Homem morre após ingerir veneno na zona rural de Malhada
Homem morre após ingerir veneno na zona rural de Malhada
Homem chegou a ser socorrido, mas não resistiu
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Jovem de 27 anos morre após ingerir veneno na Bahia. A vítima, identificada como Lucas Leão, foi socorrida por familiares após consumir bebida alcoólica e agrotóxico, mas não resistiu e faleceu durante a noite.
- O corpo foi removido pelo DPT e encaminhado ao IML de Guanambi para necropsia. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um jovem de 27 anos morreu após ingerir veneno na tarde de domingo (3), na comunidade de Alto Bonito, no distrito de Canabrava, zona rural de Malhada, no sudoeste da Bahia. A vítima foi identificada como Lucas Leão. De acordo com o site Alerta Bahia, familiares relataram que o jovem havia consumido bebida alcoólica antes de chegar em casa, onde acabou ingerindo o agrotóxico. Ele foi socorrido e levado para atendimento médico, que funciona provisoriamente na escola Alice Maria, mas não resistiu e morreu ainda durante a noite. O corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Guanambi, onde passará por necropsia. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.
Aprovação de agrotóxicos no Brasil bate recorde anual pelo sétimo ano consecutivo
22 novos agrotóxicos são classificados como "muito perigosos ao meio ambiente" pelo Ibama
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Em 2022, 652 agrotóxicos foram liberados no Brasil. O número representa uma alta de 16% em relação ao ano de 2016, quando foi registrada uma alta histórica da Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins (CGAA) do Ministério da Agricultura. O volume foi 14% superior ao de 2020 e 16% maior que em 2021, quando foram liberados, respectivamente, 493 e 562 pesticidas. Desde 2016, o número de agrotóxicos autorizados cresce exponencialmente. Ao g1, uma fonte do Ministério da Agricultura disse que o aumento das liberações está relacionado a uma reorganização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por analisar os riscos dos agrotóxicos à saúde humana. Houve uma aceleração das análises. O levantamento também mostra que 43 dos 652 agrotóxicos liberados no ano passado são inéditos. Oito foram para as indústrias e 35 para uso dos agricultores - 22 deles são classificados como "muito perigosos ao meio ambiente" pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os outros 609 são considerados são "cópias" de matérias-primas inéditas ou produtos finais baseados que já existem no mercado.























