TSE prepara novas regras para pesquisas eleitorais de 2026
TSE prepara novas regras para pesquisas eleitorais de 2026
Institutos deverão informar detalhes adicionais sobre a metodologia dos levantamentos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai exigir que institutos de pesquisa detalhem a metodologia dos levantamentos do segundo turno das eleições de 2026, iniciativa liderada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, que deve enviar comunicado nos próximos dias.
- A medida substitui a proposta abortada do “selo de acurácia eleitoral” e surge após controvérsias envolvendo pesquisa Atlas/Bloomberg que mostrava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro contra Luiz Inácio Lula da Silva, com a Procuradoria‑Geral Eleitoral defendendo a independência das pesquisas.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá exigir dos institutos de pesquisa informações mais detalhadas sobre a metodologia utilizada nos levantamentos do segundo turno das eleições de 2026. A medida está sendo preparada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, que deve encaminhar um comunicado às empresas nos próximos dias. Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil e confirmadas pela Folha, ainda não foram definidos publicamente quais dados adicionais deverão ser apresentados pelos institutos. A discussão sobre as regras para pesquisas eleitorais ganhou força ao longo deste ano. Em julho, Nunes Marques chegou a propor a criação de um “selo de acurácia eleitoral” para identificar pesquisas que mais se aproximassem dos resultados das urnas, mas a iniciativa foi abandonada após críticas de institutos e especialistas. A atuação do presidente do TSE sobre o tema também ocorreu após uma decisão envolvendo uma pesquisa Atlas/Bloomberg que apontava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro (PL) em um cenário de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em junho, Nunes Marques determinou a suspensão da divulgação do levantamento após pedido da pré-campanha de Flávio. Na ação, a equipe do senador alegou que o questionário havia sido “estruturado de forma a induzir gravemente uma percepção negativa” sobre o candidato. A Procuradoria-Geral Eleitoral posteriormente se manifestou contra a intervenção e defendeu que a Justiça Eleitoral não deveria atuar como “curadora da fidedignidade dos resultados” das pesquisas. Com a desistência do selo de acurácia, a estratégia agora passa pela exigência de informações metodológicas mais aprofundadas nos levantamentos do segundo turno. Os detalhes da nova regra deverão ser conhecidos após o comunicado do TSE aos institutos.
Diminui vantagem de Lula sobre Flávio em eventual 2º turno, aponta AtlasIntel/Bloomberg
Agora, o petista soma 43,4%, ante 45% na pesquisa anterior em julho, ao passo que Flávio aparece com 33,7%, ante 36%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31) mostra que a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o senador Flávio Bolsonaro diminuiu, mantendo Lula na liderança do primeiro turno com 43,4% contra 33,7% de Flávio. No cenário de um possível segundo turno, Lula teria 47,1% das intenções de voto, enquanto Flávio alcançaria 42,6%, refletindo uma queda na margem de apoio e um aumento nas rejeições a ambos os candidatos.
- A pesquisa, realizada online entre 25 e 30 de agosto com 5.014 entrevistados, também revelou que a desaprovação do governo Lula subiu para 51,1% e a aprovação caiu para 45,4%, enquanto a rejeição a Flávio Bolsonaro ficou em 52,7%. A margem de erro de 1 ponto percentual indica que os resultados são confiáveis, mas ainda há espaço para mudanças nas intenções de voto à medida que a eleição se aproxima.
Foto: Reprodução
A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno entre ambos da eleição presidencial de outubro diminuiu, apontou pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). O levantamento apontou ainda que Lula manteve a liderança no primeiro turno. Agora, o petista soma 43,4%, ante 45% na pesquisa anterior em julho, ao passo que Flávio aparece com 33,7%, ante 36%. Em terceiro lugar aparecem empatados tecnicamente Augusto Cury (Avante), com 7,8%, e Renan Santos (Missão), com 7,6%. Nenhum outro candidato ultrapassa a marca de 3,3%. Ainda de acordo com a pesquisa da AtlasIntel, contratada pela Bloomberg, Lula venceria um possível segundo turno nas eleições presidenciais de outubro contra Flávio Bolsonaro com 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% de Flávio Bolsonaro. No levantamento realizado em julho, Lula registrava 49,2% dos votos, e o senador Bolsonaro, 42,9%. A pesquisa mostrou ainda que a rejeição a Flávio é de 52,7%, ao passo que 52% rejeitam Lula. Ainda de acordo com o levantamento, a avaliação negativa do governo Lula é de 51,1%, ante 49% na pesquisa anterior, enquanto os que veem o governo de forma positiva somam 37%, ante 38%, e os que o enxergam como regular totalizam 11,9%, ante 13%. A desaprovação a Lula ficou em 52,9%, ante 51%, enquanto os que o aprovam somam 45,4%, ante 48%. A AtlasIntel entrevistou 5.014 pessoas online entre os dias 25 e 30 de agosto. A margem de erro é de 1 ponto percentual.
























