MPF investiga contratação de sistema de energia solar em Licínio de Almeida
MPF investiga contratação de sistema de energia solar em Licínio de Almeida
Investigação envolve contratação para implantação de sistema destinado a escolas da rede municipal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal (MPF) em Guanambi converteu um procedimento preparatório em Inquérito Civil para apurar possível prática de atos de improbidade administrativa envolvendo o ex‑prefeito Frederico Vasconcellos Ferreira, conhecido como Doutor Fred, pela contratação de empresa para implantação de um sistema de energia solar nas escolas municipais.
- A portaria, assinada pelo procurador da República Fabio Conrado Loula após representação de um vereador, autoriza a nova fase investigativa da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, que analisará eventuais prejuízos ao patrimônio público e violações aos princípios da administração, podendo culminar em medidas ministeriais ou arquivamento do caso.
Foto Ilustrativa - reprodução
O Ministério Público Federal (MPF) em Guanambi converteu um procedimento preparatório em Inquérito Civil para apurar possível prática de atos de improbidade administrativa envolvendo o ex-prefeito de Licínio de Almeida, Frederico Vasconcellos Ferreira, conhecido como Doutor Fred. A investigação tem como foco a contratação de uma empresa para implantação de um sistema de energia solar destinado a atender escolas da rede municipal de ensino. A portaria que formalizou a abertura do inquérito foi assinada pelo procurador da República Fabio Conrado Loula e teve como origem uma representação apresentada por um vereador do município. Segundo o MPF, o procedimento anterior teve o prazo encerrado, o que levou à abertura de uma nova fase investigativa para a realização de diligências e o esclarecimento dos fatos. Entre os pontos que serão analisados estão a eventual existência de prejuízo ao patrimônio público e possível violação aos princípios que regem a administração pública. O inquérito está vinculado à 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF e seguirá com a coleta e análise de documentos e outras informações consideradas necessárias para a apuração. Ao final, os elementos reunidos poderão subsidiar as medidas cabíveis pelo órgão ministerial, inclusive eventual ação judicial, ou resultar no arquivamento do caso. A abertura do inquérito, por si só, não significa conclusão sobre a existência de irregularidades ou responsabilidade do ex-gestor.
Alisson da Educação toma posse como vereador em Vitória da Conquista
Alisson da Educação toma posse como vereador em Vitória da Conquista
Vereador ocupa vaga deixada por Diogo Azevedo, que teve mandato cassado por infidelidade partidária.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Alisson Roberto, conhecido como Alisson da Educação (União), tomou posse como vereador na Câmara de Vitória da Conquista, Bahia, substituindo Diogo Azevedo (PSDB) após a perda do mandato por infidelidade partidária. A mudança ocorreu depois que Azevedo, eleito pelo União Brasil em 2024, deixou a legenda e se filiou ao PSDB, gerando uma ação judicial de Alisson questionando a transferência de partido.
- Em setembro, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia manteve a decisão de cassação do mandato de Azevedo, e, após a comunicação oficial, a Câmara convocou Alisson, que assumiu a vaga como primeiro suplente do União Brasil, marcando um novo capítulo na política local.
Foto: Reprodução
Alisson Roberto, conhecido como Alisson da Educação (União), tomou posse como vereador na Câmara de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, nesta quarta-feira (23). Ele assumiu a vaga de Diogo Azevedo (PSDB), que perdeu o mandato por infidelidade partidária. Azevedo foi eleito pelo União Brasil em 2024, mas deixou a legenda e se filiou ao PSDB em abril deste ano. O primeiro suplente do União Brasil, Alisson Roberto, entrou com uma ação na Justiça Eleitoral questionando a mudança de partido. Em julho, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou a perda do mandato, mas os efeitos da decisão chegaram a ser suspensos temporariamente, permitindo que Azevedo permanecesse no cargo enquanto recursos eram analisados. Em 17 de setembro, o TRE-BA rejeitou por unanimidade os embargos apresentados pela defesa e manteve a decisão pela perda do mandato. Após ser oficialmente comunicada, a Câmara convocou Alisson, que tomou posse nesta quarta-feira.
Justiça dá 15 dias para AGU explicar porque faz a defesa de Janja
Justiça dá 15 dias para AGU explicar porque faz a defesa de Janja
Ação questiona gastos públicos com viagens internacionais da primeira-dama
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Justiça Federal do Distrito Federal concedeu prazo de 15 dias à Advocacia‑Geral da União (AGU) para apresentar documentos que comprovem a legalidade da defesa da primeira‑dama Rosângela da Silva, Janja, em ação que questiona gastos com viagens ao exterior. A decisão, proferida pela juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível, foi motivada pela falta de comprovação nos autos dos requerimentos, parecer e autorização que justificam a atuação da AGU.
- Os autores da ação, vereador Guilherme Kilter (Novo‑PR) e o advogado Jeffrey Chiquini, pedem o ressarcimento dos valores ao Tesouro e aguardam análise da regularidade da representação da Janja.
Foto: Reprodução
A Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de 15 dias para a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentar documentos que fundamentaram sua atuação na defesa da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, em uma ação que questiona gastos públicos relacionados a viagens internacionais. A decisão é da juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível do DF. A ação foi movida pelo vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) e pelo advogado Jeffrey Chiquini contra a União e Janja. Os autores questionam despesas de viagens realizadas pela primeira-dama, incluindo deslocamentos para Nova York, Roma, Paris, Moscou e São Petersburgo, e pedem o ressarcimento dos valores aos cofres públicos. Durante o processo, também foi questionada a legalidade da representação de Janja pela AGU. O órgão afirmou que assumiu a defesa após um pedido administrativo e análise jurídica, mas os documentos citados não haviam sido apresentados nos autos. Por isso, a magistrada determinou o envio do requerimento feito por Janja, do parecer que analisou a solicitação, do ato que autorizou a atuação da AGU e de outros documentos que comprovem o cumprimento dos requisitos legais. A decisão não conclui que houve irregularidade na representação. A regularidade da atuação da AGU será analisada após a apresentação da documentação.
PF e Prefeitura de Brumado cumprem ordens judiciais no Alto do Xangô
PF e Prefeitura de Brumado cumprem ordens judiciais no Alto do Xangô
Medidas incluem paralisação de obras e demolição de construções irregulares em área protegida.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal, em parceria com a Prefeitura de Brumado (BA), cumpriu determinações da Justiça Federal na Fazenda Santa Inês, visando a preservação ambiental e patrimonial do Alto do Xangô. A operação interrompeu obras em andamento, demoliu edificações irregulares e adotou medidas para conter danos, com apoio logístico e operacional da prefeitura.
- O processo, que tramita na Justiça Federal desde 2022, foi iniciado após ação da Sociedade Floresta Sagrada do Alto de Xangô contra construções não autorizadas no perímetro protegido, buscando a regularização da área.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal e a Prefeitura de Brumado, no sudoeste da Bahia, cumpriram nesta segunda-feira (14) determinações da Justiça Federal na região da Fazenda Santa Inês, com foco na preservação ambiental e patrimonial do Alto do Xangô. Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a operação incluiu a paralisação imediata de obras em andamento, a demolição de edificações consideradas irregulares e intervenções para conter danos e contribuir para a regularização da área. A prefeitura prestou apoio logístico e operacional às equipes durante o cumprimento das medidas judiciais. O processo tramita na Justiça Federal desde 2022 e foi iniciado após uma ação da Sociedade Floresta Sagrada do Alto de Xangô, motivada pelo surgimento das primeiras construções não autorizadas no perímetro protegido.
























