Região: Fonoaudióloga volta a ser presa por suspeita de maus-tratos a crianças
Região: Fonoaudióloga volta a ser presa por suspeita de maus-tratos a crianças
Polícia concluiu inquérito e identificou agressões contra ao menos cinco crianças
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma fonoaudióloga de 44 anos foi novamente presa em Jequié, no sudoeste da Bahia, após a Polícia Civil concluir o inquérito sobre denúncias de maus-tratos contra crianças atendidas em sua clínica. As investigações apontaram que ao menos cinco crianças foram agredidas durante sessões terapêuticas. A profissional, Jerusa Farias de Souza Reis, já havia sido detida em março de 2026, durante a operação Escudo Terapêutico, após a denúncia de agressões contra uma menina de oito anos, vista por seu avô por uma fresta da porta. Ela havia sido liberada após audiência de custódia na ocasião.
- Novas vítimas foram identificadas ao longo das investigações, com registros de agressões contra outras quatro crianças que também faziam acompanhamento na unidade. Com a conclusão do inquérito, a polícia solicitou a prisão preventiva da investigada. Jerusa Farias de Souza Reis apresentou-se voluntariamente após o novo pedido e, após uma segunda audiência de custódia, foi encaminhada ao Conjunto Penal de Jequié, onde permanece à disposição da Justiça.
Foto: Reprodução
Uma fonoaudióloga de 44 anos foi presa novamente em Jequié, no sudoeste da Bahia, após a Polícia Civil concluir o inquérito que investigava denúncias de maus-tratos contra crianças atendidas em uma clínica da cidade. Segundo a polícia, as apurações apontaram que ao menos cinco crianças foram agredidas durante sessões terapêuticas. De acordo com informações da Polícia Civil, Jerusa Farias de Souza Reis já havia sido presa em 4 de março de 2026 durante a operação Escudo Terapêutico, deflagrada após familiares denunciarem agressões contra uma menina de oito anos. A mãe relatou que a criança chorava com frequência durante as sessões, que aconteciam com a porta fechada. O avô da menina conseguiu ver as agressões por uma fresta da porta. Na época, foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. Após audiência de custódia, a fonoaudióloga passou a responder em liberdade. Segundo o delegado Vinicius Oliveira, responsável pelo caso, novas vítimas foram identificadas ao longo das investigações. Registros apontam agressões contra outras quatro crianças que também faziam acompanhamento na unidade. Com a conclusão do inquérito, a polícia solicitou a prisão preventiva da investigada. A defesa informou que ela se apresentou voluntariamente após o novo pedido. Após audiência de custódia, Jerusa Farias de Souza Reis foi encaminhada ao Conjunto Penal de Jequié, onde permanece à disposição da Justiça.























