Justiça dá 15 dias para AGU explicar porque faz a defesa de Janja
Justiça dá 15 dias para AGU explicar porque faz a defesa de Janja
Ação questiona gastos públicos com viagens internacionais da primeira-dama
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Justiça Federal do Distrito Federal concedeu prazo de 15 dias à Advocacia‑Geral da União (AGU) para apresentar documentos que comprovem a legalidade da defesa da primeira‑dama Rosângela da Silva, Janja, em ação que questiona gastos com viagens ao exterior. A decisão, proferida pela juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível, foi motivada pela falta de comprovação nos autos dos requerimentos, parecer e autorização que justificam a atuação da AGU.
- Os autores da ação, vereador Guilherme Kilter (Novo‑PR) e o advogado Jeffrey Chiquini, pedem o ressarcimento dos valores ao Tesouro e aguardam análise da regularidade da representação da Janja.
Foto: Reprodução
A Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de 15 dias para a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentar documentos que fundamentaram sua atuação na defesa da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, em uma ação que questiona gastos públicos relacionados a viagens internacionais. A decisão é da juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível do DF. A ação foi movida pelo vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) e pelo advogado Jeffrey Chiquini contra a União e Janja. Os autores questionam despesas de viagens realizadas pela primeira-dama, incluindo deslocamentos para Nova York, Roma, Paris, Moscou e São Petersburgo, e pedem o ressarcimento dos valores aos cofres públicos. Durante o processo, também foi questionada a legalidade da representação de Janja pela AGU. O órgão afirmou que assumiu a defesa após um pedido administrativo e análise jurídica, mas os documentos citados não haviam sido apresentados nos autos. Por isso, a magistrada determinou o envio do requerimento feito por Janja, do parecer que analisou a solicitação, do ato que autorizou a atuação da AGU e de outros documentos que comprovem o cumprimento dos requisitos legais. A decisão não conclui que houve irregularidade na representação. A regularidade da atuação da AGU será analisada após a apresentação da documentação.
























