PF investiga voos de Jaques Wagner em aeronaves ligadas ao Banco Master
PF investiga voos de Jaques Wagner em aeronaves ligadas ao Banco Master
Senador e esposa viajaram em helicóptero de empresário
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal (PF) identificou viagens realizadas pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) e por pessoas próximas a ele, como sua esposa Maria de Fátima Mendonça, em aeronaves controladas por empresários ligados ao Banco Master. Os registros de voos, ocorridos entre 2023 e 2024, indicam proximidade do político baiano com os banqueiros Augusto Ferreira Lima e Daniel Vorcaro, incluindo um episódio em que se solicitou discrição para ocultar o pouso de uma das aeronaves.
- O inquérito da PF apura se os deslocamentos aéreos, que não possuem registros de pagamento, configuram contrapartidas recíprocas por uma suposta atuação política de Wagner em benefício de pautas de interesse do banco. A investigação, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), ganhou repercussão pública após o ministro André Mendonça retirar o sigilo dos autos do processo.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
A Polícia Federal identificou viagens do senador Jaques Wagner (PT-BA) e de pessoas próximas em aeronaves controladas por empresários ligados ao Banco Master. Os registros, feitos em 2023 e 2024, apontam proximidade entre Wagner e os banqueiros Augusto Ferreira Lima e Daniel Vorcaro. Em outubro de 2023, a esposa do senador, Maria de Fátima Mendonça, foi levada de helicóptero até a Ilha da Paixão, propriedade de Lima, em Candeias (BA). Mensagens mostram agradecimentos da primeira-dama baiana pelo passeio. Já em setembro de 2024, Vorcaro demonstrou preocupação com a discrição de outro voo envolvendo Wagner. Conversas revelam que o empresário pediu que a aeronave fosse escondida em hangar reservado após pouso na Bahia. Segundo relatório da PF, os deslocamentos não tiveram registro de pagamento e podem estar ligados a suposta atuação política de Wagner em pautas de interesse do Banco Master. O inquérito apura se houve “contrapartidas recíprocas”. A investigação ganhou repercussão após o ministro André Mendonça, do STF, retirar o sigilo do processo.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
Caso Master: PF mira Jaques Wagner e banqueiro em nova fase da operação Compliance Zero
Operação apura suspeitas de fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro; são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em três estados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero nesta quinta-feira (18), investigando um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. A operação apura a participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras, tendo como alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno.
- As ações desta etapa incluem o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia e no Distrito Federal, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Além das buscas, foram determinadas medidas cautelares como a proibição de contato entre os investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico, em apurações que podem configurar crimes de corrupção passiva e ativa, e lavagem de dinheiro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga a participação de agentes públicos em um suposto esquema de irregularidades envolvendo instituições financeiras. A investigação aponta para um esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. Entre os alvos desta etapa estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno. A operação também cumpre 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). As ordens são executadas no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia. Além disso, foram determinadas medidas cautelares, como proibição de contato entre investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico. Segundo a PF, os fatos sob apuração podem configurar crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. *Em atualização
























