Flávio chega às vésperas da convenção do PL sem vice definido
Flávio chega às vésperas da convenção do PL sem vice definido
Partido tenta atrair Republicanos e União-PP, mas siglas avaliam manter neutralidade nacional
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta desafios para definir seu vice em vista da convenção nacional do Partido Liberal. Enquanto o partido busca alianças com Republicanos e União Brasil-PP para garantir tempo de propaganda e evitar isolamento, as forças políticas consideram adotar uma posição de neutralidade, deixando a escolha para diretórios estaduais. Negociações específicas estão ocorrendo em estados como Mato Grosso, Roraima, Acre e Espírito Santo, onde o apoio de alianças pode mudar a dinâmica das disputas.
Foto: Adriano Machado | Reuters
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chega às vésperas da convenção nacional do ´Partido Liberal (PL), marcada para o próximo sábado (25), sem um nome definido para ocupar a vaga de vice em sua chapa presidencial. O partido adiou a decisão enquanto tenta atrair o Republicanos ou a federação União Brasil-PP para a coligação. As informações são do G1. As duas forças políticas, no entanto, sinalizam que podem adotar uma posição de neutralidade na disputa nacional e permitir que os diretórios estaduais escolham seus próprios aliados. Para os interlocutores de Flávio, o apoio de uma dessas siglas garantiria mais tempo de propaganda no rádio e na televisão e reduziria a percepção de isolamento da candidatura. Negociação com o Republicanos - Daniella Marques, ex-presidente da Caixa, é o principal nome do Republicanos citado para a vaga de vice. Integrantes da legenda admitem que há conversas com o PL, mas condicionam o acordo a alianças em alguns estados. A direção do partido avalia que as negociações ainda podem mudar, embora reconheça as dificuldades para alcançar um entendimento nacional. Em Mato Grosso, o Republicanos quer que o PL retire a candidatura de Wellington Fagundes ao governo para apoiar Otaviano Pivetta. Fagundes confirmou que será oficializado na convenção partidária desta quarta-feira (21), negou qualquer compromisso anterior com Pivetta e afirmou que a disputa local não deve interferir nas conversas nacionais. O senador também argumentou que o Republicanos chegou ao comando estadual com ajuda do PL e, por isso, poderia apoiar sua candidatura, embora tenha dito que não cobra essa retribuição. As negociações também envolvem Roraima, Acre e Espírito Santo. No Acre, o Republicanos busca o apoio do PL à candidatura de Alan Rick, enquanto integrantes da legenda de Flávio indicam preferência pela recondução de Mailza Assis, do PP. No Espírito Santo, avançou uma composição para Lorenzo Pazolini disputar o governo e apoiar Maguinha Malta ao Senado, mas o acordo afastou o PSD e desagradou à cúpula nacional do Republicanos. União-PP tende à neutralidade - No União Brasil e no Progressistas, a tendência é não apoiar Flávio no primeiro turno e concentrar esforços na eleição de deputados e senadores. Os diretórios estaduais, porém, deverão ter liberdade para firmar alianças. Em São Paulo, a federação apoiou Flávio durante a convenção de Guilherme Derrite. No Rio de Janeiro, Rogério Lisboa desistiu de ser vice de Douglas Ruas, enquanto o Republicanos confirmou Anthony Garotinho como candidato ao governo, com convenção também prevista para sábado (25).
Lula lidera intenção de voto no Acre, estado onde Bolsonaro foi mais votado em 2018
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
- A pouco menos de um ano para o primeiro turno das eleições presidenciais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de liderar as pesquisas de intenção de voto em âmbito nacional, vem figurando na ponta em estados onde Jair Bolsonaro (PL), na eleição passada, obteve vitórias expressivas. É o caso do Acre, que o chefe do Executivo nacional obteve 77,2% dos votos válidos em 2018. Em levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pela Federação das Indústrias do Acre (Fieac), Lula aparece com 34,5% das intenções de votos, seguido por Bolsonaro, que pontua com 33,2%. Em terceiro lugar aparece o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos) com 9,3% de preferência, seguido por Ciro Gomes (PDT) com 5,9%. João Dória (PSDB) soma 2,6% e os demais postulantes não chegam a 1%. Rejeição - A pesquisa ouviu 1.482 eleitores e, para essa amostra, Lula é o mais rejeitado. O petista é rejeitado por 39,7% do eleitorado acreano, seguido por Bolsonaro, que não é preferido por 37,9% dos entrevistados.























