Operação erradica 200 mil pés de maconha na Chapada Diamantina
Operação erradica 200 mil pés de maconha na Chapada Diamantina
Operação da Polícia Civil destruiu cerca de 200 mil pés de maconha em área rural do interior da Bahia; prejuízo ao crime organizado é estimado em R$ 45 milhões.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (12), a terceira fase da Operação Raízes Ocultas, erradicando cerca de 200 mil pés de maconha. A plantação, que ocupava aproximadamente quatro hectares, foi localizada em uma área rural entre os municípios de Barra do Mendes e Brotas de Macaúbas, no interior do estado. Suspeitos presentes no local fugiram por uma região de mata fechada, e até o momento, ninguém foi preso, mas as diligências continuam para identificar e localizar os responsáveis.
- A operação foi coordenada pela 5ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (5ª DTE/Irecê) e o Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc). Segundo o delegado Diego Raphael Nogueira Rodrigues da Costa, a destruição da plantação representa um duro golpe financeiro contra o tráfico de drogas na região, com um prejuízo estimado ao crime organizado em aproximadamente R$ 45 milhões, enfraquecendo grupos criminosos e contribuindo para a redução da criminalidade.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a terceira fase da Operação Raízes Ocultas e erradicou cerca de 200 mil pés de maconha em uma área rural localizada entre os municípios de Barra do Mendes e Brotas de Macaúbas, no interior do estado. Segundo a polícia, a plantação ocupava aproximadamente quatro hectares. Durante a chegada das equipes ao local, suspeitos que estavam na área fugiram por uma região de mata fechada. Até o momento, ninguém foi preso. As diligências continuam na tentativa de identificar e localizar os responsáveis pelo cultivo da droga. A operação foi realizada por equipes da 5ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (5ª DTE/Irecê), vinculada ao Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), com apoio da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Irecê), por meio do Grupo de Apoio Técnico e Tático do Interior (Gatti/Chapada). De acordo com o delegado Diego Raphael Nogueira Rodrigues da Costa, titular da 5ª DTE/Irecê, a destruição da plantação representa um duro golpe financeiro contra o tráfico de drogas na região. “A destruição da plantação impede que uma grande quantidade desse entorpecente seja distribuída, enfraquecendo financeiramente grupos criminosos e contribuindo para a redução da criminalidade associada ao tráfico”, afirmou o delegado. Ainda conforme a Polícia Civil, o prejuízo estimado ao crime organizado é de aproximadamente R$ 45 milhões.
Para chefe da força-tarefa, Lázaro repete padrão de fuga feita há 13 anos em Barra do Mendes
Em 2008, Lázaro fugiu durante 15 dias após matar duas pessoas e se escondeu numa região de serra
Por: Rodrigo Meneses
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Foto: Divulgação
- O secretário de segurança pública de Goiás, Rodney Miranda, disse que o maníaco Lázaro Barbosa Sousa, de 32 anos, repete o mesmo padrão de fuga realizado em 2008 em Barra do Mendes, no noroeste da Bahia, quando matou duas pessoas. Na época, ele fugiu por 15 dias, quando ficou escondido na serra e em grutas da região. Com fome e temendo ser morto, ele se entregou à polícia. De acordo com o secretário, as equipes de Inteligência identificaram um padrão, na atuação do suspeito, que está sendo analisado. “Temos informações de que esse modus operandi [forma de atuação] dele já se repetiu alguns anos atrás na Bahia e ele ficou 15 dias no meio do mato, sem comida e sem água”, disse. “Nós estamos acreditando que ele está mantendo o padrão, mas está cada dia mais desgastado e cometendo erros, e é nesses erros que nós vamos pegar ele”, completou. Mais de 200 policiais fazem as buscas pelo suspeito na zona rural de Cocalzinho de Goiás. Em entrevista à TV Bahia nesta quinta-feira (17), o sargento da reserva da PM, Valter Lourenço, que comandou as buscas à Lázaro Barbosa, relembrou o cerco. Ele contou que vaqueiros e lavradores da região ajudaram. Um deles apontou o local na serra onde Lázaro tinha um acampamento usado por ele quando saía para caçar. Quando a polícia chegou ao local, encontrou colchão, coberta e objetos para preparar comida. Os policiais destruíram o acampamento e poucos dias depois Lázaro se entregou. À época, quatro PMs iniciaram as buscas, depois do sétimo dia receberam reforço. Assim como em 2008, Lázaro também conhece a região por onde está se escondendo. Rodney Miranda voltou a dizer que o foco da força-tarefa é impedir que o suspeito, considerado de alta periculosidade, faça novas vítimas. “Ele não vai se entregar, conhece a região como ninguém, principalmente as grotas, e tem um poder de mobilidade muito grande. Nós estamos lidando com um psicopata, uma pessoa que, se puder, vai ter reféns e vai matar. Então a nossa intenção é não deixar ele fazer mais vítimas”, enfatizou. Lázaro está fugindo desde o dia 09 passado, depois de matar quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia (DF).























