Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Prazo para bancos devolverem dinheiro a 22,5 milhões de apostadores vai até quarta-feira; valores não resgatados irão para a Caixa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Empresas de apostas on‑line devem devolver R$ 159 mi aos apostadores após a AGU acionar judicialmente oito plataformas que não enviaram os dados bancários exigidos. A medida provisória nº 1.394/2026, publicada em 25 de setembro, determina que os pagamentos sejam realizados até 14 de outubro, com recursos não liberados sendo transferidos para a Caixa Econômica Federal. A ação abrange 22,5 milhões de apostadores, 70,5 milhões de contas, das quais a maioria possui saldo inferior a R$ 10.
- Paralelamente, o governo federal, em conjunto com o Ministério da Justiça, Ministério da Fazenda, Anatel e CGI.br, bloqueou 16.627 sites ilegais e removeu 3.691 perfis nas redes sociais. O Ministério da Fazenda também está analisando 40 CPFs por suspeita de lavagem de dinheiro, orientando a população a usar apenas canais oficiais para resgatar seus saldos.
Foto: Reprodução
As empresas de apostas on-line ainda possuem R$ 159 milhões em saldos remanescentes a devolver aos apostadores, segundo dados atualizados pelas próprias plataformas. Diante do descumprimento do prazo para o envio das informações necessárias aos pagamentos, a Advocacia-Geral da União (AGU) vai acionar judicialmente oito empresas que não encaminharam os dados bancários às instituições financeiras. A devolução dos valores pelos bancos está prevista para ocorrer até quarta-feira, 14 de outubro, abrangendo 22,5 milhões de apostadores distribuídos em 70,5 milhões de contas — das quais 90% possuem menos de R$ 1 e 97% apresentam saldo inferior a R$ 10. O processo de restituição teve início após a publicação da Medida Provisória nº 1.394/2026, emitida em 25 de setembro para interromper as atividades das plataformas não autorizadas. Caso o pagamento não seja concluído por impedimentos operacionais, os recursos pendentes serão transferidos para a Caixa Econômica Federal a partir do dia 14 de outubro. Paralelamente, em ação conjunta que reúne o Ministério da Justiça, o Ministério da Fazenda, a Anatel e o CGI.br, o governo federal já encaminhou para bloqueio 16.627 sites ilegais e solicitou a remoção de 3.691 perfis e canais em redes sociais. Além das ações de bloqueio, o Ministério da Fazenda monitora saldos elevados e colocou ao menos 40 CPFs sob análise para investigar possíveis irregularidades e suspeitas de lavagem de dinheiro, enquanto orienta os cidadãos a utilizarem apenas os canais oficiais para evitar golpes durante o resgate dos saldos.
Governo derruba 506 sites de bets após proibição de apostas online
Governo derruba 506 sites de bets após proibição de apostas online
Operação também identificou 43 grupos e canais no Telegram usados para divulgar apostas online.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma força‑tarefa do governo federal derrubou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas online após a publicação da medida provisória que proibiu as bets no Brasil. A ação, coordenada pelos Ministérios da Justiça, Segurança Pública e Fazenda, também monitorou 43 canais e grupos no Telegram, reunindo cerca de 212,6 mil integrantes.
- O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) identificou cerca de 1,9 mil anúncios de bets no Google, além de publicações na Meta, TikTok e ofertas no Telegram que prometiam até 260% de lucro mensal. A MP deu dez dias para retirada da publicidade existente e proibiu novos anúncios, enquanto a Iron Security apontou o surgimento de 440 novos sites de apostas sem registro. O governo continuará o monitoramento para coibir estratégias de drible das restrições.
Foto: Antônio Cruz - Agência Brasil
Uma força-tarefa do governo federal derrubou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas online após a publicação da medida provisória (MP) que proibiu as bets no Brasil. A ação, coordenada pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda, também monitora 43 canais e grupos no Telegram ligados à divulgação de apostas e cassinos, com cerca de 212,6 mil integrantes. Relatório do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) identificou cerca de 1,9 mil anúncios de bets no Google, além de sete na Meta, dois publicados após a entrada em vigor da MP. Também foram encontrados anúncios no TikTok e casos em que páginas e domínios não correspondiam às marcas divulgadas. No Telegram, havia ofertas com promessas de até 260% de lucro mensal, supostos robôs de apostas e taxas de acerto de até 99,8%. A MP publicada na sexta-feira (25) deu dez dias para a retirada de publicidade já existente, mas proibiu novos anúncios. Segundo dados da Iron Security, responsável pelo site Bet Legal, 440 novos sites de apostas sem registro no Brasil teriam surgido após a medida. O governo informou que o monitoramento continuará para identificar plataformas e estratégias usadas para driblar as restrições.
Pesquisa Atlas/Bloomberg: 75% defendem proibição das bets no Brasil
Pesquisa Atlas/Bloomberg: 75% defendem proibição das bets no Brasil
Levantamento ouviu 5.015 adultos entre 17 e 22 de setembro e tem margem de erro de um ponto percentual.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Setenta e cinco por cento dos brasileiros entrevistados pela pesquisa Atlas/Bloomberg afirmam que as apostas online, conhecidas como bets, deveriam ser proibidas no país, enquanto 17% discordam e 8% permanecem neutros. O levantamento, divulgado em 23 de setembro, mostra ainda que a percepção sobre os efeitos das bets mudou: 59,9% acreditam que trazem apenas prejuízos e 28,6% consideram que os prejuízos superam os benefícios.
