PL descarta acordo e quer avançar contra Moraes no Senado em 2027
PL descarta acordo e quer avançar contra Moraes no Senado em 2027
Partido afirma ter 49 votos no Senado, cinco a menos que o quórum necessário para aprovação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Liberal (PL) anunciou que pretende avançar, em 2027, com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações da CNN e do G1, o PL conta com 49 senadores favoráveis, ainda cinco votos abaixo dos 54 necessários para aprovar a medida.
- A iniciativa surge em meio a intensas articulações políticas envolvendo aliados de Flávio Bolsonaro e possíveis negociações judiciais relacionadas ao ex‑presidente Jair Bolsonaro e à anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A cúpula do PL também pretende investigar a relação de Moraes com o empresário Daniel Vorcaro e avalia ações contra o ministro Flávio Dino, dependendo das investigações sobre as eleições e o uso de emendas parlamentares.
Foto: Reprodução
O Partido Liberal (PL) pretende avançar, em 2027, com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações da CNN e do G1, integrantes da legenda tratam a medida como uma pauta que não estaria aberta a negociações. O partido calcula atualmente ter 49 votos favoráveis à iniciativa no Senado, cinco a menos que os 54 necessários para a aprovação do processo. A posição do PL ocorre em meio a articulações políticas envolvendo aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Parte desse grupo teria interpretado recentes movimentos no Judiciário como possíveis sinais de negociação, incluindo questões relacionadas à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro e à anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A cúpula do PL, no entanto, rejeita um acordo com ministros do Supremo e defende pressionar o próprio STF para investigar a relação de Alexandre de Moraes com o empresário Daniel Vorcaro, além de pedir eventual afastamento do ministro durante as apurações. A legenda também avalia uma possível ofensiva contra o ministro Flávio Dino, dependendo de sua atuação em investigações relacionadas às eleições e ao uso de emendas parlamentares. A composição do Senado após as eleições e as futuras articulações entre os partidos serão fatores importantes para definir o avanço dessas iniciativas.
Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Flávio Bolsonaro confirma presença em debate da Globo e desafia Lula
Candidato do PL confirmou participação após carreata em Goiânia e convocou o presidente para o confronto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que participará do debate televisivo promovido pela TV Globo na quinta‑feira (1º), mesmo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareça. Durante uma carreata em Goiânia, o candidato prometeu usar o confronto para “desmascarar” Lula, abordando temas como a crise no STF e a proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, três dias antes do primeiro turno das eleições de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou neste domingo (27) que participará do debate da TV Globo, marcado para quinta-feira (1º), e convocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o confronto. A declaração foi dada após uma carreata em Goiânia (GO). Flávio afirmou que pretende participar do encontro mesmo se Lula não comparecer e disse que quer confrontar o petista durante o debate. “Eu quero ir para esse debate só para desmascarar esse mentiroso, esse assassino da esperança do Brasil”, declarou. O candidato também afirmou que pretende questionar Lula sobre temas como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e a proposta de anistia para envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O debate será realizado três dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Até o momento, a campanha de Lula não havia confirmado a participação do presidente no encontro.
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
Foto: Reprodução
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
























