Pesidente do Missão na Bahia defende chacina em favelas de Salvador
Pesidente do Missão na Bahia defende chacina em favelas de Salvador
Declaração ocorreu durante ato de campanha de Renan Santos em frente à Reitoria da UFBA e foi posteriormente endossada pelo candidato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do partido Missão na Bahia, David Pirajá, defendeu, durante ato de campanha em Salvador, a realização de “chacinas” contra integrantes do Comando Vermelho nas comunidades Bairro da Paz e Planeta dos Macacos, ao lado do candidato à Presidência Renan Santos. Em vídeo divulgado, Santos apoiou a medida e afirmou que, em caso de confronto armado com policiais, a resposta seria letal, gerando forte repercussão nas redes.
- Entidades comunitárias, como o Fórum de Entidades do Bairro da Paz, repudiaram a fala, ressaltando que moradores não podem ser alvos de violência, enquanto a Agência de Notícias das Favelas pediu investigação das declarações pelas autoridades competentes.
Foto: Reprodução
O presidente do partido Missão na Bahia, David Pirajá, defendeu, durante um ato de campanha em Salvador, a realização de “chacinas” em comunidades da capital. A declaração ocorreu no domingo (27), em frente à Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), durante evento que contou com a presença do candidato à Presidência da República pelo partido, Renan Santos. Pirajá citou o Bairro da Paz e a comunidade Planeta dos Macacos, em São Cristóvão, ao defender ações violentas contra integrantes do Comando Vermelho. Procurado após a repercussão, o dirigente afirmou que se referia à morte de traficantes. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Renan Santos defendeu a posição do aliado e afirmou que pretende adotar ações contra integrantes de facções criminosas. O candidato disse ainda que, em caso de confronto armado com policiais, a resposta seria letal. As declarações provocaram reações de entidades comunitárias e da sociedade civil. O Fórum de Entidades do Bairro da Paz repudiou a fala e afirmou que os moradores da comunidade não podem ser tratados como alvos de violência. A Agência de Notícias das Favelas também criticou as declarações e defendeu que o caso seja apurado pelas autoridades competentes.
























