Mais de 1 tonelada de carne irregular é apreendida em ações da Adab na região de Guanambi
Fiscalizações ocorreram em Candiba e Palmas de Monte Alto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Adab
Mais de uma tonelada de produtos de origem animal irregulares foi apreendida durante fiscalizações da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) nos municípios de Candiba e Palmas de Monte Alto, no sudoeste da Bahia. Segundo a Adab, a ação mais recente ocorreu na segunda-feira (27), em Candiba, onde cerca de 740 kg de carne bovina e suína foram apreendidos em um estabelecimento comercial por falta de comprovação de origem e ausência de inspeção sanitária. Em Palmas de Monte Alto, durante uma fiscalização no trânsito agropecuário realizada em 17 de abril, os agentes apreenderam um bovino abatido com aproximadamente 300 kg, também sem condições sanitárias adequadas. De acordo com o órgão, a falta de inspeção impede qualquer garantia de segurança para o consumo. Os responsáveis foram notificados, e todo o material recolhido foi destruído conforme os protocolos sanitários.
Caminhão boiadeiro é interceptado após fugir de fiscalização em Urandi
Condutor ignorou ordem de parada da Adab e foi alcançado pela PM nas proximidades da BR-122
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Foto: Reprodução
Um caminhão boiadeiro foi interceptado por policiais do 17º Batalhão da Polícia Militar da Bahia na tarde de quarta-feira (25), após o motorista desobedecer a uma ordem de parada durante fiscalização da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia. A ocorrência teve início por volta das 15h35, quando uma equipe da Adab realizava fiscalização em um posto montado na cidade de Urandi. O condutor do veículo ignorou a ordem e seguiu viagem.Diante da fuga, a PM foi acionada e conseguiu interceptar o caminhão nas proximidades do Grill Restaurante, às margens da BR-122, no município de Pindaí. Após a abordagem, o motorista foi orientado a retornar ao posto de fiscalização em Urandi para a adoção das medidas administrativas cabíveis, acatando a determinação das autoridades.
Seminário do Algodão reúne produtores e pesquisadores em Guanambi
Evento reuniu produtores e instituições para debater desafios da cotonicultura no sudoeste da Bahia
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Foto: Divulgação
O município de Guanambi, no sudoeste da Bahia, sediou na última terça-feira (18) o Seminário do Algodão, promovido pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). O encontro discutiu práticas sustentáveis, agricultura regenerativa e estratégias de defesa fitossanitária para fortalecer a produção de algodão na região. O evento aconteceu no auditório da Escola Municipal do Campo Pedro Barros Prates e reuniu cerca de 150 participantes, entre produtores rurais, estudantes de agronomia, técnicos agrícolas, extensionistas, pesquisadores e profissionais ligados à cadeia produtiva do algodão. Durante a programação, foram apresentadas tecnologias sociais para captação e conservação de água, adaptadas às condições do semiárido, além de debates sobre o papel da assistência técnica e extensão rural (ATER) na inclusão da agricultura familiar. O seminário foi realizado em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), o Fundeagro e instituições como Bahiater, IF Baiano, Uesb, Unimontes e IF Norte de Minas. Segundo o fiscal agropecuário Nailton Souza, coordenador do Projeto Fitossanitário do Algodão, o encontro reforça a união entre produtores, defesa agropecuária e poder público. “A participação dos pequenos agricultores mostra que há busca por alternativas para ampliar áreas e melhorar a produtividade. Com parceria e planejamento, os resultados virão em pouco tempo”, afirmou. A Bahia é o segundo maior produtor nacional de algodão. Na safra 2024/2025, foram colhidas 816,3 toneladas de pluma, com produtividade de 2,04 mil quilos por hectare. Embora 98% da produção esteja concentrada no Oeste, o sudoeste baiano tem ampliado sua relevância, impulsionado pela agricultura familiar. Entre os principais desafios da região estão as condições climáticas adversas, limitações tecnológicas e o controle de pragas como o bicudo-do-algodoeiro. A superação dessas barreiras depende da integração entre pesquisa científica, práticas sustentáveis e fortalecimento da assistência técnica.
