Atuações de Kassio no TSE geram reação e acusações de parcialidade
Atuações de Kassio no TSE geram reação e acusações de parcialidade
Decisões do presidente da corte eleitoral contra a campanha de Lula e manobras em julgamentos geram incômodo em grupo de magistrados e juristas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Integrantes de uma ala do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e especialistas em direito eleitoral apontam indícios de favorecimento do presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, à campanha de Flávio Bolsonaro (PL), destacando a suspensão administrativa do canal de WhatsApp "Exército do Lula", administrado pelo deputado André Janones, e a posterior restauração por falta de provas. O caso foi classificado como censura prévia por juristas da Abradep e da FGV, que denunciam uso de pedidos de destaque para interromper julgamentos virtuais favoráveis ao ex‑presidente Lula.
- Três ministros da ala oposta relataram ao menos quatro ocasiões em que Kassio utilizou esses pedidos, alegando abuso de poder de polícia do TSE. O presidente da corte nega parcialidade, afirmando que os destaques visam garantir a jurisprudência do tribunal. A controvérsia alimenta o debate sobre a imparcialidade do TSE nas eleições presidenciais de 2026.
Foto: Reprodução
Integrantes de uma ala do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e especialistas em direito eleitoral apontam indícios de favorecimento do presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, à campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O incômodo aumentou após o magistrado suspender administrativamente o canal de WhatsApp "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones, atropelando a competência do corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, que já analisava o caso e horas depois restabeleceu a conta por falta de provas. Além desse episódio, classificado como censura prévia por juristas da Academia Brasileira de Direito Público e Eleitoral (Abradep) e da FGV, três ministros da ala oposta contabilizam ao menos quatro ocasiões em que Kassio usou pedidos de destaque para interromper julgamentos virtuais onde a maioria já havia se formado a favor de Lula (PT). O grupo avalia uma reação institucional ao que consideram abuso do poder de polícia do TSE, enquanto interlocutores do presidente da corte negam qualquer parcialidade e afirmam que os pedidos de destaque ocorrem apenas para garantir a jurisprudência do tribunal.
























