Ayrton Senna é reconhecido como Herói da Pátria
Ayrton Senna é reconhecido como Herói da Pátria
Lei sancionada pelo presidente Lula inclui o tricampeão mundial de Fórmula 1 no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, em Brasília.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi oficialmente reconhecido como Herói da Pátria após a sanção da Lei nº 15.447/2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A legislação, originada de um projeto de lei do senador Marcos Pontes, determina a inscrição do nome do ex-piloto no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, situado no Panteão da Pátria, em Brasília.
- Falecido em 1994 durante o Grande Prêmio de San Marino, Senna já havia sido nomeado Patrono do Esporte Brasileiro em 2023. Detentor de três títulos mundiais e 41 vitórias na categoria máxima do automobilismo, o piloto permanece como um dos maiores ícones do esporte nacional, e sua inclusão no livro oficial consolida definitivamente seu legado na identidade histórica do país.
Foto: Reprodução
O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi reconhecido oficialmente como Herói da Pátria. A homenagem foi oficializada com a sanção da Lei nº 15.447/2026, que determina a inscrição do nome do ex-piloto no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A nova legislação foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e teve origem no Projeto de Lei nº 789/2024, apresentado pelo senador Marcos Pontes. A proposta recebeu parecer favorável do senador Jorge Kajuru e foi aprovada em caráter terminativo pela Comissão de Esporte do Senado, sem necessidade de votação em plenário. O título de Herói ou Heroína da Pátria foi criado em 1992 para homenagear personalidades que desempenharam papel relevante na defesa, na construção e no desenvolvimento do Brasil. Considerado um dos maiores pilotos da história do automobilismo, Ayrton Senna conquistou os campeonatos mundiais de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991, além de somar 41 vitórias em Grandes Prêmios ao longo da carreira. Em 2023, ele também foi reconhecido como Patrono do Esporte Brasileiro, em outra homenagem oficial. A trajetória do piloto foi interrompida em 1º de maio de 1994, quando morreu aos 34 anos após um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, disputado no circuito de Ímola, na Itália. Mais de três décadas após sua morte, Ayrton Senna segue como um dos maiores ídolos do esporte brasileiro e uma referência mundial pela habilidade nas pistas, espírito competitivo e legado dentro e fora do automobilismo. Sua inclusão no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria consolida o reconhecimento de sua contribuição para a história e a identidade esportiva do Brasil.
Há 30 anos, Senna conquistava seu tricampeonato e o Brasil o último título na F1
Há 30 anos, Senna conquistava seu tricampeonato e o Brasil o último título na F1
Senna venceu Mansell no GP de Suzuka, no Japão, para confirmar seu terceiro título mundial
Por: André Uzeda
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- Na madrugada do dia 20 de outubro de 1991, Nigel Mansell perdia o controle da sua Williams e rodava na caixa de brita no Grande Prêmio do Japão. A barbeiragem do inglês o tirava da disputa e dava matematicamente ao brasileiro Ayrton Senna seu terceiro título mundial de Fórmula 1. Então com 31 anos, no auge da carreira, não dava para imaginar que aquele seria a última conquista de Senna na principal categoria mundial do automobilismo — e consequentemente também do Brasil, que nos anos seguintes chegaria três vezes ao vice-campeonato (duas com Rubens Barrichello, 2002 e 2004, e uma com Felipe Massa, em 2008). Em 1994, Senna morreria em um acidente fatal, na curva Tamburello, no GP de San Marino, no dia 1º de maio. Há exatos 30 anos, a bordo da McLaren-Honda, Senna conquistaria sete vitórias, sendo quatro nas primeiras quatro corridas do ano, até então um recorde. Mansell ficou com o vice-campeonato e a McLaren ainda faturou o título de construtores, com os pontos somados da dupla Senna e o austríaco Gerhard Berger. O título de 1991 também marcou o último de um piloto com o câmbio manual. A partir de 1992, todos os campeões teriam câmbio automático nos volantes para a troca de marchas.
