Fiscalização apreende mudas irregulares em Caetité
Ação da Adab busca prevenir disseminação de pragas na agricultura
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Foto: Divulgação | Adab
A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) realizou nesta sexta-feira (4) uma operação em Caetité, no sudoeste do estado, para fiscalizar pontos de venda de mudas. O objetivo foi identificar e apreender produtos comercializados de forma irregular, principalmente de espécies cítricas, que podem servir de hospedeiras para pragas com alto potencial de impacto econômico na agricultura regional. De acordo com a Adab, mudas que não atendem às normas sanitárias são recolhidas e posteriormente destruídas por incineração, como forma de evitar a disseminação de agentes nocivos à produção agrícola. A agência reforçou a orientação para que comerciantes e produtores adquiram apenas mudas certificadas, que seguem os requisitos legais, e que a população compre esses itens exclusivamente em estabelecimentos autorizados, garantindo a segurança fitossanitária da região.
Bahia: Adab apreende carne com sinais de tuberculose prestes a ser vendida em mercado municipal
Produto com lesões compatíveis com tuberculose bovina foi identificado em câmara fria pública e inutilizado antes de ser comercializado na feira livre.
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Foto: reprodução
Uma equipe da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) apreendeu e inutilizou 100 quilos de carne com lesões compatíveis com tuberculose bovina, na cidade de Ibicaraí, no sul do estado. O material, considerado impróprio para o consumo humano, foi localizado na última sexta-feira (20) após denúncia anônima.A ação ocorreu em um espaço público disponibilizado pela prefeitura local para açougueiros, e contou com o apoio da Vigilância Sanitária do município. De acordo com a médica veterinária Lorena Silva, integrante da equipe da Adab no Litoral Sul, a carne estava armazenada em uma câmara fria e seria vendida no sábado (21), durante a feira municipal.“A carne ainda não estava exposta, mas já havia sido preparada para comercialização no dia seguinte, que é o principal dia de feira em Ibicaraí”, explicou Lorena.O proprietário da carne não foi localizado no momento da vistoria, o que impediu a condução do caso à delegacia. Como procedimento padrão, foram lavrados um termo de apreensão e outro de inutilização, e o responsável pela manutenção do local assinou os documentos.“Se o dono tivesse sido encontrado em flagrante, poderia ser encaminhado à delegacia por crime contra a saúde pública. Como isso não ocorreu, os trâmites seguiram com o responsável logístico do espaço”, detalhou a médica veterinária.Risco à saúde: A tuberculose bovina é uma zoonose grave, causada por bactérias, que pode ser transmitida aos seres humanos tanto pela inalação quanto pelo consumo de produtos contaminados, como carne e leite não-inspecionados.Segundo a Adab, a ingestão da carne contaminada representa risco especialmente para grupos vulneráveis, podendo provocar sintomas como febre, perda de peso, diarreia, fraqueza e complicações respiratórias. Em casos graves, a infecção pode levar à morte.“É uma doença que pode evoluir rapidamente, principalmente em pessoas imunossuprimidas. Por isso a importância da vigilância constante e da denúncia por parte da população”, reforçou Lorena Silva.A Adab alerta que a população deve sempre adquirir carnes e derivados apenas de estabelecimentos devidamente inspecionados e autorizados pelos órgãos de fiscalização.
