Pílula contra câncer de pâncreas é aprovada nos Estados Unidos
Pílula contra câncer de pâncreas é aprovada nos Estados Unidos
A pílula foi ovacionada durante o maior congresso de oncologia do mundo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou o daraxonrasib, comercializado como Rasonque, uma nova pílula para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pâncreas metastático. O medicamento, que foi ovacionado no congresso American Society of Clinical Oncology (ASCO), representa um avanço significativo, pois demonstrou a capacidade de praticamente dobrar a sobrevida mediana dos pacientes em comparação com a quimioterapia tradicional.
- A aprovação destina-se a adultos com adenocarcinoma de pâncreas metastático que já passaram por tratamento sistêmico anterior ou que não podem receber uma combinação de diferentes medicamentos. O daraxonrasib atua bloqueando a proteína RAS, fundamental para o crescimento de tumores, marcando a transição do fármaco de experimental para um tratamento disponível no país.
Foto: Reprodução
A pílula contra o câncer de pâncreas, ovacionada no maior congresso de oncologia do mundo, foi aprovada nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (26), de acordo com o G1. A agência reguladora norte-americana, Food and Drug Administration (FDA), autorizou o uso do daraxonrasib, comercializado sob o nome de Rasonque, para pacientes adultos específicos com câncer de pâncreas metastático. O tratamento com o medicamento praticamente dobrou a sobrevida mediana se comparado à quimioterapia. Após o congresso American Society of Clinical Oncology (ASCO), realizado em junho, o remédio deixou de ser apenas experimental no país. Os pacientes contemplados são adultos com adenocarcinoma de pâncreas metastático que já fizeram um tratamento sistêmico anterior ou não podem receber uma combinação de diferentes medicamentos sistêmicos. O daraxonrasib favorece o bloqueio da proteína RAS, que participa do crescimento de tumores.
Medicamento para doença rara do coração é aprovado no Brasil
Medicamento para doença rara do coração é aprovado no Brasil
Beyonttra é indicado para cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina, condição grave e progressiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento, chamado Beyonttra, indicado para o tratamento de cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR). O medicamento atua estabilizando a proteína transtirretina, reduzindo o risco de complicações cardiovasculares. Um estudo clínico de fase 3 mostrou que pacientes que utilizaram o medicamento tiveram 77,2% mais chance de apresentar benefício clínico.
- A Autorização permite a comercialização do produto no Brasil, seguindo as indicações aprovadas em bula, o que vai ajudar pacientes com a doença rara. O medicamento é destinado a pacientes com cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR), tanto na forma hereditária quanto na forma selvagem.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (5), o registro de um novo medicamento indicado para o tratamento de uma doença cardíaca rara e progressiva. O remédio, chamado Beyonttra (cloridrato de acoramidis), é destinado a pacientes com cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR), tanto na forma hereditária quanto na forma selvagem. A doença é considerada rara, multissistêmica e potencialmente fatal. Ela ocorre quando a proteína transtirretina, produzida no fígado, se deposita de forma anormal no músculo do coração, formando fibrilas amiloides. Esse acúmulo provoca rigidez no miocárdio e pode evoluir para insuficiência cardíaca. De acordo com a Anvisa, o medicamento atua estabilizando a proteína transtirretina, o que ajuda a reduzir o risco de complicações cardiovasculares. Os dados que embasaram a aprovação incluem um estudo clínico de fase 3, no qual o tratamento demonstrou maior eficácia em comparação ao placebo. Segundo os resultados, pacientes que utilizaram o medicamento tiveram 77,2% mais chance de apresentar benefício clínico. A autorização permite a comercialização do produto no Brasil, seguindo as indicações aprovadas em bula.
