- A pesquisa, realizada entre 17 e 22 de setembro com 5.015 adultos e margem de erro de 1 ponto percentual, foi registrada no TSE (protocolo BR-04739/2026). Os dados revelam um cenário de crescente apoio à proibição e destacam a necessidade de debate sobre a regulação das apostas online no Brasil.
Foto: Reprodução
Setenta e cinco por cento dos brasileiros ouvidos pela pesquisa Atlas/Bloomberg concordam que as apostas online, conhecidas como bets, deveriam ser proibidas no país. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (23), mostra ainda que 17% discordam da proibição e 8% não concordam nem discordam. Em abril, 73% defendiam a medida, enquanto 21% eram contrários e 6% não tinham posição definida. A pesquisa também avaliou a percepção sobre os efeitos das bets na sociedade. Para 59,9% dos entrevistados, as apostas trazem somente prejuízos, enquanto 28,6% consideram que provocam mais prejuízos do que benefícios. Outros 5,7% avaliam que benefícios e prejuízos são equivalentes. Apenas 0,7% apontaram somente benefícios e 0,2% disseram que as apostas geram mais benefícios, enquanto 4,9% não souberam responder. O levantamento foi realizado entre 17 e 22 de setembro, com 5.015 pessoas da população adulta em todo o país. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04739/2026.
Governo Lula avalia proibição de cassinos online e novas regras para bets
Governo Lula avalia proibição de cassinos online e novas regras para bets
Medida enfrenta discussões sobre arrecadação, contratos e fiscalização das plataformas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou a intenção de impor novas restrições às plataformas de apostas online, conhecidas como bets, e até proibir os cassinos virtuais, após retornar da Assembleia Geral da ONU. A medida, ainda em discussão, pode abranger limites amplos ao setor ou ações específicas contra a publicidade das empresas, e será avaliada à luz dos impactos jurídicos, econômicos e fiscais.
- Com as licenças reguladas custando R$ 30 milhões por cinco anos, o governo estima que as apostas geraram perdas líquidas de R$ 62,5 bilhões em 2025, enquanto movimentaram R$ 350,97 bilhões via Pix. O debate inclui a fiscalização de operações irregulares, o efeito sobre patrocínios esportivos e a pressão de grupos ligados ao setor, tema que deve ganhar destaque na campanha de reeleição de Lula.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia adotar novas restrições às plataformas de apostas online, as chamadas bets, e proibir o funcionamento de cassinos virtuais, modalidade que inclui jogos conhecidos no Brasil como “jogo do tigrinho”. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta terça-feira (22), a definição sobre as medidas deve ocorrer após o retorno de Lula da Assembleia Geral das Nações Unidas, nos Estados Unidos. Entre as alternativas em discussão está uma restrição mais ampla ao setor ou medidas específicas contra os cassinos online e a publicidade das plataformas. O governo também considera os impactos jurídicos e econômicos de uma eventual proibição. As empresas autorizadas a operar no mercado regulado pagaram R$ 30 milhões pela licença, com validade de cinco anos, e uma mudança nas regras poderia provocar disputas judiciais. A equipe econômica também avalia os efeitos sobre a arrecadação federal. O debate ocorre após o primeiro ano de funcionamento do mercado regulado de apostas no país. A regulamentação aprovada pelo Congresso no fim de 2023 estabeleceu regras para a atuação das empresas, que passaram a operar sob o novo modelo a partir de 2025. Segundo levantamento do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) em parceria com o Centro Internacional Celso Furtado (Cicef), as famílias brasileiras tiveram uma perda líquida estimada em R$ 62,5 bilhões com apostas esportivas em 2025. O cálculo corresponde à diferença entre os valores transferidos pelos apostadores e o dinheiro devolvido em prêmios. No mesmo período, as plataformas movimentaram R$ 350,97 bilhões em transferências via Pix. O governo também enfrenta o desafio de fiscalizar eventuais plataformas que continuem funcionando de forma irregular caso determinadas modalidades sejam proibidas. Outro ponto em discussão é o impacto das bets sobre publicidade, clubes de futebol, influenciadores e outros setores que recebem recursos das empresas por meio de patrocínios e anúncios. Dados divulgados recentemente apontam que o setor investiu valores expressivos em publicidade e patrocínios, ampliando a pressão de diferentes segmentos sobre o governo. A pauta deverá ganhar espaço na campanha de Lula à reeleição. Segundo a reportagem, uma peça publicitária prevista para esta terça-feira (22) apresenta relatos de pessoas que afirmam ter acumulado dívidas relacionadas às apostas. O presidente vem defendendo publicamente medidas de combate ao que chama de vício em jogos e já mencionou o tema em discursos recentes. A pesquisa Datafolha realizada em maio indicou aumento na parcela de brasileiros que associam apostas e jogos online a comportamento de vício. Apesar da intenção de endurecer as regras, ainda não há decisão definitiva sobre o formato da eventual medida. As discussões envolvem questões regulatórias, fiscais, jurídicas e de fiscalização, além da reação de empresas, clubes esportivos e outros setores ligados ao mercado de apostas.