Inscrições para concurso da Adab já estão abertas e seguem até 4 de abril
A remuneração para a classe inicial do cargo será de R$ 2.442,00, também para 40 horas semanais
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- Começam nesta segunda-feira (19) as inscrições para o concurso público da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Realização da Secretaria da Administração do Estado (Saeb) em parceria com a Adab, o certame do Edital Saeb 01/2024 está oferecendo 120 vagas para o cargo de Fiscal Estadual Agropecuário e 40 para o cargo de Técnico em Fiscalização Agropecuária. Os interessados em concorrer a uma das oportunidades oferecidas para o cargo de Fiscal Estadual Agropecuário podem escolher entre duas áreas de atuação: Defesa Sanitária e Inspeção Animal ou Defesa Sanitária Vegetal. No primeiro caso, é preciso ter graduação em Medicina Veterinária e, no segundo, em Agronomia. Com remuneração inicial de R$ 6.513,00, os aprovados obedecerão a um regime de trabalho de 40 horas semanais. Já os candidatos ao cargo de Técnico em Fiscalização Agropecuária devem possuir formação de nível técnico em Agropecuária, nos termos definidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, fixadas por meio de Resolução da Câmara de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC). A remuneração para a classe inicial do cargo será de R$ 2.442,00, também para 40 horas semanais. Trinta por cento das vagas serão reservadas aos candidatos que se autodeclararem negros (pretos/pardos). O concurso também prevê um percentual de 5% do número de vagas exclusivo para candidatos com deficiência, de acordo com a legislação vigente. Inscrições - As inscrições devem ser realizadas no site da FGV, empresa responsável pelo certame. O período de inscrições se encerra às 16h do dia 04 de abril de 2024. Os candidatos devem observar o regramento e as exigências no Edital Saeb 01/2024. As provas serão realizadas em Salvador. Os endereços dos locais para a aplicação das provas serão enviados para os candidatos pelo e-mail informado no momento da inscrição no certame. A seleção contará com três etapas: provas objetivas (caráter eliminatório e classificatório); prova discursiva (caráter eliminatório e classificatório) e prova de títulos (caráter classificatório, somente para o cargo de Fiscal Estadual Agropecuário).
ADAB realiza apreensão de mudas de plantas citrus em Caetité
Este tipo ação acontece porque as plantas do tipo citrus, caso não haja fiscalização e controle, podem gerar pragas prejudiciais à lavoura
Por: Jorge Santana e Redação
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Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
- Agentes da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) realizaram nesta quarta-feira (16), na feira livre da cidade de Caetité, uma apreensão de mudas de plantas citrus, o que inclui laranja, limão, tangerina, entre outras. E um vídeo que tem circulado nas redes sociais mostrou o momento exato da apreensão, bem como a revolta da popular responsável pelo registro. No entanto, segundo o fiscal da Adab, Edson Junqueira, a apreensão acontece porque os vendedores não possuem procedência, já que as plantas devem ser originadas de um viveiro legal. “A ADAB realiza a apreensão pelo fato dos vendedores não possuírem procedência, pois as mudas devem ser cultivadas em um viveiro legal, para que assim seja fiscalizado a data, fiscalizado o adubo, a semente, ou seja, todo o processo de cultivo”, explicou. Edson ainda ressaltou que este tipo de planta é responsável por uma série de pragas que podem colocar em risco as lavouras e, por isso, as plantas devem ser destruídas. “A ADAB realiza o processo de destruição das mudas, pois elas podem ser responsáveis por pragas que podem comprometer a lavoura. Este tipo de praga é muito comum no estado de Minas Gerais (MG), o que você não encontra na Bahia, graças a ações como esta realizada pela fiscalização da ADAB”, afirmou Junqueira que salientou se tratar de um procedimento preventivo e corriqueiro da agência fiscalizadora. A redação do Sudoeste Bahia (SB) tentou entrar em contato com o vendedor, mas até o fechamento desta matéria, sem sucesso.
Adab apreende mais de 200 Kg de carne clandestina no distrito de Maniaçu, em Caetité
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Adab
- Conforme informou a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), na última quinta-feira (25), 210 Kg de carne, de origem clandestina foram apreendidas no distrito de Maniaçu, em Caetité. A operação se deu de forma conjunta com a Polícia Militar (PM). A ação da Abab faz parte de uma série de fiscalizações que a agência tem feito na Região de Guanambi. Ainda de acordo com a Adab, em muitas localidades, além da carne ser de origem clandestina, ou seja, o bovino foi abatido sem que houvesse inspeção de órgão competente, na maioria dos casos, a proteína animal é comercializada em condições não adequadas de refrigeração, portanto, podendo comprometer a saúde humana. No caso da apreensão de Maniaçu, o material foi incinerado.























