Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Nota oficial assinada por Rogério Marinho afirma que eventual aliança entre PL e Republicanos é baseada em convergência política e não envolve negociação de cargos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou oficialmente que uma aliança com o Republicanos esteja condicionada à indicação de Marcos Pereira, presidente nacional da legenda, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota oficial assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), o grupo classificou os boatos como "absolutamente falsos" e assegurou que as negociações buscam construir uma convergência programática e de ideias, sem qualquer barganha envolvendo cargos públicos.
- O comunicado ressaltou a relevância do Republicanos como um aliado estratégico em pautas compartilhadas, como segurança pública e defesa das liberdades individuais, indicando a possibilidade de atuação conjunta tanto em âmbitos regionais quanto em uma coalizão nacional. A nota conclui reforçando que as alianças partidárias serão desenhadas com base no alinhamento político, afastando qualquer hipótese de acordos ligados a indicações para o STF ou outros órgãos da República.
Foto: Reprodução | CNN
A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República divulgou, neste domingo (12), uma nota oficial negando que um eventual apoio do Republicanos ao projeto eleitoral esteja condicionado à indicação do presidente nacional da legenda, Marcos Pereira (Republicanos-SP), para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O comunicado foi assinado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha, que classificou a informação como "absolutamente falsa" e afirmou que o assunto nunca fez parte das conversas entre os dois partidos. Segundo a nota, as negociações políticas em andamento têm como objetivo a construção de uma ampla aliança nacional baseada na convergência de ideias, propostas e compromissos programáticos, sem qualquer negociação envolvendo cargos públicos ou indicações para outros Poderes. "A hipótese é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação", afirmou Rogério Marinho no comunicado. A coordenação destacou ainda que PL e Republicanos poderão atuar juntos em diversos estados durante o processo eleitoral, tanto em alianças regionais quanto na formação de uma eventual coalizão nacional. De acordo com a nota, o Republicanos é considerado um aliado estratégico em pautas defendidas pelo grupo político, como segurança pública, combate à pobreza, defesa das liberdades individuais, fortalecimento da democracia e enfrentamento ao que a legenda classifica como perseguição política. O comunicado conclui afirmando que eventuais alianças serão construídas com base no alinhamento político e programático entre os partidos, afastando qualquer possibilidade de acordos relacionados à indicação de autoridades para o Supremo Tribunal Federal ou outros órgãos da República.























