Mulher é presa após dirigir bêbada e acompanhante tira a roupa em plena rua em Guanambi
Condutora de 28 anos apresentou 0,67 mg/L de álcool no teste do etilômetro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 28 anos foi presa em Guanambi (BA) após ser flagrada dirigindo embriagada e causar um acidente na tarde de sábado (19). O incidente ocorreu por volta das 17h40 na Avenida Sandoval Moraes, onde a motorista apresentava sinais visíveis de embriaguez e o teste do bafômetro registrou 0,67 mg/L de álcool no ar alveolar. A Polícia Militar, acionada pelo CICOM, apoiou a Superintendência Municipal de Trânsito (SMTrans) na abordagem e conduziu a condutora à Delegacia Territorial de Guanambi, onde foi autuada por embriaguez ao volante.
- Durante a ocorrência, o acompanhante da motorista, também de 28 anos, despiu‑se na via pública, provocando tumulto e sendo enquadrado por ato obsceno. Ambos foram encaminhados à delegacia; a condutora permanece à disposição da Justiça, enquanto ao acompanhante foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
Mulheres passam a ter direito a acompanhante em atendimento de saúde
Mulheres passam a ter direito a acompanhante em atendimento de saúde
Decisão saiu, hoje, no Diário Oficial da União
Por: Fabíola Sinimbú
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Foto: Reprodução
- Todas as mulheres agora têm direito a um acompanhante maior de idade, sem que haja necessidade de aviso prévio, durante as consultas médicas, exames e procedimentos realizados em unidades públicas e privadas de saúde. O direito foi ampliado pela lei 14.737/2023, publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial da União. A nova legislação altera a Lei Orgânica da Saúde (8.080/1990) e determina ainda que - em casos de procedimento com sedação que a mulher não aponte um acompanhante - a unidade de saúde será responsável por indicar uma pessoa para estar presente durante o atendimento. A renúncia do direito deverá ainda ser assinada pela paciente, com um mínimo de 24 horas de antecedência. Informação - As mulheres também devem ser informadas sobre esse direito tanto nas consultas que antecedam procedimentos com sedação, quanto por meio de avisos fixados nas dependências dos estabelecimentos de saúde. Para centros cirúrgicos e unidade de terapia intensiva em que haja restrição por motivos de segurança à saúde dos pacientes, o acompanhante deverá ser um profissional de saúde. O direito de acompanhamento da mulher só poderá ser sobreposto nos casos de urgência e emergência, pela defesa da saúde e da vida. Isso só poderá acontecer quando a paciente chegar desacompanhada à unidade de atendimento. Antes, a Lei Orgânica da Saúde garantia o direito a acompanhamento somente nos casos de parto ou para pessoas com deficiência. E esse direito alcançava apenas o serviço público de saúde.
























