagamento mínimo de R$ 600 por família, além de benefícios complementares para crianças e gestantes.
Foto: Divulgação
A Caixa Econômica Federal começa a pagar, nesta segunda-feira (20), a parcela de julho do Bolsa Família. Os primeiros beneficiários contemplados são aqueles com Número de Identificação Social (NIS) de final 1. Os depósitos são realizados de forma escalonada nos últimos dez dias úteis de cada mês, conforme o final do NIS. Em julho, o calendário segue até o dia 31. Podem receber o benefício famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa, desde que estejam inscritas no Cadastro Único e cumpram as exigências do programa, como manter crianças na escola, a vacinação em dia e o acompanhamento pré-natal para gestantes. O Bolsa Família garante o pagamento mínimo de R$ 600 por família, além de benefícios complementares de R$ 150 para crianças de até 6 anos e de R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos e bebês de até seis meses.
Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis
Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais
Por: João Caires
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- O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), propôs a criação de regras mais rigorosas para programas de transferência de renda, condicionando a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários. Zema criticou o crescimento da dependência de auxílios governamentais e defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) para monitorar ofertas de trabalho destinadas a beneficiários de programas sociais.
- A proposta sugere que quem recusasse uma vaga formal sem justificativa poderia perder o benefício. Zema admitiu a possibilidade de permitir a recusa da primeira proposta de emprego, mas defendeu que a aceitação passasse a ser obrigatória a partir de uma segunda oferta.
Foto: Reprodução | TV Band
O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), afirmou que pretende endurecer as regras de programas de transferência de renda e condicionar a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários. Zema disse que não pretende extinguir programas sociais, mas criticou o que classificou como crescimento da dependência de auxílios governamentais. "Programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Mas sabemos que tem muita fraude que eu vou combater e também não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis. Eu vou em cidades do interior do Brasil inteiro e vejo a mesma coisa: vagas com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental", afirmou em entrevista ao programa Canal Livre. Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais. Zema defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das secretarias municipais de assistência social para monitorar ofertas de trabalho destinadas a beneficiários de programas sociais. Pela proposta apresentada, quem recusasse uma vaga formal sem justificativa poderia perder o benefício. Questionado sobre modelos adotados em países europeus, o pré-candidato admitiu a possibilidade de permitir a recusa da primeira proposta de emprego, mas defendeu que a aceitação passasse a ser obrigatória a partir de uma segunda oferta. "O objetivo é garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa e não sirva como desestímulo ao mercado de trabalho formal", afirmou.























