ANSN paralisa INB de Caetité após rompimento de reservatório
ANSN paralisa INB de Caetité após rompimento de reservatório
Reservatório armazenava material líquido do processo industrial; ANSN diz que não houve pessoas atingidas nem impacto externo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) determinou a paralisação da área afetada da Unidade de Concentração de Urânio, operada pela INB em Caetité (BA), após o rompimento de um reservatório de 20 mil litros que armazenava material líquido do processo industrial.
- Não houve vítimas nem impacto externo; a zona foi imediatamente isolada e equipes de emergência realizaram limpeza, coleta de amostras e monitoramento. As atividades permanecerão suspensas até a conclusão das avaliações técnicas e a obtenção de nova autorização da ANSN, que continuará acompanhando as medidas corretivas.
Foto: Reprodução | INB
A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) determinou a paralisação das atividades na área afetada da Unidade de Concentração de Urânio, operada pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Caetité, no sudoeste da Bahia, após o rompimento de um reservatório na tarde desta terça-feira (22). Segundo a ANSN, o reservatório tinha capacidade para 20 mil litros e armazenava material líquido proveniente do processo industrial, destinado a tratamento químico. Não houve registro de pessoas atingidas nem impacto externo à instalação. A área não estava em operação no momento da ocorrência e foi imediatamente isolada. Equipes de emergência foram acionadas para realizar a limpeza, coleta de amostras e monitoramento do local. Ainda conforme a autoridade nuclear, a maior parte do material derramado ficou restrita à área de contenção da unidade, enquanto uma parcela atingiu áreas adjacentes dentro da própria instalação. A ANSN informou que técnicos acompanharam a ocorrência desde os primeiros momentos e coletaram informações para avaliar as causas do rompimento. As atividades na área afetada permanecerão suspensas até a conclusão das avaliações técnicas e uma nova autorização da autoridade. A ANSN afirmou ainda que continuará acompanhando as medidas adotadas pela INB, incluindo a apuração das causas e a definição das ações corretivas. Novas informações serão divulgadas conforme o avanço das avaliações.
Caetité mantém operação de unidade de urânio após aval nuclear
Caetité mantém operação de unidade de urânio após aval nuclear
Instalações em Caetité (BA) e Resende (RJ) seguem operando após avaliação técnica de segurança
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) renovou as autorizações de operação das instalações estratégicas do setor nuclear brasileiro, incluindo a Unidade de Concentração de Urânio (URA) e a Fábrica do Combustível Nuclear – Reconversão e Pastilhas (FCN-RP). A decisão foi baseada em análises técnicas de segurança, histórico operacional e cumprimento de exigências regulatórias.
- As unidades continuam autorizadas a operar, mantendo atividades estratégicas para o abastecimento energético e para a autonomia do ciclo nuclear brasileiro.
Foto: Reprodução | INB
A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) renovou, em 16 de abril de 2026, as autorizações para operação permanente de duas instalações estratégicas do setor nuclear brasileiro. As licenças foram concedidas à Unidade de Concentração de Urânio (URA), localizada em Caetité, e à Fábrica do Combustível Nuclear – Reconversão e Pastilhas (FCN-RP), situada em Resende. Ambas pertencem às Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e integram etapas do ciclo do combustível nuclear. A decisão foi baseada em análises técnicas conduzidas pela área responsável pelo licenciamento de instalações do setor. Segundo a ANSN, o processo incluiu avaliações de segurança, histórico operacional e cumprimento de exigências regulatórias. A unidade de Caetité é a única em operação na América Latina dedicada à mineração e concentração de urânio. Já a planta de Resende atua na produção de combustível nuclear utilizado nas usinas Angra I e Angra II. De acordo com o órgão regulador, as renovações confirmam que as instalações atendem aos padrões nacionais e às diretrizes internacionais estabelecidas pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Com a medida, as unidades seguem autorizadas a operar, mantendo atividades consideradas estratégicas para o abastecimento energético e para a autonomia do ciclo nuclear brasileiro.
