Homem ateia fogo em sofá dentro de casa após perder dinheiro no tigrinho
Homem ateia fogo em sofá dentro de casa após perder dinheiro no tigrinho
Caso aconteceu nesta quinta-feira (3), em Santo Antônio de Jesus; Corpo de Bombeiros controlou as chamas antes que atingissem imóveis vizinhos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem ateou fogo em sua residência na Rua Machado Bittencourt, bairro Andaiá, em Santo Antônio de Jesus (BA), após perder dinheiro em plataformas de apostas online, incluindo o site “Tigrinho”. O incêndio começou em um sofá, mas o Corpo de Bombeiros conseguiu controlar as chamas antes que se espalhassem para imóveis vizinhos.
- O suspeito foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional, onde recebeu alta e será levado à delegacia para prestar esclarecimentos. As investigações apontam que parte do dinheiro apostado foi obtido por empréstimos, evidenciando o vínculo entre jogos de azar e comportamentos de risco.
Foto: Reprodução
Um homem provocou um incêndio dentro de uma residência nesta quinta-feira (3), em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia, após, segundo relatos, perder dinheiro em plataformas de apostas e jogos online. O caso ocorreu em um imóvel localizado na Rua Machado Bittencourt, no bairro Andaiá. De acordo com informações divulgadas, o Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas antes que o fogo alcançasse imóveis próximos. Testemunhas relataram que o incêndio começou em um sofá. Elias, que presenciou a ocorrência, afirmou que chamou pelo morador ao perceber o fogo, mas não obteve resposta e acionou o socorro. Segundo o relato, o homem teria dito posteriormente que colocou fogo no sofá depois de perder dinheiro durante a madrugada em sites e plataformas de apostas, incluindo o chamado “Tigrinho”. Ainda conforme as informações divulgadas, parte do dinheiro usado nas apostas teria sido obtida por meio de empréstimos. O homem foi encaminhado ao Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus para atendimento médico. Após receber alta, a previsão é de que ele seja levado à delegacia do município para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido.
Lula amplia vantagem sobre Flávio Bolsonaro em plataforma de previsões eleitorais
Especialistas ressaltam que mercados de previsão refletem apostas financeiras, e não intenção de voto do eleitor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com 62% de probabilidade de vitória nas eleições presidenciais em uma rodada de projeções da plataforma Polymarket, enquanto o senador Flávio Bolsonaro aparece com 22%. A variação reflete a mudança de comportamento de investidores e apostadores após repercussões negativas recentes envolvendo o nome do senador, o que reverteu a liderança que ele mantinha no mercado de previsões em maio.
- Especialistas alertam que o sistema funciona como uma bolsa de apostas e não possui o rigor científico de pesquisas eleitorais registradas. Além disso, vale destacar que a Polymarket integra uma lista de plataformas bloqueadas pelo governo federal por operarem sem autorização do Ministério da Fazenda, embora continue sendo acompanhada pelo mercado financeiro como um termômetro informal de expectativas.
Foto: Reprodução
A expectativa de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de outubro ganhou força nos últimos dias em uma das maiores plataformas de mercado de previsões do mundo. Nesta segunda-feira (6), o site Polymarket apontava Lula com 62% de probabilidade de vencer a disputa, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecia com 22%. Os números fazem parte do mercado "Brazil Presidential Elect", no qual usuários negociam posições financeiras sobre possíveis resultados eleitorais. Diferentemente das pesquisas de intenção de voto, a plataforma reflete o comportamento dos apostadores e não representa, necessariamente, a preferência do eleitorado. Flávio Bolsonaro chegou a liderar esse mercado em maio, quando alcançou 45,4% das previsões de vitória, contra 38% atribuídos a Lula. Desde então, porém, o cenário mudou. O senador passou a registrar queda contínua nas projeções após a divulgação de informações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e de áudios envolvendo pedidos de recursos para o filme "Dark Horse". Além de Lula e Flávio, outros nomes aparecem entre as opções negociadas pelos usuários. Renan Santos, do Missão, reúne cerca de 10% das apostas, enquanto os demais possíveis candidatos somam aproximadamente 1% cada. Apesar da repercussão nas redes sociais, especialistas alertam que o mercado de previsões não deve ser interpretado como pesquisa eleitoral. O sistema funciona como uma bolsa de apostas, em que investidores compram e vendem contratos com base em suas expectativas sobre acontecimentos futuros. Em abril, o governo federal determinou o bloqueio de 27 plataformas desse segmento, entre elas a Polymarket. O entendimento é de que esses serviços operavam sem autorização específica do Ministério da Fazenda. Mesmo com a restrição, os mercados de previsão continuam sendo acompanhados por analistas e usuários como um indicador das expectativas de investidores, embora não tenham valor científico para medir a intenção de voto da população.
























