Cozinha comunitária distribui 200 marmitas diariamente em Igaporã
Cozinha comunitária distribui 200 marmitas diariamente em Igaporã
O espaço segue padrões definidos pelas diretrizes do programa Comida no Prato e a pela política estadual de segurança alimentar
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Prefeitura de Igaporã distribui 200 marmitas diariamente como parte do projeto Comida no Prato, integrado ao Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional e ao programa Bahia Sem Fome.nnA entrega segue critérios definidos pelo programa estadual e pela rede de proteção social do município, com triagem realizada por meio de CadÚnico. A Cozinha Comunitária, localizada no bairro Mulungu, atende aos padrões de organização, ventilação e iluminação exigidos, reforçando o caráter inclusivo e a presença do Estado na promoção da segurança alimentar local.
Foto: Divulgação | Governo de Igaporã
A distribuição de marmitas feita pela Prefeitura de Igaporã, vinculada ao projeto Comida no Prato, iniciativa do Governo do Estado da Bahia, é realizada de forma integrada ao Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional, no âmbito do programa Bahia Sem Fome. São entregues duzentas marmitas diariamente às pessoas escolhidas mediante critérios estabelecidos pelo programa estadual e nas informações disponibilizadas pela rede de proteção social do município. A triagem foi realizada por meio de ações de levantamento e identificação das famílias em situação de vulnerabilidade social, inscritas no CadÚnico. As instalações da Cozinha Comunitária estão localizadas no bairro Mulungu. O espaço segue padrões definidos pelas diretrizes do programa Comida no Prato e a pela política estadual de segurança alimentar. O espaço apresenta condições adequadas de organização, ventilação, iluminação e acabamento, favorecendo o fluxo de trabalho e o atendimento ao público. A ambientação visual contribui para a clara identificação da Cozinha Comunitária como equipamento público de proteção social, reforçando o caráter inclusivo do projeto e a presença do Estado na promoção da segurança alimentar no município. Estão contemplados itens de cozinha industrial, equipamentos de refrigeração, mobiliário, utensílios e demais materiais indispensáveis à manipulação adequada dos alimentos, em conformidade com as normas sanitárias vigentes. “A iniciativa representa um importante avanço na implementação das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional no município, contribuindo diretamente para o enfrentamento da fome, a redução da insegurança alimentar e a promoção da dignidade social da população em situação de vulnerabilidade”, disse Ediana Oliveira, coordenadora do programa no município. A Cozinha Comunitária configura-se como equipamento público de segurança alimentar e nutricional voltado à oferta de refeições saudáveis a baixo custo ou gratuitamente para a população em situação de vulnerabilidade social, contribuindo para o enfrentamento da fome e para a garantia do direito humano à alimentação adequada, conforme preconizado na legislação de Segurança Alimentar e Nutricional.
Bahia reduz em 60% a fome grave desde 2023
Bahia reduz em 60% a fome grave desde 2023
Balanço de 2025 aponta redução de 11,6% e investimento de R$ 1,8 bilhão em ações sociais.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
As políticas de enfrentamento à insegurança alimentar e nutricional coordenadas pelo Governo da Bahia resultaram no menor índice de pessoas em situação de fome grave no estado nos últimos três anos. O dado consta no balanço de 2025 do Programa Bahia Sem Fome, apresentado nesta terça-feira (30), que aponta uma redução adicional de 11,6% na insegurança alimentar grave. Somente em 2025, o governo estadual investiu cerca de R$ 1,8 bilhão em ações voltadas à distribuição de alimentos, implantação de cozinhas comunitárias, alimentação escolar e outras iniciativas executadas em parceria com os municípios.Segundo o coordenador do programa, Tiago Pereira, em 2023 — ano em que o Bahia Sem Fome iniciou ações emergenciais em articulação com o Governo Federal — o estado registrava cerca de 1,9 milhão de pessoas em situação de insegurança alimentar grave. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que, em 2025, esse número caiu para aproximadamente 760 mil pessoas, o que representa uma redução de 60% em relação a 2023. De acordo com o governo, o investimento acumulado no programa já soma R$ 5,2 bilhões. Os recursos contemplam ações como alimentação escolar, funcionamento de cozinhas comunitárias e solidárias, distribuição de cestas básicas, ampliação do acesso à água e incentivo à inclusão produtiva, com destaque para a agricultura familiar.Em 2025, foram implantadas 150 cozinhas comunitárias em 95 municípios baianos, por meio do edital Comida no Prato. Cerca de 120 organizações da sociedade civil atuaram na execução das ações, que atenderam aproximadamente 30 mil pessoas até dezembro.A Campanha de Arrecadação e Doação de Alimentos contabilizou a entrega de 500 toneladas de alimentos e a distribuição de 150 mil cestas básicas a municípios em situação de maior vulnerabilidade ou afetados por seca e enchentes.O balanço também aponta a adesão de mais 93 municípios ao Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) em 2025. Com isso, o estado passou a contar com 189 municípios cadastrados, o equivalente a 40% das cidades baianas. As políticas vinculadas ao sistema atendem cerca de 5,6 milhões de pessoas em todo o estado. Além dessas iniciativas, o governo estadual informou que mantém uma rede integrada de equipamentos de combate à fome, formada por Mercados Populares, Restaurantes Populares, bancos de leite, armazéns da agricultura familiar, centros públicos de economia solidária e unidades de assistência social voltadas à população em situação de vulnerabilidade.
CTB entrega três toneladas de alimentos ao Programa Bahia Sem Fome
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | Gov/BA
- Três toneladas de alimentos, esse foi o quantitativo arrecadado pela Companhia de Transportes da Bahia (CTB) para o Programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado. As doações foram entregues, na manhã desta quarta-feira (5), pelo presidente da empresa, Carlos Martins, para a secretária de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Jusmari Oliveira, a qual a CTB é vinculada. Os alimentos serão agregados ao quantitativo coletado pela Sedur e enviado ao Corpo de Bombeiros, responsáveis pela distribuição às famílias em vulnerabilidade. “Quem tem fome tem pressa e não pode esperar. Agradeço aos funcionários e parceiros da CTB por esse empenho. Todo esse esforço fará muita diferença para as famílias em vulnerabilidade social da Bahia”, disse a secretária Jusmari. Já Carlos Martins, ressaltou que a Bahia está unida contra a fome, e que “só com um empenho coletivo é possível tirar milhares de famílias da situação de insegurança alimentar no estado”, comentou Carlos Martins. O presidente reforçou que a mobilização não terminou. “Estamos fazendo a nossa primeira entrega, mas seguiremos empenhados na missão de garantir comida na mesa dos baianos que precisam. Uma luta coletiva, urgente e primordial, liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues”, afirmou. Os alimentos são fruto de doações feitas na última semana, pelos funcionários da CTB e empresas parceiras, como o Consórcio Agservice/Meir e a MPE Engenharia e Serviços. Visita às instalações da CTB - Na oportunidade, Carlos Martins fez uma visita guiada com a secretária pelas dependências do órgão, apresentando equipes técnicas e infraestrutura. A secretária também esteve na Estação de Trem da Calçada, prédio histórico, patrimônio imaterial da Bahia. “A estação é belíssima. Uma riqueza da Bahia, que preserva a história da nossa ferrovia. Vir aqui é uma alegria, agrada aos olhos e ao coração. A CTB está de parabéns por tão bem cuidar essa preciosidade”, afirmou.























